O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), em linhas gerais, consiste numa conta aberta pela empresa em que são depositados 8% do salário do colaborador.
Ao ano esse capital possui um rendimento de 3% mais TR (Taxa referencial que gira em torno de 1,05%).
Ao ano esse capital possui um rendimento de 3% mais TR (Taxa referencial que gira em torno de 1,05%).

Entre as opções previstas em lei que este recurso pode ser sacado estão: a aposentadoria, no financiamento da casa própria (na entrada, amortização ou liquidação), em consórcios imobiliários, demissão e doença grave.
No entanto, o uso para esta última opção era pouco conhecido e utilizado pela população
Mas isso está mudando, só no ano passado em torno de 210 mil pessoas sacaram o FGTS para cobrir despesas com tratamentos de doenças como o câncer e a Aids, perfazendo um valor total de R$ 407,45 milhões.
Do ponto de vista social, a utilização deste recurso para tratamento de doenças graves permite “tranquilidade financeira” ao trabalhador, pois uma vez que estes passam por problemas graves de saúde ,eles tem um aumento do seu custo de vida devido a despesas médicas, entre elas, internações e compra de medicamentos.
Se você necessita deste dinheiro depositado na conta vinculado do FGTS, deverá se dirigir a Caixa Econômica Federal levando os documentos mínimos exigidos pela mesma, mas antes verifique qual o grau do seu problema de saúde, pois há variações nesta documentação.
E se esta doença estiver prevista pela regulamentação do FGTS, você poderá sacar o valor total do saldo da conta vinculada. Não existe limites para os saques.
Maiores informações sobre o fundo e as regras de saque podem serem consultadas na página oficial do FGTS que está logo abaixo.
http://www.fgts.gov.br/
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