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sábado, 16 de agosto de 2014

Postura em redes sociais




Nos dias atuais com o advento da internet e com ela esse crescimento desenfreado das redes sociais que por sua vez proporcionam um enorme alcance de contatos: reencontramos amigos do tempo do colégio/faculdade, acompanhamos viagens de pessoas queridas, participamos nem que seja virtualmente de aniversários, vemos novos relacionamentos surgirem, casamentos, nascimentos, entre outras tantas situações. Acabamos tomando conhecimento também acerca de mudanças de emprego, novas vagas existentes no mercado de trabalho, além da infinidade de informações que você pode receber ao seguir determinada página e perfis.
Então deixo aqui algumas poucas dicas de como não se tornar uma pessoa desinteressante nas redes sociais.

Cuidado com os desabafos

                Todos nós temos necessidade de expressar nossas opiniões e é sempre bom ter alguém para nos ouvir. Um mural de um amigo, uma página de alguma instituição ou um bate-papo, nos convida a isso. Mas de forma alguma saia colocando tudo, aleatoriamente. Pense bem: Quais são seus amigos? Quem visualizará o que você vai postar? Tome cuidado! Controle-se! Afinal de contas nem todo mundo acha interessante desabafos alheios, em muitas vezes acaba virando uma situação contra você.  

Valorize sua imagem

                Em suas redes sociais certamente você tem colegas de trabalho ou até mesmo seu gestor seguindo você. Se você ocupa um cargo de liderança, você exerce um papel de referência. Já pensou sair falando mal da empresa, de algum colaborador ou alguma decisão que foi tomada pela direção e você não concordou?  Atenção! As informações se espalham muito rápido e tomam proporções que podem ser distorcidas facilmente. Se você necessita demonstrar sua insatisfação sobre algo em seu trabalho, converse diretamente com o gestor ou com a área de Recursos Humanos. Há várias maneiras de ser ouvido, de pedir resoluções, sem prejudicar sua imagem e a da empresa.

Sua rede social não é sua vida pessoal

                Seus amigos ou seguidores não precisam ver fotos da balada do fim de semana, das bebidas que você bebeu, da comida que você comeu ou de você se bronzeando na praia, não acha? Por isto, estabeleça critérios para postar algo. E se o seu perfil for público, fique ainda mais atento: de forma alguma exponha fotos de sua casa ou carro (principalmente se forem novos), nada de dizer que está indo viajar e para qual destino, não fale sobre a sua profissão e sua rotina, tome cuidado para não dar sua ficha completa. Pois acreditem! Há pessoas que ocupam seu tempo apurando essas informações, para futuramente aplicarem golpes de todos os tipos.

Aprenda a forma certa de usar

Caso você pretenda usar a dimensão das redes sociais para construir sua imagem corporativa, deixe de narrar cada situação do seu dia: “acordei, fui trabalhar, fui malhar, fui caminhar, tomei banho, vou para faculdade, vou dormir um pouco, almocei, hora de curtir a noite...”
Preste atenção também para não ser envolvido em situações que pessoas agem de má fé, pois há muita gente nas redes sociais aproveitando para fazer chacota da vida dos outros. E por mais que não seja sua ação inicial, só em se envolver você já está demonstrando ter atitudes desconfiáveis.

Tenha filtros

Nada de sair curtindo, compartilhando ou comentando tudo que se vê pela frente, por mais que sejam postagens de familiares e amigos próximos. Já ouviu falar naquele ditado “Diga com quem tu andas, que eu ti direi quem és”?  Pois bem, isso também vale para as redes sociais.
Constitua um perfil em harmonia com o seu objetivo e declare sua postura profissional.
Nota importante: Quem almeja crescimento na carreira, principalmente em busca de novas oportunidades, precisa tomar cuidado com seu comportamento no mundo real e no virtual também!


Fonte: Dos autores do blog. Artigo publicado na Revista Seridó S/A - Ed. Julho/2014.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO

      O empreendedorismo na sua forma mais ampla pode ser definido como o ato de empreender novas possibilidades, visualizando oportunidades de negócio e por meio da criatividade buscar a plena realização das mesmas.

    No entanto, o empreendedorismo pode existir em maior ou menor escala em cada pessoa. E cada vez mais as empresas percebem que o diferencial competitivo é a mão de obra, pois são as pessoas que fazem a diferença, num mundo onde as tecnologias estão cada vez avançadas e próximas de todos.

   Então, muitas empresas estão começando a despertar para a importância de estimular (dentro de certos limites e possibilidades é claro) o lado empreendedor dos seus colaboradores, visando agregar valor para as atividades desempenhadas e iniciar novos projetos internos em diversas esferas, estimulando a inovação.
    Porém, com o dia-a-dia corrido que todos os profissionais e empresas enfrentam, acontecem diversos contratempos que podem dificultar o empreendedorismo corporativo, tais como: a falta de uma política clara de estímulo e monitoramento do empreendedorismo corporativo, a falta de um patrocinador (diretor ou gerente) que incentive as atividades dos empreendedores corporativos e a falta de uma política clara de recompensa para os casos de sucesso das iniciativas dos empreendedores corporativos.
   O que o empresário ou gestor deve ter em mente é que não são necessários projetos mirabolantes ou planejamentos intermináveis para iniciar um processo de fomento ao empreendedorismo corporativo nas empresas, o fundamental seria:

•    Estabelecer uma política mesmo que simples, porém clara a respeito do assunto;

•    Criar uma comunicação clara dentro da empresa sobre o assunto (newsletters, reuniões, apresentações periódicas e etc);

•    Identificar e treinar os melhores potenciais para tais atividades;

•    Monitorar o desempenho do empreendedorismo corporativo para que o mesmo não interfira ou reduza os esforços sobre as atividades usuais dos colaboradores;

•    Criar um processo claro de premiação para idéias e iniciativas que rendam frutos efetivos para a empresa.

    Desse modo, se as empresas e os próprios colaboradores entenderem que o empreendedorismo corporativo é algo que só vem somar para todos, pois uma vez que a empresa ganha diferenciais e competitividade, o colaborador ganha em conhecimento e desenvolvimento de suas próprias competências.

   
Fonte: Os próprios autores/Artigo Publicado na Revista Seridó S/A- Ed. Outubro/2013.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

10 valores essenciais para a administração de um negócio

A universidade de Stanford, nos EUA, perguntou a vários ex-alunos de sua Escola de Negócios que conseguiram destaque no mercado quais os valores e princípios mais importantes para eles na carreira que estão trilhando. Abaixo você encontra uma compilação dessas máximas pessoais e profissionais, para se inspirar e relembrar aquilo que é fundamental, dentro da sua própria experiência em administração.


Veja os dez principais valores citados nas respostas:

1. Tratar os outros como queremos ser tratados


"Eu acredito muito nessa regra de ouro. Ela é o valor dominante nas minhas relações profissionais. Se você trata bem as pessoas, de modo geral elas também lhe tratarão bem. Esse princípio faz com que você durma bem à noite, com uma consciência tranquila, e lhe confere enorme respeito. De vez em quando alguém vai tirar vantagem de você por causa disso, mas é só decidir não trabalhar mais com essa pessoa"  (Andy Rachellf - CEO da Wealthfront)

2. Integridade


"Quer dizer se relacionar com as pessoas de forma autêntica e verdadeira. Na Pagatech nós mantemos as promessas que fazemos a parceiros e clientes, e buscamos fazer o nosso melhor para permanecermos transparentes na forma como conduzimos nossos negócios." (Jay Alabraba - Co-fundador da Pagatech)

"Eu tenho relacionamentos profissinais que já duram 30 anos e a maioria dos negócios que fechei com essas pessoas foi selada com um aperto de mão. Dependendo da pessoa, isso pode valer mais do que qualquer outro contrato." (Bob Moog - CEO da University Games)

3. Ser direto

"Comigo, o que você vê é o que eu sou. No mundo corporativo norte-americano isso não me favorecia. Como empreendedora, porém, eu gosto de selecionar meus clientes. Eu escolho trabalhar com pessoas que são diretas e que apreciam e valorizam essa minha característica". (Denise Brosseau - CEO da Thought Leadership Lab)

4. Confiança

"Um dos valores principais da Tiny Prints é o de tratar uns aos outros como família. Quando recrutamos novos funcionários procuramos pessoas que valorizem relacionamentos significativos. Nossa empresa busca criar conexões melhores e o ambiente de trabalho é bastante 'universitário'. Todos que trabalham aqui se tornaram bons amigos, padrinhos e madrinhas, colegas de apartamento. Eles têm lealdade uns para com os outros. Claro que toda família tem seus problemas, mas nós tentamos gerar confiança, para que cada funcionário se sinta à vontade para dar seu feedback, mesmo quando for difícil. Onde há confiança se sabe que as críticas estão vindo com boas intenções". (Laura Ching - Co-fundadora da Tiny Prints)

5. Comunicação aberta e honesta

"Problemas se espalham quando as equipes não são honestas, especialmente se tratando de times diversificados, onde há muitas opiniões diferentes. Enquanto líder, é preciso criar uma cultura que recompense e promova a honestidade, mesmo que isso gere desacordos. Também é importante ser ousado, especialmente se você é um empreendedor e quer impactar seu país e mudar o mundo. Isso requer coragem." (Steve Poizner - CEO da Empowered Carreers)

6. Gratidão/valorização

"Todos nós nos sentimos gratos pelos negócios que construímos juntos e pelas oportunidades que temos, por isso trabalhamos para transmitir esse sentimento para os nossos funcionários, clientes e parceiros." (Beth Cross - Fundadora e CEO da Ariat International)

7. Honestidade, simplicidade e fazer algo que você acredita ter um valor real
"Muitas empresas fazem pesquisas de mercado e tentam se antecipar em conhecer as necessidades do cliente. Eu prefiro simplesmente desenvolver grandes produtos e contar uma história honesta sobre eles. Todo o marketing excessivo no mundo comercial tem criado um desejo por autenticidade." (Rob Forbes - Fundador da Design Within Reach e da Public Bikes)

8. Paixão

"Eu só quero que as pessoas trabalhem na Stella & Dot se elas sentirem que isso se encaixa em sua missão de vida. A vida é muito curta para não amar o que você faz, o porquê do que você faz e com quem o faz. Quando você acordar precisa se perguntar 'O que eu estou fazendo é o meu melhor propósito? Eu amo o lugar onde moro, quem eu conheço, o meu trabalho?' Muitas vezes fazemos certas coisas porque precisamos pagar as contas ou porque a posição oferecida é uma 'oportunidade'. Eu respeito quem trabalha para pagar as contas, mas quem está nessa situação deve continuar na jornada para fazer isso enquanto trabalha em algo que ama." (Jessica Herrin - Fundadora da Stella & Dot)

9. Transparência e abertura


"Acredito que você deva compartilhar o que muitos consideram segredos sobre como a empresa realmente está se saindo, inclusive financeiramente, com todos os funcionários, absolutamente. Não deve haver contenção de informações. Também acredito que cada colaborador deva ser encorajado a fazer experimentos rápidos, que falharão com a mesma velocidade. Esses testes mostram as melhores ideias e estas devem prevalecer" James Gutierrez - (Fundador da Progreso Financiero)

10. Trabalhar para fazer diferença no mundo


"Você pode ver quem tem mais poder numa sociedade observando quem possui os maiores prédios. Há 200 anos eram as catedrais. Há 50 eram os prédios governamentais. Hoje, na maioria das áreas urbanas, o poder está nos negócios e seus arranha-céus. A administração e o empreendorismo são a influência mais forte e poderosa no mundo de hoje. 54 das 100 entidades mais poderosas do mundo atualmente são empresas, não países. Isso significa que é muito mais importante que os empreendimentos adotem uma perspectiva capitalista consciente para fazer a diferença. Eu acredito nisso em nível global. Empresas estão finalmente se perguntando 'qual  é a marca ecológica que deixaremos?' Elas também precisam olhar para a marca emocional que deixam em seus funcionários." (Chip Conley - Fundador da rede de hotéis Joie de Vivre).

Fonte: Administradores.com


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Como dar feedback para os sócios

Prática deve ser incorporada à cultura da empresa e feita frequentemente





A prática de dar feedback aos funcionários é comum – periodicamente, os gestores informam os pontos positivos do trabalho e os aspectos a melhorar de cada colaborador. Essa ação, que aprimora o desempenho individual e a performance da empresa, também pode ser levada para o relacionamento entre os sócios.

Envolvidos com o andamento do negócio, os parceiros podem diminuir o diálogo – e, assim, alimentar pequenas insatisfações. Ou, pressionados pela necessidade de desenvolver o empreendimento, podem exagerar nas palavras e ofender um ao outro. Tudo isso coloca a parceria em risco.

Segundo Adriana Chaves, sócia do Grupo DMRH, os feedbacks entre sócios podem ser feitos ao final de cada projeto ou periodicamente, com intervalos previamente definidos. “O importante é que a prática seja incorporada à cultura da empresa”, afirma. É possível ainda fazer miniavalições ao final de cada reunião. “Assim ninguém leva nenhum problema para ser resolvido fora dali.”

Na opinião de Adriana, não é imprescindível elaborar uma lista de aspectos ou competências a avaliar – o essencial é trazer à luz os pontos que devem ser melhorados e os que merecem elogios. “É fundamental ter o cuidado de dizer no que as ações do sócio resultaram”, diz. Por exemplo: em vez de fazer um comentário como “você sempre age desta forma”, é melhor apontar situações concretas em que um comportamento teve resultado bom ou ruim.

A seguir, a profissional sugere mais três cuidados que os sócios devem ter para oferecer feedback sem comprometer a parceria:

- Reveja conceitos: lembre-se de que, antes de tudo, existe uma relação de parceria estabelecida e que pode ser mantida por meio do diálogo, mesmo quando há diferenças de opiniões.

- Estabeleça limites: não deixe que fatores extraprofissionais interfiram no ambiente de trabalho. Saiba separar o que é pessoal do que é da empresa.

- Contenha-se: enumere antes da conversa os pontos a serem abordados e reflita sobre as possíveis consequências do que está prestes a falar.
 
 
Fonte: Revistas Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os desafios para gerenciar a reputação corporativa

Reputação é o tipo de coisa que todo mundo só lembra que existe quando acontece uma crise e a imagem da pessoa ou da empresa desce pelo ralo. Em tempos de “bonança”, o comportamento natural é ir levando sem muita preocupação. Mas por que pouco se pensa em construir de forma sólida o seu capital social?

Do ponto de vista corporativo, 87% das empresas em todo o mundo ainda estão no primeiro terço de sua jornada para estabelecer um processo consistente de gestão de sua reputação. Mais da metade não passou da etapa de organizar como mensurar e gerir esse importante ativo intangível e apenas 2% podem dizer que a gestão da reputação está totalmente integrada à sua estratégia de negócios de longo prazo e que merece um naco de seus investimentos.

“Gerir a reputação é manobrar para encontrar oportunidades e ao mesmo tempo mitigar os riscos do negócio”, diz Karper Ulf Nielsen, senior partner do Reputation Institute, organização responsável pelo levantamento desses dados.

Um curso promovido pelo instituto, em parceira com a Tuck School of Business, dos Estados Unidos, reforça: o que você é importa mais do que o que você vende. E traz um caminho muito claro para entender por que, apesar de ser uma demanda tão importante, muitas empresas ainda acreditam que gestão da reputação é apagar incêndios e que é responsabilidade apenas do departamento de comunicação da empresa.

A reputação de uma corporação, ou como ela é percebida pelo mercado, está diretamente ligada a três fatores:

1) A experiência pessoal como usuário dos produtos ou serviços, como investidor ou como funcionário.

2) As atitudes da empresa, traduzidas em ações, comportamentos, responsabilidade social, governança corporativa e comunicação.

3) A opinião de terceiros, que exerce influência nas pessoas (mídia tradicional e social, líderes e especialistas, sua rede de contatos/network).

“Essas são forças que agem diretamente na construção da reputação e afetam nossa percepção de uma marca forte ou fraca”, afirma Charles J. Fombrun, fundador e chairman do Reputation Institute. É o que gera respeito, confiança, admiração e, por fim, estima por uma marca.

O que acontece em uma crise de imagem — Primeiro, há o choque do acontecimento, o “e agora?”, o telefonema no meio da noite. Em seguida, o evento ganha proporções assustadoras de forma acelerada, o que leva ao pânico e à tendência a agir de maneira irracional, impensada, confusa e até temerosa. Aí se instala o caos na hora de assumir a comunicação, de definir o que e como será dito e por quem. As informações podem se tornar desencontradas, superficiais e incompletas, o que é um prato cheio para a mídia, subitamente onipresente, e mais ainda se considerarmos que hoje os stakeholders podem bombardear diretamente a empresa via mídias sociais – tenham eles razão ou não.

Desafios aos líderes – Parece impossível proteger-se na era digital, em que as notícias – verdadeiras ou falsas — galopam nas redes sociais? O segredo para contornar com mais rapidez e eficiência os percalços do caminho passa pela construção de uma reputação consistente, que possa “segurar as pontas” quando algo ruim acontece.

Saber planejar o crescimento do negócio levando em conta a construção de uma reputação sólida é ainda o principal desafio dos líderes empresariais, segundo o estudo Reputation Leader 2013, baseado nas respostas de líderes de 292 das maiores e mais influentes corporações do mundo.

Os números comprovam: 79% desses líderes concordam que hoje se vive em uma “Economia da Reputação”, mas apenas 20% consideram que sua empresa está preparada para tirar vantagem disso. Em ordem de importância, eles disseram:

- Não temos um processo estruturado para integrar questões relativas a reputação em nosso planejamento de negócios (57%);
- Não estamos aproveitando o conhecimento que temos para nos tornarmos mais relevantes para cada grupo de stakeholders (45%);
- ”Panelinhas” dentro da empresa impedem a colaboração entre pessoas e departamentos (34%);
- O estudo também mostrou que 56% dos líderes acreditam que a gestão da reputação é de fundamental importância e 62% disseram que, nos próximos anos, será uma prioridade ainda maior para as empresas.

Porém, a reputação está longe de ser sinônimo de “aparecer bonitinho” nas páginas dos jornais. Reputação é uma percepção muito mais profunda, reflexo de atitudes e ações, e qualquer tentativa de maquiar iniciativas reais com os recursos da comunicação será, mais cedo ou mais tarde, desmascarada.


Fonte: Blog Mídias Sociais

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Ferramentas do Google que podem ajudar nos estudos

Por mais que os alunos usem a internet para o entretenimento, existem ferramentas que podem ser as melhores amigas deles na hora da educação.

As ferramentas dispostas na internet podem ser úteis aos seus usuários de muitas formas. O Google, famoso principalmente como um site de busca, disponibiliza diversos serviços que possibilitam aos estudantes uma alternativa para estudos e para a realização de projetos escolares.

Confira algumas dessas principais ferramentas:

YouTube
A importância do YouTube como ferramenta de estudos é incontestável. Além de diversos vídeos educativos (vídeo-aulas, documentários), os alunos também podem produzir conteúdo e compartilhar pelo site possibilitando, assim, um novo jeito de realizar trabalhos escolares.

Google Drive
Google Drive é uma ferramenta de armazenamento de arquivos. Com acesso online e offline, os alunos podem usá-lo como um meio de entregar e apresentar trabalhos, receber avaliações dos professores e também para se comunicarem.

Google Hangouts
Uma ótima alternativa para trabalhos em grupo é o Google Hangouts. É uma ferramenta simples que não exige conhecimentos técnicos para utilizá-la. Permite chats, vídeo conferências e a gravação dessas transmissões.

Google Calendar
O Google Calendar é um serviço de agenda que permite que você marque seus compromissos e que envia notificações nas datas marcadas. Para os estudantes, é um bom jeito para organizar projetos e não se esquecer dos prazos.

G-mail
Com um bom espaço de armazenamento, o G-mail é ideal para os estudantes, já que eles podem enviar a quantidade de e-mails que for necessária e assim, realizar os projetos escolares com mais facilidade.


Fonte: Universia Brasil

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Estratégias para usar na hora de falar em público




Usar as táticas certas na hora de fazer uma apresentação em público faz com que até o mais inexperiente orador seja aplaudido e se saia bem diante da plateia.

Dominar o assunto é dominar o medo de falar em público

Conhecer bem o assunto é o primeiro passo para uma apresentação bem sucedida. “As pessoas têm medo de falar em público quando não dominam o assunto da apresentação”, diz o palestrante e coach Maurício Seriacopi. De acordo com ele a preparação deve englobar também possíveis dúvidas e interpretações que poderão surgir ao longo da apresentação.

Estude a sua plateia

Quem é o seu público? São os diretores da empresa? É uma plateia de jovens, pessoas mais velhas ou mista? Faixa etária, segmento e perfil são aspectos que devem ser analisados. A partir disso você vai decidir o vocabulário empregado, por exemplo. “Não adianta utilizar um linguajar técnico para um público leigo ou linguagem vulgar para uma plateia composta por especialistas”, diz Reinaldo Polito, professor de expressão verbal e palestrante.

Mostre ao público qual a vantagem de prestar atenção ao que você vai dizer

O que as pessoas vão ganhar ao dedicarem atenção ao que você está dizendo? Verbalize esse ganho para estimular o interesse. “É dizer claramente. Se é um público conservador e o tema é plano de investimento, explique que vai falar de investimentos seguros, tranquilos e que vão ajudar a atravessar um período de turbulência”, explica Polito.

Ou seja, o ganho é algo que pode variar de acordo com os ouvintes. “Se a plateia é formada por investidores agressivos, falar de investimentos seguros não vai captar a atenção das pessoas, por isso é muito importante conhecer características predominantes que permeiam o público”, ressalta Polito.

Crie expectativa

“O público que não tem expectativa não acompanha”, diz Polito. Por isso, seja de forma explícita ou nas entrelinhas, diga que vai fazer uma revelação. “Se for uma palestra sobre investimento de renda fixa, diga que vai dar exemplos de pessoas que se deram bem para criar a expectativa, por exemplo”, explica Polito.

Quebre resistências, conquiste atenção logo no início

Uma plateia atenta, interessada e receptiva é o sonho de toda pessoa que fala em público. Mas nem sempre é assim. Por isso, na hora de começar a falar leve em consideração se as pessoas estão torcendo por você, se há resistências ao assunto ou mesmo a você ou ao ambiente. “Se as pessoas estão torcendo por você, elas estão atentas”, diz Polito. Mas, se não existe torcida, comece agradecendo pela oportunidade de estar ali, seja simpático. “Pode ser fazendo um elogio que não passe a ideia de demagogia, demonstrando envolvimento em tratar do assunto”, diz Polito.

Fazer algo de impacto para captar a plateia logo no início é uma das táticas usadas por Seriacopi. “Logo no começo entro com uma dinâmica ou atividade para despertar a atenção das pessoas”, conta o palestrante. De acordo com ele, é uma maneira de mostrar ao público que a qualquer momento pode haver mais interações. “As pessoas ficam atentas porque podem ser parte do contexto”, diz.

Frases de impacto, histórias e fatos bem humorados são alternativas para prender a atenção das pessoas, segundo Polito. Ao encontrar resistência em relação a você, como palestrante, aos poucos vá revelando a sua experiência como forma de chancelar a sua presença ali. “Citar uma frase de uma autoridade no tema que será discutido é também uma maneira de transferir credibilidade para sua fala”, diz Polito.

Se há resistência ao assunto, não dê a sua opinião logo de cara, recomenda Polito. “É uma questão inteligência. Se der a sua opinião, quem concorda vai ficar feliz e quem não concorda vai se afastar ainda mais”, explica. Aposte em uma maneira disciplinada de fazer a relação dos pontos em comum entre você os ouvintes. “Assim eles vão concordando e é possível quebrar as resistências”, diz. Caso o problema seja o ambiente, com cadeiras desconfortáveis, ar muito frio ou local barulhento diga que não vai tomar muito tempo das pessoas.

Humor é uma boa forma de manter a atenção

Começar uma apresentação fazendo piada pode ser um tiro no pé. “Porque se não tem graça e as pessoas não dão risada a pessoas vai ficar desestabilizada”, diz Polito. O ideal é inserir passagens bem humoradas ao longo da apresentação, principalmente depois de tratar de conceitos pesados e mais técnicos. “Dá uma arejada na apresentação”, diz Polito. 

Ironia fina, brincadeiras subentendidas demonstram preparo, sagacidade e uma percepção de que trata-se de um público mais bem preparado capaz de entender este tipo de humor.

Dê ritmo à apresentação e fuja de vícios de linguagem

Dê ritmo à fala. Não fale sempre no mesmo tom de voz. Acelere ou fale mais devagar dependendo do momento. “Um momento de reflexão pede uma fala mais cadenciada”, diz Seriacopi. Não grite, mas não fale baixo. “Falar mais alto demonstra envolvimento”, diz Polito. Evite vícios de linguagem como “né”, “tá” “ tipo”, “na verdade”. “Isto irrita a plateia”, diz Polito.

A pausa é sedutora na comunicação

Faça pausas, elas são essenciais, de acordo com os dois especialistas. “Faço pausas de 5 a 10 segundos, após uma pergunta, ou para dar tempo de as pessoas assimilarem o conteúdo”, diz Seriacopi. “A pausa valoriza a informação, criar expectativa sobre o que será dito em seguida e demonstra o domínio de quem está fazendo a apresentação”, diz Polito.

 Movimente-se na medida certa

A movimentação é importante em uma apresentação. “É usar o máximo de espaço disponível para se movimentar”, diz Seriacopi. Se for um palco, caminhe, se for possível até desça do palco e ande entre as fileiras, recomenda o palestrante. Mas cuidado para não passar na frente de projetores.

Recursos visuais aumentam o poder de retenção do público

Após três dias de uma apresentação, as pessoas se lembram de 10% do que foi dito, segundo Polito. “Se a apresentação usa recursos visuais, este percentual sobre para 65%”. Slides e vídeos são alguns dos recursos para aumentar o poder de retenção do público. Mas, ressalta Polito, é um recurso que deve ter importância secundária. “Algumas pessoas invertem e acabam ficando apenas do lado dos slides”, diz. “Uso recursos de vídeo, slides, imagens, música mesclados à oratória para não cansar o público”, diz Seriacopi. O recurso visual dá a indicação de conceitos, a explicação é sempre do palestrante. “Se é uma pessoa que usa 60, 70 telas e recomendo que ela reduza para 35 ou 30”, diz Polito. Para ele, vale a regra dos 7 por 7: “ 7 palavras por frase e 7 frases por slide”, explica.

Para fechar a apresentação sintetize o assunto em 2 ou 3 frases

Escolher duas ou três frases que sintetizem o que foi tratado durante a palestra. “Assim é possível abraçar o conteúdo”, diz Polito. Em seguida, recomenda, peça ação se for possível agir imediatamente ou uma reflexão a respeito do assunto da apresentação. “Ao fim de minhas palestras, eu escolho trazer uma história ou de alguém conhecido ou minha que comprove que o que eu estou falando funciona, não só teoria”, diz Seriacopi. Se for preciso avisar o público que a apresentação terminou, é sinal que de o fechamento não foi bem feito”, diz Seriacopi . Tom, velocidade da voz e o agradecimento darão ao público a certeza de que a apresentação chegou ao fim. 

Fonte: Exame.com

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Qualificação profissional

Não é de hoje que ouvimos falar por aí que estamos vivendo em um mundo globalizado, onde a toda hora transformações e mutações estão acontecendo em todos os setores da economia. Por este motivo, o mercado de trabalho a cada dia torna-se cada vez mais exigente na busca de bons profissionais que possam suprir as necessidades dos altos padrões necessários às empresas. 
 
 

Dessa forma, hoje é comum vermos empresas em busca de um individuo produtivo, focado, determinado e que busque constantemente aprimorar conhecimentos e habilidades, além de está disponível para encarar novos desafios, isto é, um profissional bem qualificado, que na maioria das vezes almeja alcançar uma posição de destaque em seu ramo de atuação.

Entretanto, o que precisa-se ter em mente é que a qualificação profissional nos dias atuais não se limita apenas a um curso de formação, é importante entender que para adequar-se as exigências do mercado em constante competitividade, o profissional deve levar em consideração todos os níveis de aprendizagem, desde o básico (incluso aqui os clássicos erros de ortografia que às vezes é algo imperdoável) até o mais avançado, os estágios, a graduação, a especialização, o mestrado, a participação ativa em palestras, oficinas e etc., isto é, utilizar-se de tudo aquilo que estiver ao seu alcance para adquirir conhecimentos teóricos que mais tarde possam ser adaptados à realidade do mercado e que na prática possam resolver uma tarefa.

Assim, para que tudo isso possa ser reunido em um perfil profissional de alguém, faz-se necessário que o mesmo confeccione uma rota de idéias que seja compatível com a sua realidade profissional e consiga atender as exigências no mercado o qual está inserido.

Em virtude da concorrência sem freio presente em nossa sociedade, a colocação profissional não depende somente de diplomas e certificados. É preciso ser inovador, competente, ágil, habilidoso, bem relacionado, dinâmico, atuante, estudioso e por fim o conhecedor tanto da teoria quanto da prática.

Desse modo, a qualificação profissional carece ser vista como um fator determinante ao futuro daqueles que batalham uma melhor colocação no mercado de trabalho e mais ainda para aqueles que batalham crescimento em suas empresas. O profissional, não importa se é o que ingressa hoje no mercado de trabalho ou aquele que busca uma promoção em seu setor de atuação, deve compreender que o sucesso nada mais é que o fruto da sua evolução profissional, e que por isso mesmo o mercado é cruel, é preciso se destacar, superar obstáculos, romper barreiras, cair, levantar, fazer sempre o melhor e tudo isto não é fácil pois o sujeito precisa incorporar novidades em sua atuação (sair do comodismo), estando sempre de olho no futuro, tendo em mente que seu trabalho precisa e deve contribuir para o crescimento econômico da empresa.

Diante disto, já deu para entender que é muito grande o número de profissionais que se formam a cada ano, mas o diferencial em questionamento não é só o conhecimento adquirido, e sim a vivência e a busca constante por qualificação.  No entanto, torna-se notório que essa qualificação venha a pôr em prática as exigências de um mercado tão competitivo e em constante busca por crescimento e expansão.

E o bom profissional não fica fora do mercado de trabalho. #Ficaadica


Fonte: Dos autores deste blog. Artigo publicado na Revista Seridó S/A. Ed. Janeiro/2013.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O que deve ser feito para quem almeja mudar de emprego

O fim da primeira quinzena do ano já está aí. E, até agora, o que você fez por sua carreira (além de voltar à rotina tradicional)? “Se queremos resultados diferentes, precisamos agir de maneira diferente. Temos que assumir o controle das ações”, afirma André Ribeiro, da Produtive. E quando a meta é mudar de emprego e crescer na carreira, é preciso tomar algumas atitudes básicas. Confira quais:

 Atualize seu currículo

Nunca se sabe quais oportunidades profissionais podem aparecer nos dias que se seguem. Por isso, aproveite para dar uma nova cara ao seu currículo. A ideia não é mudar o design do documento ou transformar seu currículo em infográfico. Mas, sim, colocar no papel um bom resumo do que foi seu 2012.

Se continuou no mesmo emprego, atualize seus principais resultados no campo descrição. Se mudou, altere esta informação. Fez um curso? Melhorou sua fluência em algum idioma? Inclua tudo isso no seu currículo. Com objetividade, clareza e todos os outros atributos de um bom currículo.

Melhore seu perfil no LinkedIn

Não basta ter um perfil no LinkedIn. É preciso participar. Primeiro, muita atenção às palavras que você insere no perfil. Para aparecer bem nas ferramentas de busca, invista em técnicas de SEO, como uso de palavras chave.

Coloque na sua agenda também a participação ativa nos grupos de discussão, o hábito de responder às perguntas postadas no site ou outras ações que torne você relevante na rede. No caso de estudantes ou recém-formados com pouca experiência profissional, a dica é “pedir uma recomendação para professores ou colegas de turma”, afirma Ribeiro, da Produtive.

Mostre-se

Saia do ostracismo profissional e mostre ao mercado que o está mirando. Para isso, cadastre seu currículo em sites especializados e informe sua rede de contatos que procura novas oportunidades profissionais este ano. Se está empregado, faça isso com discrição.

 “Sempre que a gente fala de carreira, o primeiro passo é voltar para si mesmo e procurar se conhecer”, diz o especialista. Aproveite o dia para avaliar seus principais pontos fortes e fracos, o que você construiu na carreira até agora e o que planeja para o futuro.

Tentar responder as 20 perguntas que mais aparecem nas entrevistas de emprego pode ser um bom caminho para fazer este mergulho para dentro de si.

Elabore planos de ação para melhorar seu passe

Diante dos pontos que você ainda tem a desenvolver e daquilo que você vislumbra para a sua carreira, crie planos de ação para melhorar seu perfil profissional. Cuidado para não fazer deles uma mera lista de intenções. Pense em estratégias factíveis que irão encantar o recrutador na hora da entrevista.

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Dicas de livros para quem quer aprimorar a gestão de um negócio


A leitura é essencial para os empreendedores se manterem atualizados. Confira abaixo três sugestões de livros sobre gestão de risco, planos de negócios e marketing indicados a quem tem uma pequena empresa.

 - “Gestão Estratégica do Risco - Referência para a Tomada de Riscos Empresariais”, de Aswath Damodaran

Em um país em que mais de 75% das empresas vão à falência antes de completar três anos, empreender significa aceitar riscos. Contudo, a maioria dos pequenos empresários não consegue enxergar, de forma racional, os riscos e as oportunidades.

Por isso, entender profundamente a relação entre gestão de risco e tomada de decisão é fundamental para o sucesso empresarial. Embora seja técnico, a obra de Damodaran apresenta todos os conceitos necessários para a gestão estratégica do risco, auxiliando empreendedores a navegar a relação entre risco e retorno de forma eficiente.

 - “Planos de Negócios que Dão Certo”, de Andrew Zacharakis, José Carlos Assis Dornelas e Jeffry A. Timmons

Todo pequeno empresário precisa de um plano de negócios robusto e bem executado para aumentar suas chances de sucesso. A maioria dos empreendedores brasileiros não constrói um plano de negócios ou, quando o faz, não o revê periodicamente para checar se a empresa está evoluindo de acordo com o planejado.

São muitos os livros sobre planos de negócios, mas a vantagem desta obra é tentar resumir as melhores características de um bom plano.

 - “Plano de Marketing Para Micro e Pequena Empresa”, de Alexandre Luzzi

Marketing vai muito além de propaganda e promoções. Embora o “marketing seja a alma do negócio”, muitos pequenos empresários desconsideram que uma gestão profissional de marketing pode alavancar o sucesso empresarial.

A obra apresenta o tema de forma didática para profissionais iniciantes. O livro oferece todas as ferramentas para o início de um empreendimento.


Fonte: Exame PME

domingo, 6 de janeiro de 2013

Professor universitário é a profissão menos estressante, afirma pesquisa

O estudo foi realizado nos Estados Unidos, e levou em conta as condições de trabalho e remuneração do país.

O site americano CareerCast.com publicou seu ranking anual das profissões mais e menos estressantes. Segundo a pesquisa, os professores universitários lideram a lista dos menos estressados, enquanto os militares são os mais nervosos. O estudo foi realizado nos Estados Unidos, e levou em conta as condições de trabalho e remuneração do país.

Veja a lista completa:

As profissões menos estressantes de 2013


1) Professor universitário

2) Costureira/alfaiate

3) Técnico de registros médicos

4) Joalheiro

5) Técnico de laboratório

6) Audiologista ( fonoaudiólogo que fez especialização em ouvido e audição e realiza exames específicos — que antes só podiam ser feitos pelo otorrinolaringologista).

7) Nutricionista

8) Cabeleireiro

9) Bibliotecário

10) Operador de prensa






As profissões mais estressantes de 2013

1) Militar

2) General

3) Bombeiro

4) Piloto de avião comercial

5) Gerente de relações públicas

6) Executivo sênior

7) Fotojornalista

8) Repórter de jornal impresso

9) Motorista de táxi

10) Policial

Com informações do Globo


Fonte: Administradores.com

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dicas para começar um negócio próprio.


Perder peso, parar de fumar ou voltar a estudar. É nesta época do ano que a maioria das pessoas começa a pensar nas promessas e resoluções para o futuro. Este é também um bom tempo para quem quer planejar um novo negócio. “O processo de planejamento tem início com a definição dos objetivos de longo prazo da empresa”, explica Dariane Castanheira, professora e consultora do Programa de Capacitação de Empresas em Desenvolvimento (PROCED/FIA).

Confira abaixo três passos para quem quer começar a colocar em prática o plano de empreender em 2013.
 
Pesquise sobre o setor

Para os especialistas, os empreendedores multiplicam suas chances de sucesso quando investem em setores que já conhecem. Mesmo assim, é preciso fazer uma pesquisa aprofundada da área antes de começar um projeto. “A primeira coisa é entender como é o setor e quais são as principais oportunidades, ameaças e tendências interessantes”, diz David Kallás, professor de gestão estratégica do Insper.
 
Encontre um diferencial

Não basta identificar uma área de atuação. Para que a empresa seja bem sucedida, o empreendedor deve focar em um diferencial. Um exemplo é como a tendência de enriquecimento da população pode gerar novas oportunidades. “Isso gera ideias de como posicionar o negócio dele. É preciso identificar oportunidades e achar diferencial para o negócio”, complementa Kallás.

Calcule o investimento

Já com um esboço do negócio em mente, é hora de calcular quanto investimento e qual estrutura a empresa vai demandar. “Tente identificar e colocar no papel como vai ser estrutura e descobrir qual seria o investimento, incluindo estrutura física, mobiliários e pessoal”, diz o professor do Insper.

Neste ponto, é importante pensar que uma empresa não é só aquilo que você enxerga como consumidor. Há toda uma estrutura por trás da fachada e também financeira para que o negócio sobreviva. “Outra coisa que é importante é o capital de giro”, indica Kallás. Por isso, essa etapa deve ser feita como um planejamento financeiro. “A partir da meta de lucro, elabore o plano financeiro detalhado de curto prazo para o próximo ano”, sugere Dariane.

Conversar com outros empresários do mesmo ramo é uma boa forma de descobrir todos os custos do negócio. “Precisa quantificar todo o dinheiro que vai precisar colocar no negócio. Se for de longo prazo, tem que aproveitar 2013 para guardar dinheiro ou buscar uma fonte de financiamento ou investidor”, afirma Kallás.
 
Faça um plano de negócios

O próximo passo é colocar tudo no papel, no formato de um plano de negócios. “Elabore o plano de negócios, que é mais abrangente e possui planos estratégico, de marketing e financeiro. Ele tem a função de avaliar se o negócio é viável ou não”, explica Dariane.

Além disso, é importante definir se vai tocar a empresa em paralelo com outra atividade, como o emprego atual. “Tem que se planejar direitinho e ver se vai fazer enquanto está trabalhando. Precisa ir atrás da estrutura e recrutar gente. Buscar capacitação é uma coisa legal também. Isso já é um pouco o começo do negócio”, conta Kallás. 


Fonte: Exame PME


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

O que é ser inteligente? Quais os tipos de inteligências? Você sabia que existe a inteligência acadêmica (QI) e inteligência emocional (QE)? Se sim, vamos compreender mais um pouco, se não, conheça agora e faça uma auto-avaliação de si mesmo ao final?


Hoje, se compreende que a QI (inteligência acadêmica) pouco tem relação com a vida emocional, uma vez que, pessoas com altos níveis de QI se deixam levar por sentimentos desgovernados tornando-se maus administradores de suas vidas amorosas. Por outro lado,  já se sabe também que o QI já não é ou nunca foi um fator predominante que indicasse sucesso na vida, sendo necessário também de outras forças e é nessas forças onde a QE (inteligência emocional) ganha espaço, tendo em vista que o mercado hoje procura pessoas com capacidade de motivar-se, persistir diante à frustrações, controlar impulsos, adiar a satisfação, regular o próprio estado de espírito e impedir que a aflição invada a capacidade de pensar, criar empatia e saber esperar.

 Quando se olha para a inteligência acadêmica nos dias atuais nota-se que ela não oferece nenhuma garantia às vicissitudes da vida, uma vez que ignora a QE, esta que possui imensa importância para o destino pessoal do homem enquanto pessoa, sendo ela uma metacapacidade que auxilia até onde podemos usar o intelecto bruto. E, é neste ponto onde surge a contestação à QI e trás a tona as inteligências pessoais: a interpessoal e intrapessoal, a primeira faz-se referência a capacidade de compreender outras pessoas e a segunda refere-se à questão do autoconhecimento, o acesso aos próprios sentimentos e a capacidade de discriminá-los e usá-los para orientar o comportamento. Logo, no cotidiano nenhuma inteligência é mais importante que a intrapessoal. Grupos cada vez maiores de psicólogos já concordam quando relatam que um bom desempenho em testes de QI é um fator de previsão mais direta de sucesso em sala de aula ou como professor, mas cada vez menos quando os caminhos da vida se desviam da academia. Ter autoconsciência já é questão-chave “consciente ao mesmo tempo de nosso estado de espírito e de nossos pensamentos sobre esse estado de espírito”.

 Torna-se explicito e com conotação aceitável que para acompanhar essas emoções existem três estilos típicos de pessoas: as autoconscientes (conscientes de seus estados de espíritos), as mergulhadas (pessoas inundadas por suas emoções) e as resignadas (pessoas que apesar de verem com clareza o que estão fazendo, também tendem a aceitar seus estados de espírito e para tanto, não tentam mudá-los). Que tipo de pessoa é você?

É questionado que as mulheres em geral, sentem com mais força emoções positivas e negativas que os homens, mas diferença de sexo à parte é evidente que a vida emocional é mais rica para os que observam mais. O ser humano não toma decisões por pura racionalidade, mas também são influenciados por intuição e sabedoria emocional das experiências passadas que é a chave fundamental para uma mais sábia tomada de decisão e consequentemente estes tornam-se mais afinados com seus próprios sentimentos.

Desse modo, percebemos que tentar ter o controle sobre nossos sentimentos, buscar o autoconhecimento, isto é, a inteligência emocional, vem se tornando um fator primordial para o sucesso na vida profissional e pessoal, descobrindo-se também que um alto nível de conhecimento acadêmico “nem sempre” é sinônimo de bons resultados vida a fora e para tanto, vale a pena ressaltar que a inteligência emocional acompanhada de um bom desenvolvimento acadêmico pode ser sim sinal de sucesso.



O que é ser inteligente mesmo?













 






sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Marketing pessoal - Missão, Visão e Valores.

 
Para desenvolver a sua estratégia de marketing pessoal é preciso antes de tudo olhar para dentro de si e descobrir a sua essência.

    A sua missão – a sua razão de ser, a sua finalidade e proposta
    A sua visão – inteligência, percepção e discernimento
    Seus valores – seus princípios e crenças e política pessoal

Qual a sua Missão?
 
Quando falamos sobre a Missão de uma empresa, falamos sobre a sua essência, a razão da sua existência e sua proposta em relação ao ambiente em que atua. E você? Qual a razão da sua existência? O que o te impulsiona, de onde vem a sua força e motivação para viver?

Partindo do princípio que temos todos os recursos essenciais e necessários para conquistar qualquer realização na nossa vida, e que não existem quaisquer barreiras na concretização de qualquer que seja o nosso sonho. Caso pudesse escolher e não tendo quaisquer limites aos seus sonhos pode questionar-se sem pudor de:

    Qual é o seu apelo à acção?
    O que mais o realiza?
    O que o faz sentir-se especial e reconhecido?
    O que lhe transmite realização pessoal e/ou profissional?
    Qual o preço que está disposto a pagar para realizar os seus sonhos?
    Até onde está preparado para ir?

Por exemplo, o seu sonho é a ajuda ao próximo porque alimenta o seu coração ou então administrar sua própria empresa é a realização mais importante para si neste momento.

Por norma todos nós já sabemos o que precisamos, no entanto temos muita dificuldade em reconhecer e assumir esse sentimento dentro de nós. Se olhar à sua volta, o mundo representa essa ausência de realização e é reflexo de nossas escolhas. Será que as verdades impostas pela sociedade tem sido uma resposta positiva? Será que anular os nossos sonhos representa uma solução? Escutando o seu coração e tendo em conta os seus sonhos e realização, que escolhas vai fazer daqui para frente? E não tente abafar seus desejos em função de sua situação actual. O potencial do Ser Humano é imenso e capaz de transformar tudo aquilo que desejar. Passo-a-passo, dia-a-dia, você poderá alcançar seus objectivos mantendo o foco e a disciplina.

A missão de uma empresa é a razão de sua existência, que sempre deve ir além de gerar lucro (ou de conquistar bens materiais). E você? Qual a sua razão?
 
Visão

A maioria das declarações de visão pessoal giram em torno de a pessoa ser uma pioneira em um nicho específico, e com a diferenciação e qualidade tornar-se reconhecido no meio social e profissional.

    Como você se vê daqui a 5 ou 10 anos?
    Como você se vê com 60 anos?
    O que deseja ter realizadado?
    O que deseja ter mudado?
    Como espera ser visto pelas pessoas de sua convivência?
    Que tipo de exemplo deseja ser?

Valores

Os valores representam as crenças sobre as quais regemos a nossa vida, em que é que acreditamos que nos torna especiais e melhores pessoas e profissionais.

Exemplos de valores – honestidade, respeito às pessoas, às lei e ao meio-ambiente, liberdade, fé, boa vontade, fidelidade, amor e valor próprio, entre outros.

    Quais valores o fazem parar e pensar antes de agir?
    Que valores gostaria de inserir na sua vida?

Política Pessoal

A nossa forma de agir e como colocamos em prática a nossa missão, visão e valores representa a nossa politica pessoal. As opções que escolhemos e as regras que estabelecemos sobre nos mesmos definem a consistência e firmeza com que percorremos o caminho que definimos para alcançar as nossas realizações.

Por exemplo: suas regras de como administrar as finanças, a metodologia que adopta na educação dos filhos, os limites que estabelece entre os amigos e a esposa / o marido.

Acredite: estabelecer regras que orientem suas decisões não só facilita o alcance dos objectivos, como também permite liberar sua mente para coisas mais importantes.

Fonte: Marketing Pessoal . net

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Como preparar uma apresentação encantadora?

Se você está precisando apresentar algo na universidade ou no seu trabalho, é bom ficar atento a algumas dicas para surpreender seu público

Apresentação. Por mais que essa palavrinha cause verdadeiros calafrios em algumas pessoas, todas, independente da área, precisam apresentar algum trabalho em um momento de suas vidas.

Quando estamos na universidade ou atuando em determinadas áreas profissionais, fazer uma apresentação torna-se algo ainda mais frequente. No entanto, muitos sentem dificuldade para transmitir o conteúdo e transformam esse momento em um verdadeiro suplício para quem está assistindo e para ele mesmo.

"Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram", lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.

Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. "Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador", ressalta Manuela Baraad.




Acadêmicas x profissionais
Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.

"Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal", ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações
Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.

"Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela", destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras
As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.

"Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos", afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: "A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?".

Dicas para montar sua apresentação
Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.

Confira abaixo:








Fonte: Administradores.com

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Salário ou satisfação profissional?

Podemos observar que muitos profissionais bem sucedidos em suas carreiras fazem exatamente o que mais gostam e, como resultado, acabam sendo muito bem remunerados

Uma grande dificuldade para se obter sucesso profissional está justamente em saber "o que se quer ser quando crescer". Uma minoria de pessoas consegue ter a clareza de qual profissão deseja desempenhar no futuro, principalmente no momento de ingressar em uma universidade.

Normalmente, nos deparamos com algumas situações bem conhecidas por muitos, como a forte pressão dos pais pela escolha da profissão que mais os agrada, falta de clareza sobre qual carreira escolher ou a opção por um curso que caiba no orçamento - mesmo que não seja o curso ideal.

A exigência do mercado de trabalho e, psicologicamente, da sociedade, por uma formação de nível superior, faz com que muitas pessoas escolham um curso sem terem a certeza do que querem, e no meio do caminho desistem, ou ainda concluem o curso e não exercem a profissão.

Iniciamos nossas experiências profissionais buscando a felicidade, mas a necessidade financeira para suprir os desejos que a juventude exige acaba abrindo caminhos que dificultam. A verdade é que muitos jovens, pela falta de clareza e experiência, não sabem o que querem fazer e em que trabalhar para se considerarem felizes profissionalmente.



Geralmente optamos por algum curso de nível superior sem muita certeza da nossa escolha e experimentamos vários tipos de trabalhos e funções na busca pelo dinheiro. Afinal, logo de cara nossa busca pela felicidade acaba sendo deixada para segundo plano quando damos a prioridade para a questão financeira. No momento em que trabalhamos exclusivamente por melhores salários e melhores cargos, a satisfação pessoal e profissional ficam distantes de serem alcançadas.

Muitas pesquisas apontam que profissionais de cargos elevados em grandes organizações e com salários altíssimos largam tudo na busca pela satisfação por fazerem algo que realmente gostam e acreditam. Muitos reiniciam suas vidas profissionais e conseguem reequilibrar suas carreiras, onde conseguem dar prioridade para o prazer pelo que fazem e em pouco tempo conseguem ter como consequência um excelente retorno financeiro.

Aquele velho ditado que diz "nunca é tarde para recomeçar" é muitas vezes praticado por profissionais que conseguem aproveitar os programas de desenvolvimento oferecidos pelas organizações que investem em seus profissionais, sendo que o autoconhecimento proporcionado permite que muitos possam conquistar um novo significado para suas carreiras e consigam melhores resultados dentro da própria organização. Em alguns casos, os profissionais acabam mudando de área, pois a felicidade não é vislumbrada dentro da mesma organização. O mais importante é não desistir da busca pela felicidade.

Por conhecer diversos exemplos de casos reais, acredito que a forma mais sustentável de manter a equação salário x satisfação equilibrada é não focar única e exclusivamente no dinheiro, pois este deve vir como resultado do trabalho que é feito quando se gosta, com prazer e significado especial para quem o faz. É importante ser honesto consigo mesmo na busca pela felicidade profissional e que possamos mudar nossos rumos a qualquer época de nossas vidas, afinal: nunca é tarde para recomeçar!

Fonte: Administradores.com


segunda-feira, 23 de julho de 2012

A ARTE DO BOM SENSO

Quem nunca se deparou em ter que tomar uma decisão sem ter todas as informações necessárias? Quem nunca olhou pra um lado, pro outro e não sabia onde buscar as respostas? E aí o que fazer? Na dúvida parta sempre para o bom senso!
 
Fator primordial em qualquer passo a ser dado, o bom senso é algo que o gestor precisa praticar sempre.  Quando se o tem é possível fazer uma avaliação tanto de variáveis externas quanto internas, ponderando o que uma escolha pode acarretar para as pessoas e para a organização.

Não é novidade que o mundo dos negócios não é feito para amadores, ele não permite ensaio, e torna-se de suma importância que o administrador aja com bom senso, pois é de conhecimento que toda e qualquer decisão poderá levar uma empresa a ascensão, quanto para a submersão.

Em um mercado cada vez mais competitivo e exigente, atitude e comportamento são dois fatores que mantém um profissional no mercado. A moral e a conduta de um gestor é algo apreciado por todos. Portanto, toda cautela é pouca, pois o mais simples passo fora poderá ser crucial, comprometendo não somente sua vida profissional, mas a vida organizacional.

Em se falando de mercado é preciso perceber que a falta de bom senso na tomada de decisão poderá levar a empresa, ou sua vida pessoal ao caos. Na ausência do bom senso, o gestor ou qualquer ser humano apreciará os fatos de forma “míope”, sem fazer uma análise analítica e a fundo dos mesmos, sem enxergar cada fato de forma devida, o que compromete sua integridade.

Uma decisão que envolva a empresa deve ser tratada com o máximo de cuidado, e ter bom senso faz parte disto, pois se agrega valor e contribui para um resultado eficiente e eficaz. Nesse ponto de vista, vale à pena ressaltar que quando se tem bom senso, o gestor possui fortes princípios, age com base não somente em conhecimentos técnicos, mas com a sensatez de levar em consideração os valores, o que o permite encarar o mercado com “pulso” firme, fazendo com que sua empresa cresça.

Assim, na falta de bom senso, o que vemos é que o gestor se preocupa apenas em levar vantagem, não medindo se essa tomada de decisão prejudicará outras pessoas ou até mesmo sua empresa.

Desse modo, aquele que tem bom senso além de ser reconhecido e valorizado por esta característica, possui grande equilíbrio e é grande conhecedor das suas limitações. Ele ver claramente aonde quer ir, é centrado e nunca perde o foco do alvo que persegue. Ele mais que ninguém conhece a “estrada” que precisa trilhar e quais os utensílios e atitudes adotar.

Pare e pense. Quantas decisões sem bom senso você tomou na última semana?

Trabalhe isso, você só tem a ganhar!



Fonte: Dos autores deste blog/ Artigo publicado na Revista Seridó S/A - Ed. Julho/2012