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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ideias de negócios promissores


Ser dono de um negócio próprio é o sonho de muitos brasileiros. Mesmo apostando em negócios em alta, empreender envolve riscos financeiros e demanda capacitação. “Em todos os casos, antes de abrir uma empresa, é fundamental buscar informações com especialistas e planejar o empreendimento. É certo que o mercado interno está aquecido, mas a concorrência também é acirrada e é preciso estar preparado”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Com base no estudo realizado pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, Copa do Mundo FIFA 2014: Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas Cidades-Sede, e nas análises exclusivas do gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Paulo Alvim, EXAME.com listou os segmentos que estão em alta para novas empresas.

Obras e reformas

Hoje, encontrar mão-de-obra especializada para fazer pequenas obras e reformas não é uma tarefa fácil. Oportunidades de trabalho existem e há chances de pegar carona nesse ano que antecede a Copa, principalmente para aqueles que prestam serviços para hotéis, bares e restaurantes. “É importante estar atento às licitações e ao movimento de obras. Os sindicatos de construção civil são boas fontes. Vale ficar atento ao registro no CREA e ter responsáveis técnicos nas obras”, explica Alvim.

Hotéis e pousadas

A construção de hotéis nas cidades sede da Copa das Confederações e da Copa do Mundo está a todo vapor. O investimento necessário depende do porte da empresa, mas as oportunidades para empreendimentos menores, por conta do perfil do visitante torcedor de futebol, são melhores. “É importante conhecer o perfil do visitante, que passa por hábitos, língua, entre outros aspectos”, afirma Alvim.

Bares e restaurantes

O brasileiro já come bastante fora de casa e o setor de alimentação só tende a crescer. No mercado de franquias, por exemplo, a pesquisa “Panorama Global das Franquias do Setor de Food Service”, da Associação Brasileira de Franchising (ABF), divulgada no ano passado, revelou que houve um crescimento de 17% no faturamento das redes de alimentação em 2011 com relação a 2010. Investir em negócios nas proximidades das arenas onde acontecerão os jogo pode trazer resultados melhores.

Bebidas

Cachaça, sucos de frutas tropicais, guaraná, entre outros, são bebidas típicas brasileiras. Investir em um negócio nesse segmento requer experiência por parte do empreendedor e, para minimizar os riscos, a forma de produção das bebidas pode ser um diferencial.

Sorvetes

A comercialização de sorvetes com sabores legítimos brasileiros é também uma oportunidade de ter produtos diferenciados e atrair tanto a clientes locais quanto turistas. Para investir nesse tipo de negócio, é ideal que o empreendedor conheça o mercado e tenha um bom ponto para a comercialização.

Comércio eletrônico

Este segmento estará bom para quem já está no mercado, segundo Alvim. Para ele é importante oferecer soluções focadas nos públicos principais de hotéis, pousadas, bares e restaurantes, além de atividades de entretenimento. Conhecer bem o mercado alvo e ter competência técnica são fatores essenciais.

Ecoturismo e turismo de aventura

O ecoturismo é o segmento da atividade turística que tem como base uma relação sustentável com a natureza, comprometido com a conservação ambiental. Arborismo, ciclismo e atividades em cavernas são classificadas como turismo de aventura e podem atrair também visitantes estrangeiros.

De acordo com Alvim, este tipo de negócio tem maior potencial de dar certo por onde passam europeus, norte-americanos e asiáticos. É importante conhecer o negócio e ter certificações internacionais que a atividade exige.

Aplicativos de celular e tablet

O mercado de negócios digitais está em alta e deve crescer até o final do ano. De acordo com Alvim, ter acesso a sistemas de informações do setor de turismo é essencial para quem deseja investir na criação de aplicativos para facilitar a vida do visitante durante os eventos que acontecerão nos próximos anos.

Jogos eletrônicos digitais

Seja para tablets ou smartphones, o mercado de jogos eletrônicos digitais está em alta devido ao grande nível de interesse tanto de jovens quanto de adultos.

Eventos e festas

Para faturar no mercado eventos e festas, há espaço também para fornecedores de serviços de alimentos, iluminação, organização, entre outros. Isso vale tanto para eventos corporativos quanto particulares.

Artigos esportivos

A comercialização vinculada aos países participantes da Copa, especialmente de produtos certificados pela FIFA, é um negócio em alta. Entretanto, antes de investir nesse tipo de empresa o empreendedor precisa conhecer as regras da FIFA para produtos credenciados da Copa das Confederações e Copa 2014. Os investimentos envolvem autorização de produtos credenciados e a compra de estoques.

Produtos de papelaria

De acordo com Alvim, nos períodos de janeiro e fevereiro de 2014 haverá um boom de produtos e materiais escolares com mote da Copa. Vale observar os procedimentos de credenciamento da FIFA antes de investir nos produtos.

Padaria e loja de sucos e vitaminas

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria, 96,3% das padarias brasileiras são micro ou pequenas empresas. Para investir em um negócio do setor, o ponto nas cidades sede dos eventos da Copa pode fazer a diferença no ano que vem. “Serão locais utilizados por muitos torcedores para fazerem refeições por conta do menor custo”, afirma Alvim. Além disso, padarias artesanais têm chamado a atenção de outro nicho de clientes.

Assessoria de imprensa e relações públicas

Não são somente as grandes empresas que demandam serviços de assessorias de imprensa ou de relações públicas. A profissionalização de um negócio demanda a contratação de empresas deste segmento, por exemplo. O empreendedor deve ter expertise e experiência na área.

Escolas de idiomas

Hoje, dominar outro idioma é essencial para a capacitação profissional. O faturamento de uma escola de idioma pode ser incrementado com aulas direcionadas para públicos específicos, como garçons, recepcionistas e taxistas. “Esse segmento já teve um aumento e a tendência é crescer até a proximidade da Copa do Mundo”, diz Alvim.

Salões de beleza

Uma pesquisa da consultoria Rizzo Franchise do ano passado mostrou que o setor de saúde e beleza foi o que mais cresceu no segmento de franquias. O crescimento do poder aquisitivo das classes C e D contribui para a maior demanda de clientes. Mas, para investir em um salão de beleza é preciso estar a par das regulamentações e normas técnicas de higiene e saúde.

Gastronomia brasileira

O interesse por cursos de culinária e gastronomia é grande tanto por pessoas que desejam se profissionalizar quanto para aquelas que querem aprender por hobby. Alvim explica que o mercado encontra-se em expansão, de forma a melhorar os serviços e o atendimento de bares e restaurantes.

Biojoias

As biojoias são bijuterias produzidas com matéria-prima sustentáveis como folhas, sementes, capim dourado e pedras. Os acabamentos são os diferenciais para se destacar nesse mercado. Investir em espaços como quiosques em aeroportos pode chamar a atenção de turistas e de brasileiros que desejam levar uma lembrança de última hora.

Obras de arte

Em agosto do ano passado, a isenção na importação e comercialização de obras de arte destinadas à ArtRio, Feira Internacional de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, foi comemorada, pois antes colecionadores preferiam comprar em feiras europeias, em que os impostos são inferiores. Investir em um negócio nesse segmento pode ser viável na internet também, como mostra a startup NailOnWall, que comercializa obras de arte e pretende faturar 500 mil reais até o final do ano.

Moda

A comercialização de brincos, colares e anéis são alguns acessórios de moda que está em alta devido ao aumento de renda da maioria da população brasileira. Hoje, franquias especializadas em artigos de moda estão migrando para o interior para conquistar mais clientes.


Fonte: Exame.com

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Empreendedorismo social: projetos para baixa renda com soluções socioambientais


Acadêmicos, estudantes e profissionais de diversas áreas se reuniram para criar soluções e novas tecnologias, entre produtos e serviços, para comunidades de baixa renda de São Paulo, durante o Encontro Internacional de Design para Desenvolvimento Socia 2012 (IDDS), promovido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) em conjunto com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Universidade de São Paulo (USP).

A iniciativa resultou em sete projetos que englobam temas específicos das comunidades visitadas: agricultura urbana, construção ecológica, jogos verticais, máquina para reciclagem de garrafas PET, piso feito com material reciclável, plano de gerenciamento financeiro e saneamento básico.

Agricultura Urbana

Em conjunto com a comunidade Dois Palitos, os participantes desenvolveram uma proposta para implantar hortas verticais e horizontais, feitas a partir de material reciclável, como garrafas PET. Dessa forma, os moradores poderiam economizar com gastos alimentares e ainda deixar o ambiente mais agradável com plantas e flores. O grupo desenvolveu um manual que pode ser acessado por meio deste link.

Construção Ecológica

Ao encontrar uma máquina de fazer tijolos ecológicos, no bairro dos Freitas, em São José dos Campos, a equipe foi em busca da receita correta para que o material produzido fosse seguro. Por meo de um teste de granulometria, cedido pelo IDDS e pela Universidade Metodista de Piracicaba, descobriram que, além de terra e cimento, precisariam de areia na composição dos tijolos. Além de conseguir um material mais resistente, o time formulou melhorias para deixar a máquina mais compacta e eficiente.

Jogos Verticais

Para diversificar as opções de lazer no Jardim Keralux, zona leste de São Paulo, o grupo "Toys" propôs criar brinquedos de baixo custo, com material reciclado. O projeto engloba vários jogos, que são escolhidos ao girar uma "roleta". Há ainda espaço para a criação de novas brincadeiras para estimular, dessa forma, a imaginação das crianças.

Máquina para reciclagem de garrafas PET

Para agregar valor aos produtos encontrados no lixo, o grupo "Reciclideias" desenvolveu, em conjunto com os artesãos da comunidade Keralux, uma ferramenta que transforma as garrafas PETs em tiras. As tiras podem ser usadas para a fabricação de bolsas, cestas, acessórios e até telhas.

Piso feito com material reciclável

Para ajudar a amenizar a situação da comunidade Dois Palitos, onde as casas têm chão de terra batida e os moradores sofrem com a umidade e o frio, o grupo dessa temática desenvolveu um tipo de piso de baixo custo. O processo de fabricação consiste em envolver sacos plásticos com tecidos grossos, como jeans, que depois de aquecidos são transformados em uma placa. Uma vez decoradas, as placas podem ser fixadas no chão com cimento.

Plano de gerenciamento financeiro

A equipe "Dreams" desenvolveu o Projeto Pipa, que funciona como um sistema de acompanhamento de metas pessoais. A interação é feita via celular, onde, por meio de SMS, os usuários podem cadastrar economias, compras, consultas e dicas. Qualquer celular é compatível com o sistema. Dessa forma, é possível acompanhar de modo mais organizado o progresso do planejamento.

Saneamento básico
 
Para evitar que parte do esgoto da comunidade Bairro dos Freitas fosse jogada em um rio da região, os participantes implantaram bacias de evapotranspiração, também conhecidas como fossas de bananeira. O projeto é baseado em um sistema fechado para tratamento de esgoto de vaso sanitário, onde a água utilizada passa por diversas filtragens em camadas de pneus, brita e areia, e depois é eliminada por meio da evapotranspiração, através de plantas, como bananeiras.

Fonte: Folha de São Paulo






quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Kingston lança 1º pendrive de 1TB do mundo

A Kingston, grande produtora de componentes de memória para computador, anunciou o lançamento do primeiro pen drive de 1TB (terabyte) do mundo. Em Las Vegas (EUA), durante a CES 2013, maior feira de tecnologia da atualidade, a empresa mostrou o produto, que ganhou o nome de DataTraveler HyperX Predator 3.0 UBS Flash e seu preço deverá ser extremamente caro, pois a versão de 512 MB (gigabytes) do pendrive, também divulgada pela marca, não sairá por menos de US$ 1.750.

O site da Kingston informou que a versão de 1TB será o USB 3.0 com maior capacidade de memória e o mais rápido do mercado e também informou que a família Hyper X Predator é a que tem a melhor performance entre todos os produtos oferecidos pela marca.

O gerente de negócios dos produtos de memória da Kingston, Andrew Ewing, disse que a grande capacidade do HyperX Predator de 1TB vai permitir que usuários economizem tempo, principalmente aqueles que trabalham com arquivos gráficos pesados, além de gamers e ‘viajantes’ que vão poder carregar sua biblioteca inteira no gadget.

 Fonte: Infomoney

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pepsi lança refrigerante que absorve gordura



A Pepsi inova no Japão e amplia seu portfólio de bebidas com o foco no Natal. Entre as novidades estão o refrigerante que tem como proposta evitar o ganho de peso.

O efeito é obtido por meio da adição de fibras solúveis à bebida, que absorvem a gordura consumida nos alimentos.

Outro lançamento é o sabor tangerina da “Pepsi White”, que combina iogurte e refrigerante.

O produto chega ao mercado japonês a partir de 11 de dezembro em versão comemorativa de Natal, com garrafas que trazem imagens alusivas ao tema nos rótulos coloridos.


Fonte: Mundo do Marketing

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Marketing para Pequenas Empresas

O micro ou pequeno empresário conhece as dificuldades que encara cotidianamente para alavancar seu negócio. Na maioria das vezes o próprio empreendedor é que arca com as responsabilidades de todos os setores estratégicos da empresa e acaba confundindo e trabalhando erroneamente o marketing, algo que é tão importante para o crescimento do negócio.

E apesar do pensamento sobre marketing está mudando, muitos quando o faz não o considera um investimento e sim um custo adicional.
Vendo um pouco as mídias tradicionais de marketing, fica mais fácil compreender esta alegação do empresariado que o marketing é custo e não investimento. As mídias tradicionais tem um custo elevado, o que impossibilita o acesso das pequenas empresas.
Abaixo segue alguns pontos importantes para o micro ou pequeno empresário trabalhar nas suas empresas.

Utilize a internet

O advento da internet e do marketing digital tem revelado uma nova visão para os pequenos empresários, pois torna possível a pratica do marketing seja por meio de malas-diretas, redes sociais ou links patrocinados. As redes sociais é uma maneira mais barata e com forte impacto, todavia, é preciso ter cautela e saber usar essa ferramenta.

Fortaleça sua marca

Tenha uma posição clara no mercado e construa uma identidade visual padronizada, utilize-se de cartão de visitas e folhetos promocionais. E sempre deixe bem transparente para colaboradores, fornecedores e clientes a imagem que a empresa quer passar.

Invista no atendimento

Trabalhe sua equipe para que ela possa responder com presteza às solicitações, reclamações ou sugestões. Um atendimento bem definido torna mais fácil adequar as possíveis mudanças e melhorias, além de conseguir dar um maior suporte na venda e pós-venda. Dissemine toda a filosofia de marketing na sua empresa.
Lembre-se: todos, do vigilante ao auxiliar de serviços gerais, são vendedores em sua empresa. A cordialidade é algo primordial.

Esteja atento ao retorno

Defina quem é o seu público e qual o efeito pretende conseguir.  Não deixe de comparar o objetivo definido com o resultado alcançado, os números do período passado com o atual e o impacto da ação na marca.


Faça um plano de marketing

Analise os fatores externos e internos que podem contribuir para o desempenho da empresa. Procure entender o comportamento do seu cliente e o que leva a comprar e conheça bem os seus concorrentes. Faça pesquisas de mercado. Isso vai lhe ajudar a posicionar a empresa e definir estratégias, objetivos e as metas de marketing. Faça um cronograma e indique um responsável para cada ação.

Assim, deixo aqui uma dica: de nada adiantará uma empresa possuir uma boa estratégia de marketing se o produto ou serviço que ela ofereça não for de boa qualidade. Logo, antes de formular estratégias que possuem como objetivo multiplicar suas vendas, volte o olhar para seus clientes e veja como o seu produto estáatendendo as necessidades deles e, se realmente está. No entanto, se seu produto está atendendo como manda o figurino, é hora de arregaçar as mangas e partir para a execução.

E o marketing da sua empresa, como vai?


Fonte: Dos autores deste blog. Artigo Publicado na Revista Seridó/SA - Ed. Outubro/2012

terça-feira, 19 de junho de 2012

Toyota cria carro para o consumidor do futuro: as crianças

A Toyota quer plantar o gosto por carros desde cedo nas crianças e instruí-las sobre o funcionamento das máquinas - afinal, está aí a próxima geração de consumidores. Essa é a ideia por trás do Camatte Concept, um carro-conceito criado para a família, mas pensado especialmente para ser conduzido pelos pequenos.

Com espaço para três pessoas, o "Toyota mini" tem tudo que é elemento para ser o mais verossímil possível. Possui pedais e assentos ajustáveis, espelhos retrovisores e até rádio.

Ainda, o carro pode ser desmontando e montado com outra combinação, transformando-se nas versões Sora (verde) e Daichi (marrom).

Com o brinquedo, as crianças poderão dirigir em trilhas e espaços privados sob a supervisão dos pais, já que o design interior foi pensado para que a criança fique no centro, e atrás, nas duas laterais, estejam os pais, formando uma espécie de triângulo que facilita a comunicação.

O modelo foi exibido no International Tokyo Toy Show 2012, o Salão do Brinquedo de Tóquio. De acordo com o blog da Toyota no Reino Unido, não há planos para que o carro seja produzido comercialmente.




Fonte: Exame.com

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Empresa japonesa fabrica celular com medidor de radiação.

Após o acidente nuclear na Usina de Fukushima, no Japão, várias empresas colocaram no mercado detectores móveis de radiação, fáceis de usar pelo cidadão comum. A novidade agora é que os japoneses poderão comprar um smartphone com medidor embutido.

A operadora de celular Sofbank Corp irá colocar à venda o aparelho Pantone 5, que vem com chip acoplado para medir a radiação local a cada hora e guardar os dados das radiações ao longo do caminho percorrido pelo usuário.

Para a empresa, o celular é uma boa forma de auxiliar pessoas que vivem em locais com risco de contaminação radioativa, como na costa leste do Japão, em especial em espaços em que circulam crianças, como escolas.

Fonte: Blog Ideias Verdes

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Como escolher e formar equipes com perfil empreendedor

Essa ferramenta é indicada para empresas em fase de pré-lançamento, e também  para renovação de equipe de organizações já existentes, permitindo a formação de um time mais afinado com a visão do empreendedor.

O instrumento ajuda a achar as pessoas certas para os lugares certos, determinando quais são os postos-chave e os indivíduos mais indicados para preenchê-los. Propõe ainda uma reflexão sobre a visão de mundo desses funcionários e os atributos que eles devem apresentar para se ajustarem à personalidade da marca.

Formar uma boa equipe é fundamental para garantir a construção de um grande negócio. Vários fatores influem na escolha. Por um lado, é preciso encontrar gente com comportamento empreendedor, que contribua para os resultados. Por outro, é importante buscar pessoas com grandes propósitos, que estejam interessadas na missão do negócio.



Clique aqui para baixar a ferramenta:  http://cms-empreenda.s3.amazonaws.com/empreenda/files_static/arquivos/2012/04/23/ME_Layout_das_Ferramentas_TIMES.pdf



Clique aqui para acessar as demais ferramentas: http://movimentoempreenda.revistapegn.globo.com/ferramentas/index.html


Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.



terça-feira, 12 de junho de 2012

Guaraná Antarctica apresenta 'Ex-Lover Blocker' no Dia dos Namorados

Campanha do refrigerante cria aplicativo que bloqueia contato de ex-namorados ou ex-namoradas.



 

Na contramão das ações focadas no Dia dos Namorados, o Guaraná Antarctica decidiu dar uma visão agridoce para campanha da marca na data comemorativa. 

O refrigerante lançou o aplicativo Ex Lover Blocker, que promete ser a solução dos problemas de quem acabou um namoro e está com medo de uma recaída.

A marca convida o usuário a fazer o download do app que bloqueia o telefone do ex-namorado ou namorada e ainda escala cinco amigos para ficar de olho em tentativas de contato.

Em caso de tentativa de desbloqueio, o aplicativo impede a ligação e manda um aviso para os amigos escolhidos, que ganham 2 minutos para ligar para o usuário. Por fim, se a ligação dos vigilantes não for atendida e o usuário ligar para algum antigo relacionamento mesmo assim, o app publica automaticamente a recaída no Facebook.

O aplicativo é obra da DDB Brasil Publicidade Ltda. Segundo o indexSocial, ferramenta desenvolvida pela agência Espalhe Marketing de Guerrilha, a Guaraná Antarctica mantém o topo do ranking de audiência nas redes sociais, conquistado em novembro de 2011.

Assista ao vídeo da campanha:


Fonte: Exame.com

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Celular flexível que se transforma em pulseira

 
A Nokia apresentou em 2009 um projeto batizado de Nokia Morph, com o objetivo de desenvolver novos conceitos tecnológicos. De forma mais precisa, trata-se de um projeto de longa data da empresa finlandesa para construir um telefone transparente e flexível.

Agora, a Nokia apresentou um segundo pedido de patente para o Nokia Morph, no órgão responsável pelo registro de patentes dos Estados Unidos. Embora seu conteúdo seja muito amplo (para não comprometer nenhuma informação relevante do produto), é interessante notar que o telefone deverá alternar entre uma celular em formato de folha e uma pulseira.

A patente também fala sobre uma unidade de processamento remoto para comandar um dispositivo próximo ou através da nuvem. Mesmo com a revelação da patente, o projeto continua bastante misterioso. Agora só resta aguardar a Nokia liberar mais informações sobre o Morph, para que possamos entender com mais clareza o que a empresa pretende apresentar.

Fonte: Tecmundo

Brincadeira de empilhar celulares no bar vira mania na internet

O phone stacking consiste em empilhar os celulares de quem está à mesa, por uma hora. Quem não resistir e pegar primeiro o aparelho, paga a conta.

Veja vídeo em: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1680248-15605,00.html




Fonte: fantastico.globo.com

terça-feira, 8 de maio de 2012

10 dicas de presentes verdes para sua mãe

Luminária Maizzena

Super divertida, a luminária que lembra a embalagem do famoso e tradicional amido de milho da Maizzena é o mimo certo para agradar as mães mais descoladas. É feita em acrílico com lâmpadas LED, que consomem menos e iluminam por mais tempo.
Pode ser ligada em 110V ou 220V. Mede 11,5x18,5x5cm.

Onde encontrar: www.mundojaya.com.br
Preço sugerido: R$ 161,00



Acessórios para vinho e queijo

Acessórios para vinho e tábuas de queijo são ótimas opções de presentes para essa época fresquinha do ano. Torne os banquetes mais sustentáveis com o estojo para vinho feito em bambu e o conjunto para queijo, ambos da Welf. Elegantes, estilosos e ecologicamente corretos.

Onde encontrar: http://www.ecoparavoce.com.br

Confira também a lista de lojas no site da Welf

Preço sugerido: R$ 131,90 cada




Garrafa de água artesanal

Peça artesanal, pintada a mão com tintas não tóxicas e produzida com material reaproveitado. Feitos de garrafas de vodka ou whisky reaproveitadas, os recipientes super charmosos resistem à geladeira e podem ser lavados naturalmente.

Preço: R$ 150,00, cada

Onde encontrar: www.reviraideias.com.br



Puff ecológico

Ele imita madeira na cor e no acabamento, mas na verdade é feito em papelão ondulado de alta resistência. Montado somente por encaixes, sem uso de cola, e revestido com capa de tecido, o Puff Ecológico suporta até 130kg.

Onde encontrar: www.meupuffecologico.com.br
Preço: R$74,90


Vasos de palha de milho

Resíduos da plantação de milho são transformados em objetos contemporâneos, como os vasos elegantes ao lado, confeccionados por comunidades que participam de projetos sociais.

Onde encontrar: www.reviraideias.com.br

Preço sugerido: De R$ 142,00 (esq.) à R$ 187,00 (dir.)




Eco carteira

Disponível em vários tamanhos e estampas, a eco carteira é 100% produzia de forma artesanal, além de ser uma graça e ecologicamente correta. Ela é confeccionada a partir de embalagens recicladas de Tetra Pak, como as de caixinhas de leite.

Onde encontrar: www.ecoparavoce.com.br

Preço: De R$ 98,00 à R$ 118,00




Eco Bag descolada

Cultura é reciclar. É com essa proposta que nasceram as coleções de ecobags da Livraria Cultura, confeccionadas com tecido 100% reciclado e garrafas pet. Com ela você ajuda sua mãe a substituis as sacolas plásticas por uma bolsa reutilizável.

Preço: R$ 39,90

Onde encontrar: www.livrariacultura.com.br




Aparador reciclado

Latas de alumínio, panelas velhas, fios telefônicos, peças automotivas sucateadas, e outros materiais que contenham alumínio são reciclados e transformados em peças úteis e criativas, como os aparadores ao lado.

Preço: R$ 60,00, cada

Onde encontrar: www.reviraideias.com.br





Fruteira de bambu

A Fruteira Gavião vai dar um toque especial à mesa de sua mãe. Por ser feita de bambu, ela é resistente e mais saudável. Além disso, é eco-friendly, pois o bambu é uma matéria-prima renovável e muito mais ecológica que a madeira ou plásticos. Dimensão: 55 x 12 x 12 cm

Onde encontrar: http://store.greenvana.com/

Preço sugerido: R$ 199,90




Tapete de yoga

Relaxe em paz com o meio ambiente. O tapete de yoga da Ekomat é prático e fácil de transportar. Ele vem em combinações de cores que entram no clima do exercício e deixam o momento ainda mais zen. Tudo isso sem esquecer da natureza. O mat é feito de elastômeros termiplásticos (TPE), um emborrachado que é biodegradável, reciclável e 100% livre de PVC. Ele ainda vem com uma alça para carregá-lo. O tapete pode ser lavado com sabão neutro.

Onde encontrar: http://store.greenvana.com/

Preço sugerido: R$ 169,90










Fonte: Exame.com

sexta-feira, 30 de março de 2012

Um raio-X do empreendedor digital brasileiro

Ele tem entre 20 e 30 anos, nunca estudou tecnologia e sofre com a falta de recursos financeiros. É o que mostra pesquisa realizada pelo Instituto M. Sense Inteligência de Mercado, sob encomenda do Grupo RBS
por Gilberto de Almeida

Se você pensa em abrir uma startup, mas não tem formação especializada, não conta com o apoio de investidores e gostaria de manter o emprego atual, saiba que não está sozinho. Esse é o perfil da maioria dos empreendedores digitais brasileiros, de acordo com pesquisa encomendada pelo Grupo RBS ao Instituto M. Sense Inteligência de Mercado. Foram entrevistados 770 empresários de todo o país, entre setembro e outubro de 2011.

Se no empreendedorismo tradicional a mulher já ocupa um espaço praticamente igual ao do homem, no segmento digital eles predominam: 75% dos pesquisados são do sexo masculino. Eles têm entre 20 e 30 anos de idade (61%) e pertencem às classes A e B (86%). “As mulheres ainda têm participação pouco significativa no cenário de tecnologia”, diz Andiara Petterle, diretora de Estratégia Digital e Desenvolvimento de Negócios do Grupo RBS. “Há um espaço importante a ser ocupado por elas.”

Os brasileiros que buscam um lugar ao sol no mercado digital concentram-se na região Sudeste (72%, sendo 62% na cidade de São Paulo) e têm superior completo (46%). Engana-se, porém, quem acha que a maioria vem das faculdades de Computação ou Engenharia: 32% cursaram Comunicação Social. “O meio digital no Brasil é identificado como mídia e atrai profissionais da área de Comunicação. É diferente do que acontece em países como os Estados Unidos, por exemplo, em que os profissionais de tecnologia dominam o segmento”, diz Fábio Bruggioni, CEO de Internet e Mobile do Grupo RBS.

Conseguir recursos financeiros para abrir e manter a empresa é a maior preocupação desses empreendedores — 44% consideram essa sua maior dificuldade. Os entrevistados também se queixaram da falta de mão de obra qualificada (30%) e do pouco tempo de que dispõem para se dedicar às suas ideias (34%). Explica-se: 63% deles se dividem entre o projeto digital e um emprego, que serve para pagar as contas e financiar o negócio. “Eles trabalham em um clima de incerteza, e as desistências são frequentes. Para que o mercado amadureça é preciso criar um ‘ecossistema sustentável’ para esses empresários, que poderão assim atrair os investidores”, diz Andiara, do grupo RBS.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

sexta-feira, 16 de março de 2012

Novo cartão de crédito parcela em até 200 vezes

Nova administradora Shopcards vai lançar produto com prazos de pagamento flexíveis e os menores juros do mercado de cartões



 O mercado verá, em breve, a estreia de uma nova linha de cartões de crédito que promete juros menores do que os do rotativo do cartão atualmente. Mais do que isso, o Shopcards deverá ser aceito em estabelecimentos onde hoje os plásticos praticamente não entram, como consultórios médicos e dentários, além de possibilitar prazos de parcelamento bem maiores que as tradicionais dez vezes “sem juros”. “Quem define o número de parcelas é o estabelecimento, mas nosso sistema prevê que seja possível parcelar em até duzentas vezes”, diz Marcello Gimenez, vice-presidente da Shopcards e ex-diretor da Credicard.

Um prazo de duzentas vezes equivale a nada menos que 16 anos de dívida no cartão de crédito, com a incidência de juros compostos. A promessa da Shopcards é que essa taxa será bem menor do que a tradicional taxa do rotativo, atualmente de 10,69% ao mês ou 238,30% ao ano em média. Mas essa taxa pode chegar facilmente a 15% ao mês. “As taxas de juros também serão definidas caso a caso, mas se for acertada para um determinado lojista uma taxa de 6% ou 6,5% ao mês, já seremos competitivos”, diz Gimenez.

No entanto, o professor de finanças da FGV-SP, Samy Dana, alerta: “O consumidor tem que lembrar que são juros sobre juros, então uma taxa de 6% ao mês equivale a mais de 100% ao ano. Ele perde muito mais no longo prazo. O que é melhor: dever por um dia a uma taxa de 80% ao ano ou dever pela vida toda a uma taxa de 50% ao ano? A taxa de juros do cartão de crédito é para dívidas de prazos muito curtos”.

Com prazos alongados, fica fácil perder o controle dos gastos e acabar endividado. Um prazo de 24 meses já requer atenção redobrada para que o consumidor para não contraia muitas dívidas ao longo desse período. Levando-se em consideração que a educação financeira não é amplamente disseminada no Brasil e que o brasileiro geralmente busca a parcela que cabe no bolso, os resultados podem ser desastrosos.

A existência de um cartão de crédito com taxas de juros menores, porém, não deixa de ser positiva, uma vez que força o mercado a baixar os juros. “Quanto mais concorrência tivermos nesse mercado, mais os grandes bancos terão de baixar os juros. Essa concorrência é sadia para o consumidor”, diz Conrado Navarro, planejador financeiro da consultoria Dinheirama.

Como funciona

A ideia da Shopcards é confeccionar cartões voltados especificamente para os estabelecimentos, nos moldes do que já acontece com os cartões de crédito atrelados a grandes varejistas. Cada instituição poderá, portanto, definir seu próprio prazo máximo de parcelamento e taxa de juros, que começará a incidir desde a primeira parcela, como acontece em qualquer outro empréstimo. “É uma oficialização do empréstimo. É preciso ter em mente que não existe parcelamento realmente sem juros. Tanto que se o consumidor opta por pagar uma compra à vista, ele recebe um desconto”, lembra Marcello Gimenez.

A empresa pretende atuar principalmente junto a varejistas que comercializem eletrodomésticos (linha branca e linha marrom) – o que possibilitará, por exemplo, o abandono dos tradicionais boletos e carnês de pagamento – confecções de alto padrão e consultórios e clínicas médicas e dentárias. O primeiro varejista a lançar seu cartão próprio Shopcards será o Shopping D&D, em São Paulo, voltado para decoração e design. Espera-se que só este contrato gere, no mínimo, 60.000 cartões.

Para possibilitar a taxa de juros mais competitiva, os custos da operação também serão reduzidos. A máquina será fornecida gratuitamente e a taxa de administração será de 1,5%. De acordo com o vice-presidente da Shopcards, esse custo atualmente costuma oscilar entre 3,5% e 6,5%. Os tipos de captura também são de baixo custo e podem até dispensar a tradicional maquininha, como acontece com o sistema de pagamentos mobile e o aplicativo que roda em ambiente web e funciona como maquineta.

O software que permite a diversificação de pagamentos também permite o acompanhamento das compras dos consumidores, possibilitando, por exemplo, o envio de anúncios customizados de acordo com os hábitos de cada cliente, desde que este autorize o recebimento deste material. Será possível, inclusive, fazer o cruzamento de dados para que administradora descubra que o sujeito que compra na loja X também compra no supermercado Y, favorecendo o envio de sugestões de compra que possam lhe interessar.

A facilidade é uma faca de dois gumes. Se por um lado o consumidor se verá livre dos spams publicitários, obtendo informações mais específicas e potencialmente mais interessantes sobre as ofertas, por outro, esse tipo de abordagem pode aumentar a tentação, não sendo indicada para quem é impulsivo na hora de comprar.

Como cartões de crédito necessitam da intermediação de uma instituição financeira, a Shopcards tem buscado firmar parcerias com instituições fora do circuito dos grandes bancos. São bancos e financeiras de médio porte, sem rede de varejo e com mais interesse em ser competitivas no segmento de crédito, uma vez que não contam com um sistema de contas-correntes como fonte de recursos. Segundo Gimenez, mais de dez bancos já fecharam parceria.

Busque crédito mais barato

Mesmo com taxas mais baixas que as dos demais cartões de crédito, os cartões Shopcards ainda são mais caros do que as tradicionais linhas de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), em geral voltadas para o financiamento de eletrodomésticos, móveis, material de construção e até cirurgias plásticas. A taxa de juros média praticada hoje para esse tipo de empréstimo é de 1,97% ao mês, ou 26,38%. Mesmo uma linha de crédito cara, como os empréstimos voltados para cirurgias plásticas, não chega a cobrar nem 5% ao mês.

É claro que ir ao banco buscar um empréstimo é bem mais trabalhoso do que simplesmente passar o cartão na maquininha. Da mesma forma, o parcelamento pode não ser tão longo quanto aquele proporcionado pela Shopcards. Se o importante é ter uma parcela que caiba no bolso, essa pode ser a melhor opção, ainda que requeira muita atenção ao orçamento. Mas se o importante é pagar mais barato, melhor mesmo buscar outra linha de crédito para não ficar sufocado. “A grande sacada de um produto como o da Shopcards é a comodidade do cartão. O problema é que, quanto mais fácil o crédito, mais difícil para o consumidor discernir se aquela compra é necessária, e menos ele pensa nos juros”, alerta Conrado Navarro.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 9 de março de 2012

Brasileiro cria máscara que converte respiração em energia


De olho no mercado cada vez mais promissor da produção de energia limpa e pensando em ajudar as tantas pessoas que, diariamente, sofrem com a falta de bateria no celular, justamente quando não há nenhuma tomada por perto, o designer brasileiro João Lammoglia projetou o AIRE.

Trata-se de uma máscara capaz de converter a respiração humana em eletricidade para carregar pequenos gadgets. Como? A invenção possui miniturbinas eólicas em seu interior, que transformam o ar expelido por quem utiliza a máscara em energia – que é transferida a pequenos eletrônicos – como celular, GPS e iPod – por meio de uma espécie de cabo USB.

De acordo com Lammoglia, o AIRE pode ser utilizado em qualquer lugar ou situação: no ônibus, durante uma corrida no parque ou ainda enquanto o usuário tira um cochilo – basta não estar nem aí para os olhares que o uso do aparelho, fatalmente, atrairá para quem colocá-lo no rosto, em público, para produzir energia.

Por enquanto, o AIRE é, apenas, um conceito – que, inclusive, já rendeu ao seu criador o prêmio internacional Best Of The Best 2011 Design, da organização Red Dot –, mas o brasileiro já tem planos para comercializá-lo. Você aprova a invenção?

Fonte: Blog Planeta Sustentável

segunda-feira, 5 de março de 2012

Reajuste os preços sem irritar os clientes

A teoria e a fórmula parecem simples: a some de custos com o lucro desejado dará o preço cobrado por produtos e serviços. A realidade, no entanto, exige um pouco mais do empreendedor. Além de conhecimento da própria empresa, também é essencial um estudo do mercado e da concorrência antes de precificar seus produtos. A regra vale para descontos, promoções e, também, aumentos.

Para saber como reajustar os preços sem irritar a clientela, é preciso conhecer a melhor forma de definir o valor de um item. Existem duas linhas principais quando se fala em formação de preços: soma do custo com a margem de lucro e observação do mercado e da concorrência. A orientação dos especialistas é alinhar as duas. “Não adianta fazer um cálculo elaborado e definir preço que o mercado não aceita, ou o contrário e colocar um preço baixo e ter prejuízo”, avalia o consultor da Praxis Education.

Para o professor Adriano Gomes, a avaliação do mercado é mais importante do que a simples soma de custos. “Essa ideia de que fazer fórmula de precificação está afastada da atual realidade. Ninguém consegue formar preço a partir do escritório. Eles são dados pelo mercado, a partir do conceito de valor que determinada marca ou produto consegue transmitir para clientes potenciais.”
 
Tenha uma justificativa aceitável

O professor de finanças do curso de Administração da ESPM Adriano Gomes destaca o reajuste de custos (alteração no valor das matérias-primas, fornecedores, aumento de salário de funcionários) e mudanças na tributação (alíquota dos produtos ou até mesmo da legislação) como variáveis que podem atingir os preços.

Para ele, aumentos baseados na vontade do empresário, sem embasamento em algum desses quesitos, têm como consequência certa a perda de vendas. “Quando há uma explicação plausível, que foge ao controle do empresário, o cliente aceita a ideia de reajuste dos valores a serem pagos. O que o consumidor não aceita são aumentos absolutamente inexplicáveis e pontuais, praticados por uma ou duas empresas do segmento", explica Gomes.
 
Acompanhe o mercado

Galhardo lembra da necessidade de se pensar muito bem a respeito do repasse de custos para o consumidor. “Aumentar e depois diminuir o valor pode queimar a imagem da empresa e ser um caminho sem volta”. De acordo com ele, o ideal é que o empresário, ao identificar que seus custos aumentaram, cheque a repercussão disso no mercado. “Às vezes, o concorrente aplicou um aumento proporcional ao que sentiu no próprio bolso e, se eu decidir lucrar menos e repassar o menor custo possível ao consumidor, posso atrair mais clientes.”

Ofereça mais

Segundo especialistas, bom atendimento, cumprimento de prazos e boa vontade são características que os clientes levam em na hora de aceitar pagar um valor superior. “O preço pode ser interessante para chamar o consumidor para a loja, mas ele aceita pagar mais se consegue um pacote que vai além”, destaca o sócio-diretor da Praxis Education, Maurício Galhardo.

Por isso, praticar preços muito acima do mercado, sem oferecer nenhum diferencial é pergidodo. “É pouca a margem de manobra para decidir qual será o valor, a não ser que o produto seja exclusivo. No mercado concorrencial os preços já estão estabelecidos”, diz Gomes.
 
Corte custos

Se a intenção de aumentar os preços é lucrar mais, os especialistas sugerem tentar outras opções. Para Adriano Gomes, a nova realidade do mercado exige que o empresário se dedique mais para ter uma gestão eficaz de custos. “Ele deve comprar bem, certo e no tempo correto”. Ou seja, produtos de qualidade, na quantidade adequada à demanda e na época certa  - não adianta querer vender casacos no verão ou peças com estampas da coleção passada -, o negócio vai adiante.

Maurício Galhardo concorda com a teoria. “A melhor estratégia é trabalhar custos da empresa, reduzir os gastos, ter eficiência nos processos de baratear estrutura e, assim, chegar a um preço atrativo”. Porém, o especialista ressalta que essa não é a realidade da maioria das pequenas empresas. “É raro encontrar um empresário que tem controle sobre seus gastos”.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 2 de março de 2012

Modelos sustentáveis transformam resíduos em energia e lucros

Empresas exploram modelos lucrativos de agroenergia pensando na sustentabilidade e em bons negócios

Nas últimas décadas, houve uma ampla mobilização entre os países por práticas e soluções que pudessem melhorar a relação do ser humano com o meio ambiente. Desde reuniões, como as realizadas em Copenhague, e até assinaturas de termos, como o protocolo de Kioto, boa parte das nações começou a pensar sobre como será o futuro ambiental do nosso planeta.

No mundo empresarial, o tema também começou a fazer parte da agenda de muitas organizações. Diversos empreendimentos começaram a pensar sobre a sustentabilidade e associar sua imagem a ações voltadas para a responsabilidade socioambiental. Bancos, indústrias, estatais e companhias de diferentes segmentos aderiram a essa prática. Como resultado, o tema tornou-se papo presente entre empresas e consumidores, configurando-se num posicionamento de ética e transparência para quem o adota.

No entanto, se antes o intuito era apenas transmitir a imagem de "politicamente correto", hoje, as questões de responsabilidade sócio/ambiental estão mostrando ser uma necessidade eminente sendo, inclusive, muito lucrativas para quem as utiliza. Uma dessas vertentes que está crescendo é a da agroenergia – com a busca de alternativas energéticas menos poluentes e com perspectivas de renovação continuada.

Esse tipo de fonte energética ganhou força, principalmente, com o crescente aumento do preço do petróleo, a possível instabilidade de suprimento e o risco das alterações climáticas derivadas da liberação excessiva de gases causadores de efeito estufa. E há iniciativas bem interessantes nesse segmento.


 Cada vez mais surgem iniciativas relacionadas às questões ambientais.

Sonho juvenil

Um empresário que arregaçou as mangas e acreditou nesse tipo de energia sustentável foi o administrador Alessandro Araújo Gomes. Antes mesmo de entrar na faculdade, ele alimentava o sonho de se envolver em um projeto sustentável. "A ideia de montar um negócio surgiu há muito tempo, numa aula de ecologia, em 1989. Depois de formado em Administração, com bastante vontade, comecei a procurar algo que juntasse preservação ambiental e geração de energia, e acabei encontrando o programa nacional do biodiesel, em 2006", conta.

Em 2008, Alessandro escreveu um plano de negócios e buscou financiamento junto a amigos e parentes para montar uma usina de produção de biodiesel. Com o projeto em mãos, a Prefeitura Municipal de Cruzeiro, em São Paulo, cedeu uma área no Distrito Industrial I, possibilitando, assim, o início das atividades. Lá é reciclado o óleo de fritura usado em restaurantes, cozinhas industriais, lanchonetes e condomínios para fabricação do combustível, bem como nas indústrias de sabão, ração e resinas.

Com uma produção mensal de 10 mil litros, o empresário sabe que ainda há um grande caminho a percorrer. "Para os próximos anos, esperamos um crescimento significativo na coleta de óleo de fritura usado e gorduras residuais em função do aumento da consciência da população. Estamos ajudando a plantar um futuro melhor. Sabemos que o trabalho é difícil e demorado, mas os frutos serão bons para todos", salienta.

A união faz a força

A iniciativa de utilizar resíduos para gerar energia também movimenta grandes entidades. A Petrobras Biocombustível, por exemplo, fez uma parceria com a rede de catadores de resíduos sólidos recicláveis do Estado do Ceará e implementou, em dezembro de 2011, uma Estação de Tratamento Primário de Óleo e Gorduras Residuais (OGR) na Usina de Quixadá, na cidade de Fortaleza.

A unidade tem capacidade de filtrar 30 mil litros/mês de óleo de cozinha e contribui para o desenvolvimento do programa Cuidar, voltado à coleta e ao beneficiamento desse óleo destinado à produção de biodiesel. De acordo com Silvano Cavalcante, gerente de suprimento da usina, a implantação dessa unidade vem ajudar toda a região metropolitana. "Com esse avanço, aumenta a possibilidade de reaproveitamento desse óleo e diminui seus impactos ambientais e sociais, gerando postos de trabalho e agregando valor e renda a uma atividade já realizada pelos catadores", destaca.


A Usina de Quixadá é uma das mais importantes produtoras de biodiesel no país.

A parceria da Petrobras Biocombustível com a cooperativa de catadores já se estende para outros locais como Bahia e Minas Gerais - estados onde estão localizadas suas usinas de biodiesel. Apesar de essas iniciativas serem realizadas em localidades específicas, as ações criam perspectivas de um mundo de possibilidades, em que a utilização dos recursos da natureza podem garantir não apenas um ecossistema no futuro, mas uma nova forma de fazer negócios. 

Fonte: Administradores.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os mercados mais promissores para pequenas empresas nos próximos 5 anos

Uma pesquisa realizada pelo instituto americano IBISWorld listou as indústrias mais quentes para começar um negócio hoje. Para chegar aos mercados mais promissores, os pesquisadores avaliaram a contribuição do setor para a economia, as barreiras de entrada, as mudanças tecnológicas, o tamanho médio das firmas e o crescimento projetado para negócio.

Apesar de focado no mercado americano, o levantamento pode servir de guia para quem pensa em começar um negócio no Brasil – afinal, muitas empresas de sucesso daqui se inspiraram nos modelos de lá.

Bebidas funcionais
Um mercado relativamente novo e pouco explorado. É assim que os pesquisadores enxergam o nicho de bebidas funcionais. Nos Estados Unidos, a nova moda são as bebidas relaxantes, uma espécie de contraposto dos energéticos. A receita deste tipo de negócio deve crescer 24,8% ao ano até 2016. A presença mais forte é da Dream Water, a empresa promete que a bebida – que contém soníferos naturais - ajuda a relaxar e funciona como um calmante para dormir. No Brasil, já existem algumas iniciativas de bebidas que funcionam como cosméticos para a pele. O negócio seria promissor também por exigir investimentos baixos e ter poucas barreiras de entrada.

Jogos para redes sociais
Segundo a pesquisa, a área de desenvolvimento de jogos para redes sociais foi uma das mais bem sucedidas nas últimas décadas. Depois do sucesso estrondoso da Zynga, que desenvolve games como CityVille e FarmVille para o Facebook, este mercado ficou ainda mais aquecido. Estima-se que a receita deste tipo de empresa cresça 24,4% ao ano nos próximos 5 anos. Apesar de um capital médio, o mercado não impõe barreiras altas de entrada. A margem de lucro é de 15,8%, segundo a pesquisa. As oportunidades mais preciosas estariam em aplicativos e jogos para smartphones. Espera-se 250 novas empresas surjam nesta área em 2012.

Internet
Não tem jeito, os negócios digitais continuam em alta e devem ocupar este posto pelos próximos cinco anos, pelo menos. Aplicativos e novas tecnologias para smartphone continuam crescendo. A pesquisa aponta o sucesso do Spotify, serviço de música online, como um exemplo do potencial deste setor. Mesmo com poucas barreiras de entrada, esta área exige investimentos altos e constantes, em especial em tecnologia. Estima-se que o faturamento destas empresas cresça 9,9% ao ano entre 2011 e 2016. A margem de lucro é de 17%. Segmentos que combinam redes sociais e conteúdo e social commerce parecem ser mais promissores. Lojas e leilões virtuais devem crescer 9,6% ao ano em receita.

Serviços corporativos de bem-estar
A preocupação com a saúde dos colaboradores tem sido cada vez maior nas empresas americanas. Não porque as companhias sejam solidárias aos funcionários, mas porque várias pesquisas indicam que problemas de saúde - em especial os relacionados a maus hábitos – afetam de forma negativa a produtividade. Por isso, os pesquisadores acreditam que os serviços corporativos de bem-estar, como programas internos de conscientização alimentar ou de exercícios, vão crescer 9,8% em receita anual até 2016. Essa apareçam em 2012.

Software de pesquisas online
Fazer uma pesquisa de mercado costuma custar bastante caro para as empresas. Por isso, muitas estão optando por versões mais baratas feitas pela internet. Os pesquisadores contam com mais mudanças na tecnologia nos próximos cinco anos para apostar no crescimento de empresas de pesquisas online. Apesar de exigir um capital alto para tocar o negócio, este mercado tem poucas barreiras de entrada e deve faturar 9,6% mais a cada ano até 2016, pelo menos. A margem de lucro é de 60%, segundo a pesquisa.

Vinícolas
Ainda no mercado de bebidas, o levantamento aponta o vinho como um produto que tem tudo para crescer. Depois do surgimento e da consolidação de algumas cervejarias artesanais, as vinícolas devem crescer e faturar até mais de 4,9% ao ano. De acordo com os pesquisadores, o aumento de renda tende a elevar o consumo de vinhos. Apesar dos custos altos e da necessidade de capital constante, o mercado de vinhos mais baratos tende a ser bom lugar para começar um negócio. O empreendedor, no entanto, precisa estar bem atualizado sobre este mercado.

Consultorias
Com empresas buscando reduzir custos e melhorar processos, os pequenos negócios de consultoria e apoio empresarial ganham espaço. Segundo a pesquisa, uma área bastante aquecida é a de recursos humanos. Com o aumento das contratações, as grandes companhias tendem a terceirizar este tipo de trabalho. Em média, essas consultorias conseguem operar com três pessoas trabalhando. Nesta área específica, é esperado um aumento de receita de 4,2% ao ano. Outra oportunidade estaria em consultorias econômicas e científicas que devem faturar 3,8% ao ano até 2016.

Comida de rua
Os chamados food trucks (caminhões de comida, na tradução livre) são famosos no exterior mas pouco usados no Brasil. São trailers que comercializam de sorvete a sanduíches e podem mudar de localização. Os carrinhos de comida ganharam status gourmet em alguns locais e se transformaram em pontos de encontro de gente descolada. No ano passado, o consagrado guia de restaurantes Zagat incluiu food trucks como uma nova categoria. Com base nisso, os pesquisadores estimam um crescimento de 3,7% ao ano na receita e margem de lucro de até 26%. A intensidade de capital exigida é média e as barreiras de entrada são baixas, segundo o estudo. A oportunidade serve principalmente para grandes cidades.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Dicas para mandar bem em conteúdo de marca nas redes sociais


Um bom conteúdo de marca é aquele que gera relacionamento, engaja e estimula o diálogo não só com os usuários, mas também entre os usuários. Deve ser simples, relevante, interessante e natural, além de colaborar para a construção da identidade da marca e de seu universo.

Não existem fórmulas - até porque uma marca não é igual a outra -, mas seguir alguns passos pode ajudar no momento de definir uma linha editorial nas redes sociais. Um deles, de acordo com Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative, é "tirar terno e gravata". Entenda abaixo por que isso é importante e veja outras dicas.

Participe do churrasco

O ambiente nas redes sociais é feito de pessoas, que por sua vez, gostam de falar com outras pessoas. As marcas precisam ser mais humanas para entrar na conversa. Sair um pouco da linha racional e entrar na direção emocional pode facilitar o envolvimento.

"A maioria das grandes empresas chega nas mídias sociais de terno e gravata, mas lá está todo mundo de chinelo, no papo espontâneo de um grande churrasco", exemplifica Giardelli.

Defina uma linha editorial

Pesque onde os peixes estão. Avalie em que redes sociais é importante estar e de que forma elas se tornam relevantes ao seu negócio. A partir daí, saiba o que faz parte do universo de seus consumidores e não se prenda aos produtos da marca.

"A BMW Brasil, por exemplo, não fala só de carros. Fala de tudo que está em volta dela. Mini Cooper fala de arte urbana, porque é relevante para quem gosta da marca", explica Giardelli.

Uma companhia aérea, além de divulgar suas promoções, pode dar desde dicas de viagens, hotéis e eventos culturais de destinos turísticos até sugestões de como organizar a mala.

Seu produto é uma cerveja? O carnaval está aí. Dê dicas de como manter-se hidratado e de roupas confortáveis para a folia.

Invista em experiências de longo prazo

Engaje seus fãs em diálogos duradouros e que gerem um relacionamento. Traga assuntos cotidianos e de interesse de seu público para perto da marca e gere conteúdo a partir disso.

Trabalhe com plataformas diferentes e integre o que for possível. Uma campanha publicitária veiculada na TV pode gerar uma interação bacana no Facebook. Uma promoção no Facebook pode ser divulgada no Twitter e trazer usuários de lá.

Admita que errou

"Talvez admitir um erro e pedir desculpas seja muito mais eficiente e sincero do que fazer de conta que nada aconteceu ou tentar abafar um problema de um consumidor", diz Giardelli.

Agir com transparência demonstra credibilidade e respeito pelos consumidores. Na internet, uma pisada na bola pode fazer desmoronar todo o trabalho de anos de construção de marca. 

Nos Estados Unidos, a marca Domino’s Pizza assumiu publicamente, por meio de uma campanha, a falta de qualidade de seu produto. Mesmo sendo arriscada, a atitude mostrou-se transparente e contribuiu para melhorar os serviços da empresa.

Não transforme seu perfil em SAC

"Não ache que seu Twitter, seu Facebook ou seu blog vai virar um SAC", diz o CEO da Gaia Creative. Usar as redes sociais para resolver alguns problemas de consumidores faz parte da comunicação e é algo que não deve ser deixado de lado, mas não limite seus perfis a essa função. Além de desperdiçar um espaço valioso, esse comportamento torna o ambiente chato, desinteressante e afasta os usuários.

Sorria, mesmo sem estar sendo filmado

Humor bem feito é muito eficiente. Haja com naturalidade e contribua para melhorar o cotidiano de quem acompanha os passos da marca, seja no Twitter, no Facebook ou em outras redes sociais. Dê liberdade para a interação.

Não falar mal de concorrentes faz parte disso. Ninguém segue uma marca para ouvir críticas a concorrentes. Use os canais online para manter seu consumidor informado e inspirá-lo com assuntos que podem ser de seu interesse.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Máquina de café expresso é controlada por iPhone e iPad

 Fonte: Exame.com


Fato: o cafezinho cotidiano está mais gourmet. Máquinas de expresso chegaram aos supermercados, e grãos selecionados invadem as prateleiras, ao alcance de pobres mortais.

De olho nisso, a fabricante dinamarquesa Scanomat criou uma máquina que promete deixar o café de cada dia mais elaborado - e de um jeito que atinge em cheio o coração dos amantes de cafeína e de produtos Apple. A TopBrewer Coffee é compatível com iPhone e iPad, que comandam a máquina à distância, como um controle remoto.

O aplicativo, disponível para download na iTunes Store, permite que você customize a bebida, do tamanho da dose à quantidade de leite e chocolate. O pacote inclui até mensagens de texto informando o status do processo e a temperatura do drink, que sai em versão quente ou fria.

Além de ser uma máquina plugada, o modelo é uma homenagem ao minimalismo - todo o hardware é escondido, deixando o café como estrela. As câmaras de refrigeração, aquecedores e trituradores ficam em segundo plano. Dá para encomendar o modelo pelo site da Sconomat e ver a máquina em ação.

Confira no video..
http://youtu.be/XxVYe-TE2eU