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sábado, 16 de agosto de 2014

Postura em redes sociais




Nos dias atuais com o advento da internet e com ela esse crescimento desenfreado das redes sociais que por sua vez proporcionam um enorme alcance de contatos: reencontramos amigos do tempo do colégio/faculdade, acompanhamos viagens de pessoas queridas, participamos nem que seja virtualmente de aniversários, vemos novos relacionamentos surgirem, casamentos, nascimentos, entre outras tantas situações. Acabamos tomando conhecimento também acerca de mudanças de emprego, novas vagas existentes no mercado de trabalho, além da infinidade de informações que você pode receber ao seguir determinada página e perfis.
Então deixo aqui algumas poucas dicas de como não se tornar uma pessoa desinteressante nas redes sociais.

Cuidado com os desabafos

                Todos nós temos necessidade de expressar nossas opiniões e é sempre bom ter alguém para nos ouvir. Um mural de um amigo, uma página de alguma instituição ou um bate-papo, nos convida a isso. Mas de forma alguma saia colocando tudo, aleatoriamente. Pense bem: Quais são seus amigos? Quem visualizará o que você vai postar? Tome cuidado! Controle-se! Afinal de contas nem todo mundo acha interessante desabafos alheios, em muitas vezes acaba virando uma situação contra você.  

Valorize sua imagem

                Em suas redes sociais certamente você tem colegas de trabalho ou até mesmo seu gestor seguindo você. Se você ocupa um cargo de liderança, você exerce um papel de referência. Já pensou sair falando mal da empresa, de algum colaborador ou alguma decisão que foi tomada pela direção e você não concordou?  Atenção! As informações se espalham muito rápido e tomam proporções que podem ser distorcidas facilmente. Se você necessita demonstrar sua insatisfação sobre algo em seu trabalho, converse diretamente com o gestor ou com a área de Recursos Humanos. Há várias maneiras de ser ouvido, de pedir resoluções, sem prejudicar sua imagem e a da empresa.

Sua rede social não é sua vida pessoal

                Seus amigos ou seguidores não precisam ver fotos da balada do fim de semana, das bebidas que você bebeu, da comida que você comeu ou de você se bronzeando na praia, não acha? Por isto, estabeleça critérios para postar algo. E se o seu perfil for público, fique ainda mais atento: de forma alguma exponha fotos de sua casa ou carro (principalmente se forem novos), nada de dizer que está indo viajar e para qual destino, não fale sobre a sua profissão e sua rotina, tome cuidado para não dar sua ficha completa. Pois acreditem! Há pessoas que ocupam seu tempo apurando essas informações, para futuramente aplicarem golpes de todos os tipos.

Aprenda a forma certa de usar

Caso você pretenda usar a dimensão das redes sociais para construir sua imagem corporativa, deixe de narrar cada situação do seu dia: “acordei, fui trabalhar, fui malhar, fui caminhar, tomei banho, vou para faculdade, vou dormir um pouco, almocei, hora de curtir a noite...”
Preste atenção também para não ser envolvido em situações que pessoas agem de má fé, pois há muita gente nas redes sociais aproveitando para fazer chacota da vida dos outros. E por mais que não seja sua ação inicial, só em se envolver você já está demonstrando ter atitudes desconfiáveis.

Tenha filtros

Nada de sair curtindo, compartilhando ou comentando tudo que se vê pela frente, por mais que sejam postagens de familiares e amigos próximos. Já ouviu falar naquele ditado “Diga com quem tu andas, que eu ti direi quem és”?  Pois bem, isso também vale para as redes sociais.
Constitua um perfil em harmonia com o seu objetivo e declare sua postura profissional.
Nota importante: Quem almeja crescimento na carreira, principalmente em busca de novas oportunidades, precisa tomar cuidado com seu comportamento no mundo real e no virtual também!


Fonte: Dos autores do blog. Artigo publicado na Revista Seridó S/A - Ed. Julho/2014.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

10 valores essenciais para a administração de um negócio

A universidade de Stanford, nos EUA, perguntou a vários ex-alunos de sua Escola de Negócios que conseguiram destaque no mercado quais os valores e princípios mais importantes para eles na carreira que estão trilhando. Abaixo você encontra uma compilação dessas máximas pessoais e profissionais, para se inspirar e relembrar aquilo que é fundamental, dentro da sua própria experiência em administração.


Veja os dez principais valores citados nas respostas:

1. Tratar os outros como queremos ser tratados


"Eu acredito muito nessa regra de ouro. Ela é o valor dominante nas minhas relações profissionais. Se você trata bem as pessoas, de modo geral elas também lhe tratarão bem. Esse princípio faz com que você durma bem à noite, com uma consciência tranquila, e lhe confere enorme respeito. De vez em quando alguém vai tirar vantagem de você por causa disso, mas é só decidir não trabalhar mais com essa pessoa"  (Andy Rachellf - CEO da Wealthfront)

2. Integridade


"Quer dizer se relacionar com as pessoas de forma autêntica e verdadeira. Na Pagatech nós mantemos as promessas que fazemos a parceiros e clientes, e buscamos fazer o nosso melhor para permanecermos transparentes na forma como conduzimos nossos negócios." (Jay Alabraba - Co-fundador da Pagatech)

"Eu tenho relacionamentos profissinais que já duram 30 anos e a maioria dos negócios que fechei com essas pessoas foi selada com um aperto de mão. Dependendo da pessoa, isso pode valer mais do que qualquer outro contrato." (Bob Moog - CEO da University Games)

3. Ser direto

"Comigo, o que você vê é o que eu sou. No mundo corporativo norte-americano isso não me favorecia. Como empreendedora, porém, eu gosto de selecionar meus clientes. Eu escolho trabalhar com pessoas que são diretas e que apreciam e valorizam essa minha característica". (Denise Brosseau - CEO da Thought Leadership Lab)

4. Confiança

"Um dos valores principais da Tiny Prints é o de tratar uns aos outros como família. Quando recrutamos novos funcionários procuramos pessoas que valorizem relacionamentos significativos. Nossa empresa busca criar conexões melhores e o ambiente de trabalho é bastante 'universitário'. Todos que trabalham aqui se tornaram bons amigos, padrinhos e madrinhas, colegas de apartamento. Eles têm lealdade uns para com os outros. Claro que toda família tem seus problemas, mas nós tentamos gerar confiança, para que cada funcionário se sinta à vontade para dar seu feedback, mesmo quando for difícil. Onde há confiança se sabe que as críticas estão vindo com boas intenções". (Laura Ching - Co-fundadora da Tiny Prints)

5. Comunicação aberta e honesta

"Problemas se espalham quando as equipes não são honestas, especialmente se tratando de times diversificados, onde há muitas opiniões diferentes. Enquanto líder, é preciso criar uma cultura que recompense e promova a honestidade, mesmo que isso gere desacordos. Também é importante ser ousado, especialmente se você é um empreendedor e quer impactar seu país e mudar o mundo. Isso requer coragem." (Steve Poizner - CEO da Empowered Carreers)

6. Gratidão/valorização

"Todos nós nos sentimos gratos pelos negócios que construímos juntos e pelas oportunidades que temos, por isso trabalhamos para transmitir esse sentimento para os nossos funcionários, clientes e parceiros." (Beth Cross - Fundadora e CEO da Ariat International)

7. Honestidade, simplicidade e fazer algo que você acredita ter um valor real
"Muitas empresas fazem pesquisas de mercado e tentam se antecipar em conhecer as necessidades do cliente. Eu prefiro simplesmente desenvolver grandes produtos e contar uma história honesta sobre eles. Todo o marketing excessivo no mundo comercial tem criado um desejo por autenticidade." (Rob Forbes - Fundador da Design Within Reach e da Public Bikes)

8. Paixão

"Eu só quero que as pessoas trabalhem na Stella & Dot se elas sentirem que isso se encaixa em sua missão de vida. A vida é muito curta para não amar o que você faz, o porquê do que você faz e com quem o faz. Quando você acordar precisa se perguntar 'O que eu estou fazendo é o meu melhor propósito? Eu amo o lugar onde moro, quem eu conheço, o meu trabalho?' Muitas vezes fazemos certas coisas porque precisamos pagar as contas ou porque a posição oferecida é uma 'oportunidade'. Eu respeito quem trabalha para pagar as contas, mas quem está nessa situação deve continuar na jornada para fazer isso enquanto trabalha em algo que ama." (Jessica Herrin - Fundadora da Stella & Dot)

9. Transparência e abertura


"Acredito que você deva compartilhar o que muitos consideram segredos sobre como a empresa realmente está se saindo, inclusive financeiramente, com todos os funcionários, absolutamente. Não deve haver contenção de informações. Também acredito que cada colaborador deva ser encorajado a fazer experimentos rápidos, que falharão com a mesma velocidade. Esses testes mostram as melhores ideias e estas devem prevalecer" James Gutierrez - (Fundador da Progreso Financiero)

10. Trabalhar para fazer diferença no mundo


"Você pode ver quem tem mais poder numa sociedade observando quem possui os maiores prédios. Há 200 anos eram as catedrais. Há 50 eram os prédios governamentais. Hoje, na maioria das áreas urbanas, o poder está nos negócios e seus arranha-céus. A administração e o empreendorismo são a influência mais forte e poderosa no mundo de hoje. 54 das 100 entidades mais poderosas do mundo atualmente são empresas, não países. Isso significa que é muito mais importante que os empreendimentos adotem uma perspectiva capitalista consciente para fazer a diferença. Eu acredito nisso em nível global. Empresas estão finalmente se perguntando 'qual  é a marca ecológica que deixaremos?' Elas também precisam olhar para a marca emocional que deixam em seus funcionários." (Chip Conley - Fundador da rede de hotéis Joie de Vivre).

Fonte: Administradores.com


terça-feira, 30 de julho de 2013

Resolvendo uma crise de imagem

Uma notícia negativa foi publicada sobre a sua empresa e – seja ela verdadeira ou falsa, não importa – a imagem ficou bem arranhada. Como sair desse pesadelo e ainda preservar a reputação da companhia?

As plataformas digitais incentivam a disseminar informação como nunca, para o bem e para o mal, a todos os cantos do ciberespaço. Mesmo passado o auge da crise, essas informações não desaparecem no vácuo, para jamais serem ouvidas novamente – ao contrário, o mundo virtual é uma intrincada rede que garante acesso a qualquer informação em tempo real, 24 horas por dia, sete dias por semana. Essa perda de controle sobre o que é dito sobre a sua empresa deixa a maior parte dos líderes de cabelo em pé.

O gerenciamento de crise, que ganha força maior quando a imprensa dá atenção ao caso e as mídias sociais tratam de fornecer mais lenha para a fogueira, deve ser rápido e cuidadoso. O aspecto da comunicação é um dos mais relevantes. Conversei com Paul Argenti, professor de Comunicação Corporativa na Tuck School of Business, para elencar os sete pontos mais importantes para superar uma crise de imagem:

Defina o problema – sem ter clareza sobre o que exatamente está acontecendo e qual é o real problema, não dá para saber como enfrentar;
Reúna informações relevantes – vá atrás dos fatos, descarte os boatos, converse com quem é diretamente responsável, avalie a dimensão do problema, entenda o que aconteceu e o que poderá ser feito;
Centralize a comunicação – nada pior do que informações desencontradas sendo passadas por diferentes portavozes;
Comunique-se logo e com frequência – o silêncio pode parecer descaso, tanto para o público interno quanto o externo, por isso alimente-o com informações ou, no mínimo, a certeza de que alguma coisa está sendo feita;
Pense com a cabeça dos jornalistas – o que eles querem como informação, atitude, ação?;
Fale diretamente com os afetados – mostre genuína preocupação com os envolvidos: ouça suas queixas, esclareça suas dúvidas, diga-lhes o que está sendo feito para resolver o problema e que providências serão tomadas para que não volte a ocorrer;
Mantenha a rotina de trabalho – a empresa não deve parar enquanto se gerencia uma crise, pois a normalidade traz estabilidade e segurança.

Deparar-se com uma crise de reputação é o pesadelo de qualquer empresa. Sair-se bem para superá-la é uma equação que requer controle emocional, planejamento e ação coordenada. E uma boa maneira de começar tudo isso é com o exercício de antecipar todos os riscos do negócio.

Fonte: Blog Mídias Sociais

quinta-feira, 16 de maio de 2013

6 dicas para um currículo de sucesso


O seu currículo é o começo da sua carreira. Os empresários e entrevistadores vão se basear nesse documento para avaliar se você é ou não qualificado para uma vaga de emprego, por isso o seu currículo deve ser bem elaborado, não conter informações desnecessárias e, ao mesmo tempo, não ser vago.

Confira 6 dicas para um currículo de sucesso:

1. Comece com as informações para contato

Você deve começar com as informações para contato, assim os recrutadores não terão dificuldade para encontrar os seus telefones e endereço de e-mail caso queiram chamar você para uma entrevista de emprego.

2. Elabore o melhor resumo possível

Você deve usar a seção de resumo das qualidades da melhor forma possível. Tente responder a pergunta “Por que eu deveria contratar você?”.

3. Liste a sua experiência profissional cronologicamente

Listar a sua experiência profissional cronologicamente dá ao seu currículo uma aparência organizada e ajuda os recrutadores a entender o seu histórico de empregos.

4. Enriqueça o currículo com prêmios e certificados

Se você recebeu algum prêmio relacionado ao trabalho ou tem o certificado de algum curso que ajude você na vaga desejada, inclua no seu currículo. Esses documentos vão enriquecer o seu currículo e impressionar os recrutadores.

5. Não utilize referências

Se os recrutadores precisarem de referências quanto aos seus últimos trabalhos, eles vão pedir. Por isso, salve o espaço no seu currículo para informações mais importantes.

6. Não utilize mais de 2 páginas

Currículos muito longos são descartados na maioria das vezes. Tente manter o seu currículo em um limite de no máximo 2 páginas, preenchidas apenas com as informações relacionadas com a vaga desejada.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Dicas e conselhos para valorizar o seu currículo


Um bom currículo faz toda a diferença quando o objetivo é chamar a atenção do recrutador e garantir uma entrevista de emprego. Afinal, você pode ser competente e ter uma trajetória profissional impecável, mas se não souber valorizar estes aspectos no currículo corre o risco de nem chegar a conversar pessoalmente com o entrevistador.

Pensando nisso, EXAME.com selecionou as dicas mais relevantes publicadas  no Guia do Currículo neste ano. As dicas são sim de 2012 mas, sem dúvida, continuam valendo para 2013. Confira:
Não deixe passar nenhum erro de ortografia

Escorregões ortográficos (por mínimos que sejam) vão saltar aos olhos dos recrutadores. Afinal este tipo de erro é inadmissível e cometê-lo é o primeiro passo para arruinar as suas chances de ter uma entrevista de emprego. Antes de enviar o currículo, peça sempre para uma ou duas pessoas lerem o seu currículo para se certificar de que nenhum deslize – não corrigido pelo corretor ortográfico- passe batido.
 Aposte na clareza e na objetividade

A apresentação do currículo pode ser inovadora na forma, contanto que as informações continuem visíveis e que a clareza não seja prejudicada. Procure sempre deixar o seu currículo de fácil leitura.
 Objetivo profissional deve ser alinhado à oportunidade em questão

Vai se cadastrar a diferentes oportunidades? Para cada uma delas crie um objetivo profissional alinhado. A falta de relação direta com o tipo de trabalho oferecido indica ausência de foco e dá a entender que você está disparando currículos aleatoriamente.

Coloque links

Dar um toque multimídia ao currículo apostando em links  - para portfólio virtual, perfil no LinkedIn, blog profissional ou até um vídeo de apresentação no Youtube -  pode ser um diferencial interessante no material que você apresenta ao mercado.
Não adicione imagens

Fotos e imagens tornam o arquivo pesado e são totalmente desnecessárias, de acordo com João Marco, diretor da Michael Page. Não se esqueça de que o objetivo do currículo é apresentar a sua trajetória profissional, não ilustrá-la com fotos.
Só coloque pretensão salarial se ela for solicitada
De acordo com o diretor da Michael Page, colocar pretensão salarial no currículo pode ser um tiro no pé. Isso porque você pode ser eliminado da seleção para um projeto apenas por ter indicado um salário mais robusto. A regra então é colocar essa informação apenas quando ela é solicitada, o que que acontece em alguns sites de recrutamento.
 Mostre que tem potencial

Experimentos recentes de pesquisadores das universidades de Stanford e Harvard indicam que ter potencial é até mais importante do que as conquistas alcançadas na carreira.

Assim, além de transmitir no currículo os bons resultados atingidos ao longo da carreira, destaque também a sua formação acadêmica, que é um dos pontos fortes para demonstrar que você tem potencial. Principalmente, se ela estiver alinhada ao cargo em questão. Cursos, treinamentos relevantes para aquela oportunidade profissional não devem ficar de fora.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Quais autorizações são necessárias para abrir uma empresa.

Para a abertura de uma empresa deve-se atentar a algumas exigências. Os primeiros registros que o empresário deverá fazer são os em esfera Federal, Estadual e Municipal. O dono de uma pequena empresa terá que obter as seguintes inscrições perante:

1. Junta Comercial: registros dos atos sociais (contrato social, atas de reuniões, deliberações etc.).

2. Receita Federal: para obtenção de registro do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

3. Prefeitura: para obtenção do Alvará de Funcionamento e nota fiscal, caso a empresa seja contribuinte do ISS (Imposto Sobre Serviços).

4. Secretaria Estadual da Fazenda: para obtenção de inscrição Estadual.

Preenchidos estes requisitos, o auxílio de um contador será essencial, pois ele poderá informar das necessidades específicas de cada ramo de atividade. Existem no mercado empresas especializadas na obtenção de alvarás de funcionamento junto às prefeituras, que será requisito para o funcionamento do negócio.

Antes de locar ou adquirir um imóvel comercial, o empresário deverá verificar as regras e leis de zoneamento do município, a fim de se assegurar da possibilidade de instalação da atividade pretendida.

Após verificar a situação do imóvel, haverá uma série de licenças e registros necessários a fim de que a empresa obtenha a autorização para funcionamento legal. Algumas atividades necessitam de autorizações diversas, as mais comuns são as exigidas pela prefeitura do local, pelo Corpo de Bombeiros e pela Anvisa.

Determinado ramo de atividade poderá exigir registros junto aos órgãos de classe, tais como CREA, CRM, CRECI, dentre outros. Existem empreendimentos que também exigem a apresentação de documentos específicos, além dos já citados.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Facebook lança buscador de vagas de trabalho

A ferramenta tem parceria com o Monster.com,  BranchOut e Jobvite


 O Facebook lançou o aplicativo Social Jobs Partnership, que pretende conectar os usuários da rede com vagas de emprego de recrutadoras. Com isso, a empresa estreia um serviço para rivalizar com o LinkedIn e explorar uma área nova.

Feito em parceria com sites de recrutamento como Monster.com, BranchOut e Jobvite, a ferramenta tem como objetivo conectar "grandes trabalhos" com "grandes candidatos".

Para a estreia, o Facebook disponibilizou mais de 1,7 milhão de anúncios de empregos - a maior parte nos Estados Unidos.

O aplicativo é intuitivo e os usuários devem procurar um emprego pelo setor de atuação da empresa, palavra-chave e localização. Desta forma, é possível filtrar os resultados por cada um dos parceiros citados acima.

O serviço pode se tornar uma ameaça ao LinkedIn. Contudo, o site Mashable afirma que, para isso realmente acontecer, o Facebook deve fazer mais do que listagens de sites agregados.

Os investidores do LinkedIn, no entanto, já estão preocupados - as ações da empresa cairam imediatamente após o anúncio do Facebook.

Fonte: www.vocesa.abril.com.br


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

'Presença executiva' como influência para ser promovido


Quer ser promovido a chefe? Trate de começar a analisar como anda sua “presença executiva”. Se as pessoas param para ouvir o que você fala, e se você consegue prender a atenção de seus colegas de trabalho já é um bom sinal.

A expressão pode ser associada à presença de palco, indiscutivelmente importante para quem busca sucesso nas artes cênicas. A capacidade de comunicação, de tomar decisões sob pressão, de inspirar confiança e de fazer leituras rápidas no ambiente são algumas das habilidades do grupo de executivos que tem esta marca.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Center for Talent Innovation, em Nova York, a tal “presença executiva” é responsável por 26% do pacote de habilidades e competências necessárias para ser promovido a chefe, na opinião de 268 executivos entrevistados.

Os dados confirmam uma pesquisa brasileira feita com mais de 200 presidentes de empresas brasileiras. De acordo com levantamento da Arquitetura Humana, a personalidade forte e o poder de influência são aa características que mais se sobressaem entre os CEOs.

A linguagem corporal e a assertividade da comunicação contam pontos, segundo a pesquisa americana. Mas, tudo com educação. Segundo 60% dos entrevistados, parecer mal educado causa impacto negativo no ambiente corporativo.

Erros na maneira de se vestir também podem fazer a presença executiva cair por terra. Embora. de acordo com os entrevistados. a aparência não tenha muita influência. Algo em torno de três quartos dos entrevistados disseram que trajes desalinhados diminuem a presença executiva de homens e mulheres. Para 73% das mulheres, roupas justas e provocativas são aspectos enfraquecedores.


Fonte: Exame.com

terça-feira, 11 de setembro de 2012

As regras de etiqueta de cada área de atuação


Os mandamentos de etiqueta que regem o mundo corporativo não são claros sempre. Embora existam regras básicas que se aplicam bem em ambientes tradicionais e formais, como é o caso do setor financeiro, e em lugares mais informais, onde uma conduta formal e “certinha” demais pode soar estranho.

"Além disso, como no Brasil essas regras de relacionamento e etiqueta são mais flexíveis do que em países europeus, por exemplo, a possibilidade de errar aumenta", diz a consultora de etiqueta corporativa Licia Egger. Por isso, entender o clima do setor em que você está — ou do meio que tem de circular com mais frequência — sempre ajuda a não cometer errinhos e se adequar ao lugar. Veja o que não fazer.
 
Comunicação

Mesmo em áreas mais descontraídas, como empresas de publicidade, marketing e comunicação, as regras existem e muitas vezes não são ditas. “O ambiente é mais solto, cumprimentos com beijos e abraços não causam estranhamento, as relações são bastante amistosas”, diz Joice Malavolta, diretora de planejamento da Co+labor+ativos, centro de estudos e diagnósticos de mercado e talentos profissionais.

Mesmo assim, não dá para exagerar com brincadeiras e informalidade, principalmente quando se trata de clientes, fornecedores e pessoas que você não encontra com tanta frequência. Nesse caso, opte pelo velho e firme aperto de mão. “É indicativo de uma pessoa séria, ativa e competente. Isso vale para homens e mulheres, principalmente”, diz Joice.

A área financeira tem normas mais estabelecidas e restritas de comportamento, assim como as consultorias. O código de conduta é parecido, mas é b om acrescentar um detalhe que vale para empresas desse mercado, que são mais conservadoras. “Dependendo da companhia, relações muito próximas entre chefe e subordinado, por exemplo, não são bem-vistas. É melhor ser discreto”, diz Luís Abdal, consultor financeiro independente, de Brasília. Antes de agir, olhe em volta e veja o que as pessoas estão fazendo para saber o que é bem aceito, para não destoar dos colegas nem ser visto como puxa-saco.

Consultoria/Treinamento
 
O meio de consultoria de gestão é um dos mais rígidos em relação a comportamento. Nas maiores consultorias, é comum os profissionais terem aula de etiqueta e seguirem um código de vestir. Em algumas delas há indicações até mesmo de como agir ao encontrar um cliente fora do ambiente profissional.

Embora cada uma tenha exigências diferentes, de maneira geral convidar um cliente para almoçar é permitido, mas happy hour ou jantar nem sempre pegam bem. É o que diz Minervino Neto, diretor comercial da Dale Carnegie, empresa de treinamento em Brasília. As roupas devem ser tão discretas quanto o comportamento. Terno cinza ou marinho para os homens e terninho para as mulheres.

Comercial
 
Profissionais da área de vendas costumam passar boa parte do tempo fora do escritório. O manual para eventos ou reuniões continua o mesmo do ambiente corporativo. O que deve ganhar atenção são os encontros fortuitos com clientes fora do horário e ambiente de trabalho, já que a rede de relacionamentos costuma ser grande.

“Cumprimentar a pessoa e sair de perto é de bom tom. Se o cliente puxar assunto, estique o papo um pouco mais. Já falar sobre trabalho... Só mesmo se ele começar”, diz Bob Eugênio, presidente da agência Eugênio, de marketing, de São Paulo.


Fonte: Você/SA

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Atitudes que arruínam o seu currículo

Confusão, mentira e um toque de preguiça. Estes são os ingredientes fundamentais para um currículo irrelevante ficar pronto para ser descartado por headhunters e recrutadores.

Quem pretende garantir uma oportunidade profissional precisa prestar atenção nestes aspectos para ter mais chances de conseguir uma entrevista de emprego. Competência e mercado de trabalho aquecido de nada valem se você não souber fisgar o recrutador nesta primeira e importante etapa.

Confira algumas atitudes que arruínam qualquer currículo, de acordo com Luis Testa, gerente comercial de tecnologia do Vagas:

Cometa erros de português ou de desatenção

Nem a mais brilhante das trajetórias profissionais resiste aos escorregões ortográficos. Assassinar o idioma vai comprometer de cara as chances do candidato. “Um bom currículo não pode ter erros graves de escrita”, diz Testa.

Falhas por desatenção também são um tiro no pé. “Um erro assim mina as chances do candidato, principalmente, quando a oportunidade pede profissionais de perfil minucioso e detalhista”, diz Luis Testa.

Dica: lembre-se de que alguns erros os corretores ortográficos não corrigem. Pedir para alguém ler o seu currículo é um método simples que pode evitar este tipo de deslize. “Muitas vezes outra pessoa consegue identificar erros que quem escreveu não percebe”, diz Testa.

Não tenha clareza

Você quis ser inovador na forma, mas pecou na clareza. Cuidado! Se o recrutador não tiver fácil acesso às informações presentes no currículo, as chances de ele chamá-lo para uma entrevista caem por terra.

“O candidato tem que atentar à maneira como o currículo é apresentado”, diz o especialista recomendando que as pessoas evitem uma diagramação “estranha” do currículo.

Dica: novos formatos podem até ser um diferencial para o candidato, mas é preciso se certificar de que os dados estejam dispostos de uma forma objetiva e de fácil leitura.
 
 Maquie ou falseie informações

O recente exemplo de Scott Thompson, ex- CEO do Yahoo! está aí para não deixar dúvida. Ao incluir no currículo uma graduação em ciências da computação pela Stone Hill College, que não existiu, ele acabou sendo descoberto e denunciado.

A notícia correu o mundo e ele foi obrigado a deixar o cargo. Embora o executivo esteja agora no comando do ShopRunner, site de compras pela internet, para sempre vai carregar essa mácula em sua carreira.

De acordo com Testa, uma mentira pode até ajudar você a garantir a vaga em um primeiro momento, mas as chances de ser descoberto são grandes e o resultado vai ser desastroso. “Mentira é um erro grave e compromete a imagem do profissional”, diz ele.

O mesmo vale para currículos maquiados. Supervalorizar conhecimentos em relação a idiomas, por exemplo, é um erro comum, na opinião de Testa.

Um estudo feito pelo Vagas cruzou informações entre os resultados de testes online de inglês e o nível de conhecimento do idioma afirmado pelos candidatos nos currículos cadastrados no site. “Apenas um terço daqueles que diziam ter inglês avançado efetivamente tinham esse nível”, diz.

Dica: “Coloque apenas o que você tem realmente a oferecer”, indica Testa.

Coloque um objetivo profissional que nada tem a ver com a oportunidade em questão

“Esse é o erro clássico do candidato paraquedista”, diz Testa. Ele se refere àquelas pessoas que se candidatam para diferentes tipos de oportunidades sem alterar o objetivo profissional no topo do currículo. "O recrutador enxerga este tipo de candidato como não tendo o perfil da vaga”, explica.

Dica: Tenha cuidado em alterar o objetivo profissional se está se candidatando a diferentes oportunidades. Tenha certeza de que o seu objetivo profissional no currículo tem relação direta com o tipo de trabalho em que está interessado.

Currículo online: deixe informações de fora

Todo mundo sempre ouve que o currículo ideal é de uma página. Essa premissa cai por terra quando o formato é online. “O currículo online tem que ser completo e não sucinto”, diz Testa.

Isso ocorre porque empresas que recrutam candidatos pela internet recebem centenas de currículos a cada vaga anunciada. “O RH não tem tempo hábil de ler todos os currículos e usa ferramentas como, por exemplo, busca por palavra chave para fazer um ranking dos melhores”, lembra Testa.

Dica: Seja objetivo e não prolixo, mas não deixe nenhuma experiência profissional de fora. Sua experiência como estagiário pode fazer a diferença dependendo do que a empresa está buscando.

Deixe campos em branco ao se cadastrar pela internet

Deixar de preencher campos com informações pode fazer com que você seja desqualificado. “Se está lá para ser preenchido é porque a empresa pode usar como critério de seleção”, diz Testa.

Dica: “Se há um campo para preencher, preencha”, recomenda Testa. Deixar o seu CEP de fora, por exemplo, pode fazer com que você seja descartado se a empresa está em busca de candidatos que morem em determinada região, por exemplo.


Fonte: Exame.com

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O submundo no Twitter


A compra e venda de seguidores virou moda no microblog, mas a prática pode arruinar as estratégias digitais das empresas.


Séculos antes de Cristo, mesmo um grego eremita sem parentes ou amigos poderia ter um funeral movimentado. Bastava que reservasse uma verba para as carpideiras, mulheres pagas para entoar cânticos e chorar no rito fúnebre. A prática era tão disseminada que o legislador Sólon (638-558 a.C.) proibiu pessoas que não fossem parentes do falecido de entrar nas casas onde ocorriam os velórios. Esse parece ser o registro da primeira tentativa de regular o controverso mercado da popularidade, que se transformou profundamente ao longo do tempo – é cada vez mais comum a contratação de claques para animar comícios políticos e de celebridades que cobram para prestigiar um evento social ou promover uma casa noturna, por exemplo.


 Na web, o mais recente passo dessa evolução envolve as redes sociais. Acredite ou não, já é possível comprar um seguidor no Twitter por menos de R$ 0,01. O comércio de perfis se disseminou tanto entre os usuários do microblog que resultou em uma infinidade de contas infladas artificialmente, o que coloca em xeque a estratégia de marketing das empresas na internet, além de lançar dúvidas sobre a credibilidade do próprio Twitter. Embora esse tipo de expediente tenha sido proibido pelas normas de conduta do Twitter, empresa presidida pelo executivo americano Dick Costolo, o obscuro mercado da popularidade ganha força. Os dados a esse respeito são difusos, mas uma pesquisa recente do instituto americano Barracuda Labs, especializado em redes sociais, iluminou o tema.

O levantamento mostrou que contas falsas criadas para incrementar o número de seguidores no microblog têm, em média, apenas 19 semanas. Mais: 61% foram criadas há menos de três meses. Outro sinal de crescimento vem da velha lei da oferta e procura, que gradativamente derruba os preços desse tráfico de fãs até patamares irrisórios. Comerciantes do site Fiverr, especializado em ofertas de perfis, oferecem até 32 mil seguidores pelo valor de US$ 5. Ou seja, o preço unitário é de US$ 0,00016 (um centavo de dólar compra 63 perfis). A maioria das páginas com ofertas de “followers” no Fiverr possui comentários positivos dos clientes do site, o que indica que muitos não veem problema em recorrer a esse tipo de medida. 


 Desfocado: o Twitter, presidido por Dick Costolo (acima), condena o comércio de seguidores.

Também é comum o oferecimento de “curtidas” numa página institucional (fan page) do Facebook. Contatados pela DINHEIRO, Twitter e Facebook não comentaram o assunto. Com preços não tão atrativos quanto os do Fiverr, mas com o diferencial de arregimentar usuários locais, alguns jovens empreendedores brasileiros resolveram aproveitar a onda. Um deles é Bruno Maciel, 22 anos, de Formiga (MG), cidade que fica a cerca de 200 quilômetros de Belo Horizonte. Há três anos nesse ramo, Maciel é o proprietário dos sites Big Follow e Mais Followers, que oferecem cinco mil seguidores por R$ 500. Ele, no entanto, nega ser um “vendedor de seguidores”. Maciel descreve seu serviço como uma forma de aproximar as pessoas.

“A fórmula mágica nesse relacionamento é conseguir seguidores e mantê-los unidos até que o meu cliente crie luz própria e consiga, independentemente de meus serviços, usuários de toda a ordem”, diz ele. Seja como for, o fato é que comercializar seguidores dá retorno aos criadores dos serviços. O ator Orlando Maciel, 17 anos, é proprietário do site TwitterMass, que vende cinco mil seguidores por R$ 120. Ele próprio se beneficia do seu sistema, criado há cerca de um ano – tem 234 mil seguidores, o dobro do comediante Beto Silva, do programa Casseta & Planeta, da Rede Globo. O comércio de seguidores virou moda, mas isso pode ser um tiro no pé, pois se volta contra a reputação de quem se serviu do expediente.


Um dos motivos é que é embaraçoso explicar que, para ser popular, foi necessário recorrer à compra de seguidores. “A rede social está vinculada à sociabilidade, e isso não se faz com moeda”, afirma Beth Saad, professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora de redes sociais. Pollyana Ferrari, professora da PUC-SP e consultora de mídias sociais, concorda com Beth e destaca outro aspecto. Muitos publicitários acreditariam que começar um perfil de uma grande empresa com poucos seguidores seria “um mico”, o que alimenta os serviços de compra e venda. “Uma empresa deve construir uma relação aos poucos com os usuários”, afirma Pollyana. “Não adianta nada dar um salto no número de fãs do dia para a noite.”

Segundo Pollyana, usuários experientes detectam facilmente quem adquire seguidores pela alta quantidade de perfis falsos. Há até uma ferramenta para auxiliar nesse processo. A start-up americana Status People lançou recentemente um recurso chamado Fake Followers Check, que promete fazer essa averiguação. Como esses usuários comprados são inativos, falsos ou só leem em outro idioma, as ações de marketing feitas na rede social podem ser prejudicadas. “Isso bagunça os relatórios e métricas”, afirma Patricia Moura, professora de mídias sociais da universidade carioca Estácio de Sá. Um episódio recente com o candidato republicano à presidência dos EUA, Mitt Romney, ajuda a conhecer melhor as armadilhas que estão no caminho das redes sociais.

O comitê de campanha passou por um grande constrangimento com a revelação de que o número de seguidores da conta de Romney no microblog cresceu 17% num único dia, 21 de julho. Um em cada quatro desses novos seguidores não tinha nenhum post no Twitter, num claro indício de que o perfil havia sido turbinado artificialmente. O comando do partido Republicano negou a compra de seguidores. “Se Twitter vencesse eleição, Lady Gaga ou Justin Bieber estariam governando o país”, disse Zac Moffatt, diretor de ações digitais da campanha de Romney, tentando minimizar a situação. Com a disseminação desse tipo de negócio na rede, quem deveria também estar preocupado é o próprio Twitter, de acordo com Alexandre Espírito Santo, professor de finanças do IBMEC: “Um dos artigos mais caros de uma empresa é a credibilidade, ainda mais no caso de redes sociais”, afirma.


Fonte: ISTOÉ Dinheiro

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

8 coisas que as faculdades não contam para os jovem empreendedores

Está saindo da faculdade e já quer começar sua empresa? Tome nota, já que existem coisas que a faculdade não irá te preparar. Confira 8 coisas que a universidade não vai te ensinar:

1. “Espero que tenha gostado de viver como um estudante”

Agora que você saiu da faculdade, você pode ter sua casa, talvez comprar um carro e parar de comer Miojo. Porém, quando você empreender, alto custo de vida pode matar sua empresa antes dela começar.

Quanto mais dinheiro você gasta no seu estilo de vida, menos você terá para investir no seu negócio.

2. “Não existem respostas certas”

Os problemas que você vê na faculdade são feitos para ter respostas certas e erradas. Quando você começa sua empresa, você recebe bons conselhos, mas cada negócio é diferente e você nunca saberá se está certo até que a empresa deslanche ou quebre.

Você precisa dar um jeito de seguir em frente mesmo sem um caminho claro pela frente.

3. “Receitas prontas não te ajudarão a ter sucesso”

Habilidades como decorar informação e seguir as direções do professor não te levarão muito longe. É hora de quebrar o modo-estudante e arriscar.

Pare de alcançar expectativas e comece a superá-las.

4. “Estar na média nunca é bom o suficiente”

Você pode ter passado nas matérias com 5, mas se sua empresa não está tirando 10, seus concorrentes te destruirão.

5. “É temporada de provas o tempo inteiro”

 Se planeje para trabalhar muito. Começar um negócios significa que nem sempre você poderá estar com seus amigos e sempre haverá algo para fazer.

6. “Seu diploma não importa”

É verdade que algumas escolas preparam melhor os empreendedores e a rede de contatos pode fazer muita diferença. Porém, geralmente seu diploma não importa muito para investidores e outros empreendedores.

Ter um projeto genial e a habilidade de transformá-lo em realidade é o que conta.

7. “Você não pode matar o trabalho”

 Para ser um empreendedor bem sucedido, você precisa estar presente. Você precisa estar lá, comprometido a trabalhar bastante, todo dia.

8. “Não há problema em falhar”

Um 0 não irá arruinar sua faculdade e uma falha – ou mais – não significa que sua próxima ideia não dará certo.

Continue trabalhando muito, modifique seu negócio ou comece outro.

Fonte: www.saiadolugar.com.br

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Brasil e EUA anunciam proposta de eliminar vistos


Documento informa que o acordo pretende 'reafirmar a crescente qualidade da relação e a ampla agenda de cooperação entre Brasil e Estados Unidos'

Os governos do Brasil e dos Estados Unidos se comprometeram nesta quarta-feira a facilitar a emissão de vistos para seus cidadãos nas viagens entre os dois países e a trabalhar com o objetivo de eliminar definitivamente o requisito, informaram fontes oficiais.

O acordo consta de uma declaração conjunta de intenções assinada pelo ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e pela secretária de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Janet Napolitano, que iniciou hoje uma visita ao Brasil que terminará amanhã na cidade de São Paulo.

O documento, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, informa que o acordo pretende ''reafirmar a crescente qualidade da relação e a ampla agenda de cooperação entre Brasil e Estados Unidos, no contexto de uma sociedade equilibrada e construtiva, baseada no respeito mútuo e em valores e princípios comuns''.

A fim de estabelecer a forma como se chegará à eliminação completa dos vistos entre os dois países, Patriota e Janet definiram em um acordo a criação de um grupo técnico de trabalho, que deverá se reunir pela primeira vez antes de novembro.

O grupo ''se constituirá como plataforma para propor medidas e procedimentos'', que deverão estar adaptados às correspondentes legislações em matéria de vistos, aponta o documento.

Antes da reunião com Patriota, em que foi assinado o acordo, a representante americana se reuniu com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com quem discutiu algumas iniciativas voltadas a reforçar a cooperação em matéria de proteção dos direitos de propriedade intelectual, entre outros assuntos.

Após a visita a Brasília, Janet se dirigiu à cidade de São Paulo, onde deve se reunir amanhã com membros da Câmara Americana de Comércio (Amcham) no Brasil.

Segundo fontes diplomáticas relataram à Agência Efe, no encontro serão analisadas alternativas para ampliar e promover o comércio e o turismo entre ambos os países.

Fonte: Exame.com

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Design de Identidade da Marca


Uma marca é composta por muito mais que um logo, uma marca é formada por dezenas de elementos. O todo que compõe uma marca vai muito além do trabalho do designer, mas a atuação do mesmo é essencial para todo o processo de criação e manutenção da marca.
 
Logo e marca

Não, não estamos falando de “logomarcas” (termo esse, que como o Canha já explicou, é inadequado), mas sim de Logotipos e Marcas. Vamos a algumas definições.

A marca não é apenas um símbolo, a marca é o todo que identifica uma empresa perante seus clientes. Segundo Marty Neumeier (The Brand Gap)

Uma marca é a intuição que uma pessoa tem sobre um produto, serviço ou empresa.

Ou seja, a marca é aquilo que as pessoas tem em mente sobre uma empresa, instituição, produto, etc. O design trabalha principalmente no desenvolvimento de estratégias visuais para transmitir a filosofia empresarial, mas a marca vai muito além disso.

A identidade Visual da empresa é o rosto perante os consumidores. Uma boa Identidade Visual é capaz de transmitir de forma clara e rápida a filosofia institucional da empresa, não precisando para isso, no entanto, mostrar o que a empresa desenvolve (a Apple não vende maças mordidas).

Alina Wheeler, estrategista de marca e autora do livro “Design de Identidade da Marca”, atribui quatro perguntas essenciais para o desenvolvimento de uma marca forte que se destaque no mercado:

■Quem é você?
■Quem precisa saber?
■Como eles vão descobrir?
■Por que eles devem se importar?
 
Responder estas perguntas é um desafio comum a qualquer marca, no entanto, a maioria não as responde. Um dos motivos é econômico, gerenciar uma marca custa caro, envolve uma série de gastos altos que podem demorar para serem reembolsados, e muitas empresas não dispões de capital para tal coisa. Além disso, muitas vezes falta orientação e profissionais capacitados para gerenciar um processo tão complexo.

Uma marca é composta por diversos pontos de contato, “cada ponto de contato é uma oportunidade para aumentar a consciência de marca e promover a fidelidade do cliente (WHEELER, 2012)”. Blogs, mídias sociais, networking, produtos, sites, publicidade, palestras, funcionários, etc, quanto mais pontos de contato a marca tiver, mais sólida e reconhecida ela será.

O Design de Identidade da Marca
 
Em média, a cada dia somos expostos a 6 mil anúncios (marcas, produtos, instituições, etc), por ano, são 25 mil produtos (DAVIS apud WHEELER), se destacar neste meio, se fazer reconhecido, e acima de tudo, transmitir segurança e envolver o cliente é que qualquer marca de sucesso busca, é aqui que entra o design de Identidade da Marca.

A Identidade da marca é tudo aquilo que identifica a empresa. Não apenas a identidade visual, mas todo o contexto. A imagem abaixo e a frase “Abra a felicidade”, embora não tenham nenhuma relação óbvia entre sí, foram trabalhadas de tal forma, que qualquer pessoa as associa a mesma empresa:



A identidade da marca reúne diversos elementos e os reúne de tal forma que entre eles é feita uma verdadeira trama de conteúdos, se bem gerenciado, isso garante a empresa uma marca forte e consistente, onde o sistema se fortalece e se relaciona de forma harmoniosa.

O design atua na diferenciação dos produtos e incorporação de conceitos intangíveis, possibilitando que a marca carregue uma série de mensagens. São estas mensagens que garantem a marca solidez no mercado e segurança perante seus clientes.

Fonte: Design.Blog








terça-feira, 22 de maio de 2012

Made in China: os segredos da inovação xing-ling

Entenda como o modelo chinês aproveita a inovação tecnológica conhecida como "copiar e melhorar" para aumentar de forma acelerada sua competitividade no cenário mundial


É comum os ocidentais alegarem que a inovação chinesa é contraditória. De fato, a prática de "copiar e melhorar" fica no meio do caminho entre inovação e pirataria. Em resposta a essas acusações, os chineses afirmam - embora um pouco ironicamente - que o aluno deve primeiro aprender a copiar o trabalho do mestre antes de desenvolver seu próprio estilo. Afinal, se você não tem muito talento, precisa começar por algum lugar.

O grande crescimento da competitividade da China nos setores ferroviário, de construção naval e até de aviação surpreendeu alguns observadores ocidentais. Menos de uma década atrás, por exemplo, o sistema ferroviário chinês era totalmente inadequado. Hoje, há no país mais quilômetros de linhas ferroviárias de alta velocidade do que na Europa, assim como os trens comerciais mais rápidos do mundo.

No entanto, apesar do aumento considerável de sua produção de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em alguns setores, a China ainda carece de pesquisa básica e inovação radical. Mesmo assim, há um forte desejo do povo chinês em experimentar os benefícios das tecnologias inovadoras criadas no Ocidente. O fenômeno do "eu também" é um forte incentivo no desenvolvimento de novos produtos. 



Nesse contexto, exitem quatro características interessantes sobre a maneira como os chineses inovam e pensam em tecnologia:

Testes no local, não no laboratório
Os equipamentos da empresa Han's Laser são um bom exemplo. Usados em aplicações como a personalização de botões, marcação de teclados de computador, etc., ela não podia testar seus produtos na própria empresa.

Assim, no começo de suas atividades, enviava um técnico ao cliente por vários meses, produzindo um relatório diário de desempenho da máquina. Quando surgiam problemas, o técnico de campo trabalhava junto à equipe de P&D na sede para encontrar soluções imediatas. Essas melhorias eram incorporadas às próximas versões da máquina. Entre 1996 e 1999, a empresa fez mais de três mil melhorias em seus equipamentos.

Testes feitos no local transformaram a fábrica do cliente em um laboratório de pesquisa, reduziram o tempo de colocação do produto no mercado e melhoraram o fluxo de caixa da Han's Laser. Quando um novo modelo era lançado, já incorporava as necessidades específicas do cliente.

Inovação com foco nos custos

Quando a China International Marine Containers (CIMC) importou uma linha de produção da Alemanha no início da década de 1990, tinha uma capacidade de 10 mil contêineres por ano. Ao longo dos cinco anos seguintes, técnicos da CIMC fizeram mudanças no processo de fabricação, aplicando tecnologias emprestadas do setor automobilístico.

Até 1996, a produção tinha aumentado vinte vezes e a CIMC era líder mundial em volume, fabricando praticamente um em cada cinco novos contêineres no mundo. Em 1997, a empresa criou seu próprio centro de P&D. Como resultado, aumentou sua capacidade, tornando-se mais rentável.

Características e funções customizadas às exigências locais
Consumidores chineses usam seus telefones móveis para inúmeros propósitos, como assistir televisão. Assim, fabricantes de celulares na China oferecem aparelhos com alto-falantes para a reprodução de áudio ou para falar em locais barulhentos. Os telefones, além de serem disponibilizados pela metade do preço dos oferecidos pelas fabricantes tradicionais, também fornecem recursos para atender às necessidades específicas dos consumidores locais.

A Haier, fabricante de eletrodomésticos, é outro exemplo da customização local. Quando um cliente da província chinesa de Sichuan se queixou de que sua máquina de lavar vivia quebrando, técnicos encontraram seu encanamento entupido de lama. Descobriu-se que muitos estavam usando as máquinas de lavar Haier para limpar batata-doce e amendoim.

Em vez de avisar aos clientes sobre o que não se deve lavar nas máquinas, os engenheiros da Haier modificaram-nas para acomodar as necessidades dos clientes. A partir de então, máquinas de lavar Haier vendidas em Sichuan contêm o aviso: "Principalmente para lavar roupas, batata doce e amendoim".

A estratégia da Haier de atender à demanda do mercado local e externo com modelos inovadores resultou em cerca de 96 categorias de produtos e 15 mil especificações. Executivos da Haier dizem que esses tipos de inovações são baratas, mas muito valorizados pelos clientes.

Inovação rápida de produto

A qualidade mais importante que caracteriza a tecnologia chinesa é a rapidez com que as empresas apresentam produtos ao mercado. Por exemplo, antes dos Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, operadoras de telefonia celular chinesas produziram novos modelos que lembravam o icônico estádio "Ninho de Pássaro" e o Centro Aquático Nacional "Cubo d'Água". Só em 2007, a operadora Tianyu produziu mais de 100 novos modelos.

Pensado para o futuro
Por que as empresas chinesas abordam a inovação de forma não-convencional? Por necessidade, simplesmente. Como não têm os mesmos orçamentos de pesquisa de seus concorrentes, utilizam estratégias precisas e ultradinâmicas. Do mesmo modo, sem uma identidade de marca para proteger, elas não têm nada a temer ao permitir que o cliente teste o produto. As empresas acabam ganhando e também perdendo mas, no ambiente de mercado em constante mutação na China, esse método ágil é muito eficaz e – mais importante – eficiente.

Porém, há uma desvantagem nessa abordagem. Na medida em que as empresas chinesas amadurecem, vão querer desenvolver marcas reconhecidas globalmente. A fim de inovar, como a Apple, o Google e outras empresas altamente criativas, a China deve investir mais pró-ativamente em P&D, o que, consequentemente, exige a proteção dos direitos de propriedade intelectual.

Nesse meio tempo, seria prudente que outras multinacionais tomassem nota das técnicas de inovação para mercados de massa adotadas pelas empresas chinesas. A China, que até outro dia contratava organizações estrangeiras para construir sua rede ferroviária de alta velocidade, agora concorre à licitação para contratos ferroviários nos Estados Unidos e está aumentando suas exportações de tecnologia ferroviária de alta velocidade para Europa e América Latina. É bom ficar de olhos neles...

Fonte: Administradores.com

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A diferença entre marketing e propaganda.

 
Uma das maiores confusões que ocorre com empreendedores iniciantes é achar que marketing é a mesma coisa que propaganda. Na verdade, apesar de estarem relacionadas, são áreas de conhecimento separadas.

Como definido no post “O que é marketing?“, o marketing é a arte de planejar o antes, o durante e o depois do processo de vendas. A propaganda é uma forma de estimular o cliente a fazer a compra.

O marketing é uma parte da estratégia
 
A análise de marketing começa muito antes de pensarmos em como fazer uma propaganda persuasiva. O marketing define quem é a empresa, quem é seu cliente, quais os diferenciais dos produtos/serviços, etc.

Como parte de qualquer boa estratégia, o marketing exige a definição de objetivos, priorização de ações e definição de indicadores de sucesso.

A propaganda é uma parte do marketing
 
Depois que você entendeu profundamente quais são as demandas do seu cliente e como você irá satisfazê-las, existe uma questão um pouco complicada: seu cliente ainda não sabe que você existe.

Para fazer boas vendas, a percepção da sua empresa na cabeça do cliente precisa passar de “Quem é você?” pra “Gostei muito da compra que fiz e estou te recomendando para meus amigos!”. É aí que entra a propaganda.

Experimente até achar os melhores canais de divulgação
 
Existem 2 coisas sensacionais sobre a propaganda:

    Você nunca terá certeza absoluta se ela irá alcançar os objetivos do plano de marketing
    O que funciona para uma empresa não necessariamente funcionará para outras

Com essas 2 premissas em mente, você precisa ter consciência de que para ser líder do seu mercado é preciso interagir o máximo possível com as pessoas (clientes, fornecedores, parceiros, formadores de opinião do setor, etc.) e testar diferentes formas de propaganda.

Conforme você ganha experiência sobre o que funciona e o que não funciona, a probabilidade de acertos aumenta muito. Seja um verdadeiro cientista: elabore hipóteses (plano de marketing), faça testes dos diferentes meios de se comunicar com o cliente (propaganda) e revise sua estratégia a partir dos resultados obtidos.


Fonte: Blog Saia do Lugar

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como manter um bom atendimento ao consumidor em mídias sociais e canais tradicionais


Neste mês fiz minha primeira reclamação de uma marca ou empresa no Twitter. Apesar de gostar de mídias sociais, nunca tinha usado um desses canais para esse fim. Antes da queixa no Twitter, passei um dia inteiro tentando resolver meu problema pelo SAC telefônico. Depois de mais de 10 horas e quatro ligações, descobri que o armário que deveria ser montado naquele dia não chegaria.

Minha surpresa foi quando escrevi um simples tuíte reclamando sobre o ocorrido e recebi uma ligação poucos minutos depois, com uma atendente afirmando prontamente que os montadores apareceriam em casa no dia seguinte, pela manhã. Alguns pontos ficaram claros naquele dia: a pessoa que me atendeu ao ver meu tuíte teve mais autonomia e poder de decisão do que o atendente da central telefônica. E o fato do meu tuíte ser público e minha ligação um ato privado mostrou que meu poder era maior nas mídias sociais, em que outras pessoas poderiam se juntar a mim e dar coro ao meu discurso. “A pessoa que monitora reclamações da internet tem que ser mais preparada, porque ela escreve pela marca e é algo público”, afirma Conrado Adolpho, professor de marketing digital da ESPM e autor do livro “Os 8 Ps do Marketing Digital”. “O contato com o call center não tem visibilidade. O poder de criar uma crise é muito maior nas mídias sociais.”

Isso me leva a questionar se as empresas não estão sendo negligentes com os métodos tradicionais. O que teoricamente, não deveria acontecer. “A partir do momento em que as empresas perceberem que não importa o canal, e sim a mensagem, a qualidade não cairá”, afirma Gil Giardelli, professor de marketing e fundador da agência Gaia Creative.

Adolpho explica que hoje em dia as empresas se dividem entre aquelas que têm departamentos separados para o atendimento telefônico e o de mídias sociais, e aquelas que unem os dois em um verdadeiro contact center. “Ao unir os dois, a empresa precisa ter uma equipe qualificada e que dê valor ao consumidor”, afirma Adolpho. “Colocar pessoas que entendam tanto de SAC 2.0 e dos meios tradicionais, que saibam transitar entre eles.” Giardelli complementa que a empresa deve integrar esses pontos de contato com cada consumidor. “Assim, um cliente satisfeito por telefone, também será por Facebook, e vice-versa”, afirma. “Essa integração dos meios é o ponto-chave para o mundo fragmentado que a nova era apresentou ao marketing e ao relacionamento com o consumidor.”

Adolpho ressalta que é melhor que a empresa tenha uma equipe interna para fazer esse trabalho e que terceirizar traz poucos benefícios. A equipe deve ter experiência e saber trabalhar em parceria com os próprios fundadores para criar uma comunicação que esteja dentro dos valores da empresa.

Lembre também que você deve tirar proveito das especificidades de cada um desses canais. “O atendimento por meios tradicionais não corre o risco de cair na rede de forma errada e viralizar, transformando a imagem da marca em algo ruim”, diz Giardelli. Adolpho afirma também que o tempo de resposta por telefone, por exemplo, é ainda mais rápido e também serve para resolver problemas mais complexos. “Não tem coisa pior do que a empresa tentar resolver uma crise com um monte de tuítes”, diz.

As mídias sociais, por sua vez, são mais baratas e são bastante úteis para resolver problemas mais corriqueiros. Atendimentos feitos por esses canais também ficam registrados, o que cria uma espécie de ativo de informação que poderá ser usado posteriormente por outros usuários que possam ter a mesma dúvida.

Fique atento a alguns pontos para você não negligenciar nenhum dos canais:

- Trabalhe com uma equipe bem preparada e transite entre os canais;

- Evite terceirizar;

- Seja rápido na resposta e sempre humano;

- Faça uma comunicação que represente os valores da empresa;

- Use os pontos fortes de cada canal a seu favor.





Fonte: Por Rafael Farias Teixeira em Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Brincadeira de empilhar celulares no bar vira mania na internet

O phone stacking consiste em empilhar os celulares de quem está à mesa, por uma hora. Quem não resistir e pegar primeiro o aparelho, paga a conta.

Veja vídeo em: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1680248-15605,00.html




Fonte: fantastico.globo.com

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os 7 pecados da propaganda "verde" enganosa.


Confira formas para reconhecer o que é verdade e o que é mentira nos produtos “verdes”.

Como não se deixar enganar
A verdade é que a fabricação de qualquer produto deixa rastros no meio ambiente. O importante é saber como o fabricante utiliza os recursos naturais (buscar formas menos agressivas é um diferencial) e como são as condições de trabalho de quem participa do processo de fabricação dos produtos – do começo ao fim (por exemplo: quando um produto tem, em alguma parte da sua cadeia de produção, condições de trabalho análogas à escrava, é contraditório que se autointitule “sustentável”).

Portanto, não se deixar levar por promessas milagrosas de “zero” impacto é o primeiro passo. Outra coisa é exigir que o produto que você está escolhendo na prateleira do supermercado seja claro. De nada adianta um selo na embalagem, se não há meios de entender o que ele quer dizer.

Segundo o Dossiê Verde do site Ideia Sustentável, a tendência “verde” traz muitos oportunidades para o mercado. O problema é quando as empresas não têm “critérios claros a respaldar suas pretensões ambientais” e utilizam “símbolos e apelos visuais que podem induzir o consumidor a conclusões erradas sobre o produto ou serviço que deseja comprar.”

O relatório The Sins of Greenwashing, da consultoria TerraChoice Environmental Inc., classifica o greenwashing em sete pecados. Segundo o estudo de 2010, em um ano o número de produtos que se dizem verdes subiu 73%. Veja como reconhecer um pecador:

1. Pecado do Custo Ambiental Camuflado
Rótulo destaca uma qualidade “verde” do produto e esconde outras características que podem representar uma perda ambiental maior. Ou seja, ao pesar na balança, o malefício não-anunciado é maior que o benefício anunciado.
Pergunte-se: o apelo ecológico está se referindo a apenas uma questão ambiental restrita?

2. Pecado da Falta de Prova
Faltam dados que provem que o produto é correto ambientalmente e as informações não são acessíveis (nem no local de compra, nem na internet). Por exemplo: eletrodomésticos que dizem ser eficientes, porém não têm certificação confiável. Se um produto diz que é uma coisa, deve comprovar.
Pergunte-se: o apelo fornece mais informações sobre sua proveniência?

3. Pecado da Incerteza
Quando o consumidor não entende a informação passada e confunde significados. Alguns exemplos estão nas expressões “natural” (arsênio, urânio e mercúrio são naturais, mas venenosos) e “amigo do meio ambiente ou ecologicamente correto” (pedem uma explicação complementar – afinal, ecologicamente correto, por si só, não quer dizer muita coisa). Segundo a pesquisa, é o pecado mais comum entre os produtos brasileiros – representa 46% de todos cometidos por aqui.
Pergunte-se: o apelo ambiental é autoexplicativo? Se não, apresenta alguma explicação sobre seu significado?

4. Pecado do Culto a Falsos Rótulos
O produto transmite a impressão errada quando parece que tem um selo confiável e  não tem – tipo desenhos de uma arvorezinha ou de um planeta fofo que estão ali só para “encher linguiça” e podem confundir o consumidor.
Pergunte-se: o certificado apresentado pelo produto é realmente endossado por terceiros?

5. Pecado da Irrelevância
Quando é dado destaque para informações que não são importantes ou úteis na busca do consumidor. Ou seja, o rótulo distrai e pode fazer com que a pessoa deixe de procurar opções melhores. Um exemplo citado no estudo é quando uma embalagem traz a mensagem “não contém CFC” como se fosse um diferencial (a substância foi banida por lei há anos).
Pergunte-se: poderiam todos os produtos desta categoria apresentar o mesmo apelo?

6. Pecado do “Menos Pior”
O benefício ambiental do produto pode até ser verdadeiro, mas esconde o impacto da sua indústria como um todo. Por exemplo, pesticidas que se apresentam como ecologicamente corretos. No Brasil, a pesquisa não encontrou produtos que comentem este pecado – e no resto do mundo a incidência também foi pequena.
Pergunte-se: o apelo tenta fazer o consumidor se sentir mais “verde” em relação à categoria de um produto que tem seu benefício ambiental questionado?

7. Pecado da Mentira
Como o nome diz, a informação passada é falsa. O segmento de cosméticos e higiene pessoal foi o que mais apresentou apelos mentirosos no estudo. Brasil e Canadá foram os mais pecadores nesse quesito.
Pergunte-se: quando checo o apelo feito, ele é verdadeiro?

Fonte: Ideias Verdes