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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Cinco atos que impedem você de ter mais tempo

Muitas vezes temos uma percepção adversa do tempo, seja porque tudo passou rápido demais ou porque não conseguimos realizar todas as nossas tarefas. Mudar esse cenário não é uma tarefa impossível, é preciso fazer uma análise de tudo que está nos atrapalhando e elaborar um planejamento para melhorar estes pontos.

Podemos, muitas vezes, acabar o dia com uma percepção adversa do tempo, seja porque tudo passou rápido demais ou porque não conseguimos realizar todas as nossas tarefas. Isso pode ser um reflexo de que perdemos o controle, o que  prejudica nossa gestão do tempo. Mudar esse cenário não é uma tarefa impossível, é preciso fazer uma análise de tudo que está nos atrapalhando e elaborar um planejamento para melhorar estes pontos. Para te ajudar a administrar o seu dia, fiz uma lista com cinco atos que podem  impedi-lo de ter mais tempo:

1 – Achar que não tem tempo - Tudo é uma questão de percepção em nosso cérebro. Se ficar alardeando para todo mundo que está correndo, que não tem tempo ou que vive estressado, esse será seu padrão de realidade. Se você quer começar a ter mais tempo, mude, primeiro, a forma como expressa isso no seu dia a dia. Você perceberá que tem tempo sim, mas não enxerga isso porque acaba se bloqueando. Experimente, durante os próximos dez dias, mudar o discurso e observar com mais propriedade os momentos que tem para você.

2 – Não ter tempo para você - Se não tenho tempo para nada, como posso ter tempo para mim? Essa é a questão. Se você não se colocar na sua agenda, o que vai acontecer é que  a energia, disposição e motivação que você possui serão drenadas. A consequência disso é a perda de foco, produtividade e concentração para executar as atividades diárias. Quando estiver mais esgotado e cheio de atividades, acrescente em sua agenda algo que só você pode fazer pelo seu bem-estar: um esporte, um hobby, uma meditação, um filme etc.

3 – Planejar demais - Quem planeja demais acaba perdendo a flexibilidade, a espontaneidade e a liberdade. Planejar é fundamental, essencial e algo que você deve fazer constantemente, porém se você lota sua agenda, se não tiver antecipação de eventos, se não deixar buracos para você ou para urgências, isso vai te prejudicar mais cedo ou mais tarde. Um exemplo clássico pode ser observado quando a pessoa fica o dia inteiro em reuniões, mas tinha planejado também umas seis tarefas para fazer . Em que horário ela irá fazer isso? Vai roubar tempo pessoal? Um dia ou outro tudo bem, o problema é quando isso se torna um hábito. Planeje, mas com bastante consciência das suas capacidades de execução e de equilíbrio.

4 – Errar na água e alimentação - Nos últimos anos, devido ao livro "Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?" e a algumas pesquisas que estou participando, descobri como coisas simples fazem a diferença. Tomar mais água ao longo do dia ajuda na sua concentração, no seu foco e execução. A quantidade ideal, eu não posso dizer, cada um tem uma necessidade específica, afinal, até água em excesso faz mal. Outra questão é a alimentação. Aquela história de comer de três em três horas realmente é muito funcional, ajuda tanto quanto a água. Se não acredita faça um teste: durante dez dias, deixe uma garrafa de água e algo saudável para comer ao longo do dia. Veja a diferença de ter esse bom hábito e de não tê-lo.

5 – Não aproveitar o tempo que parece inútil - O trânsito não está fácil em quase nenhuma das cidades brasileiras, temos também diversos momentos de espera em clientes, consultórios, filas etc. Enfim, temos um monte de tempo em que teoricamente não poderíamos fazer nada, mas se pararmos para pensar ele pode ser muito útil. Aproveite todos esses momentos. No carro, por exemplo, você pode comprar áudio livros, CDs de curso de inglês, espanhol ou até mesmo baixar o MP3 de vídeo aulas que você ia ver pela Internet para ouvir no carro. Você pode andar com um caderninho ou tablet e na sala de espera do médico começar a rascunhar os passos do seu objetivo.

Sempre temos algum tempo que parece desperdiçado. Precisamos começar a observar e encaixar algo produtivo neles. Portanto, planeje o necessário, separe tempo para você, tenha uma vida saudável e aproveite todos os momentos. Tenha tempo para realizar suas tarefas e para aproveitar a vida.


Fonte: Administradores.com

terça-feira, 14 de maio de 2013

Como a cultura faz o destino das empresas



“Chief Executive Officer”, livro de Grant McCracken, explica como a observação da sociedade levaram empresas como Nike, Apple e Volkswagen ao sucesso. A velocidade das mudanças sociais trouxe as questões culturais para primeiro plano entre as prioridades de uma empresa.

ifícil é definir o termo “cultura”. Quando percebemos o quanto as redes sociais mudaram a forma do indivíduo se relacionar ou notamos o crescimento do comércio eletrônico estamos falando de cultura.

Empresas como Apple e Google hoje são sinônimo de sucesso justamente porque souberam acompanhar esse tal “espírito do tempo”, como definiu o filósofo Georg Hegel. Trata-se de algo entre os modismos e as reais tendências de mudança tanto no comportamento como na estrutura social.

Para que a empresa acompanhe e tire resultado desses movimentos, quais olhos deverão estar atentos? Para o PhD em antropologia, Grant McCracken, é o Diretor Executivo de Cultura, ou “Chief Culture Officer”, cargo que é título do seu livro, lançado no Brasil pela Editora Aleph (2011).

“É isso o que pretendo fazer com esse livro: inventar um cargo e alguém para preenche-lo – o Chief Culture Officer, a pessoa que conhece a cultura, tanto suas tendências quanto suas atualidades, bem como suas estruturas profundas e intrínsecas”, afirma na introdução da obra. “Quando há 1,4 bilhão de dólares na mesa, é preciso ter o CCO.”

Se você considera Steve Jobs um gênio contemporâneo, você poderá ler o primeiro capítulo com algum estranhamento. “As pessoas falam de Steve Jobs como se ele fosse o único de sua espécie”, afirma McCracken que, nas páginas seguintes, explica que você – sim você mesmo – também pode se tornar um deles.

O autor adota uma posição bastante dura contra os gurus. “A cultura é um campo vasto, complexo e dinâmico de significados. (...) É nisso que os virtuosos querem que acreditemos: que a cultura é um mistério... e que o guru é indispensável.”

Para o autor, o olhar atento de um profissional concentrado em observar e antever as tendências culturais deixaria as empresas mais seguras e produtivas que à mercê “nos caprichos e no ego de um gênio”. O olhar diário e transcendente à comunidade em que vivemos pode resultar em importantes insights para uma gestão criativa e eficiente.

O primeiro passo é sair de dentro do lugar comum. McCracken defende que o CCO deve “conhecer todo o seu território, não apenas sua praia favorita ou seu ponto de origem”. “Padrões, conhecimentos, aprendizado contínuo, capacidade de processar grandes quantidades de dados e possibilidades – esse é o trabalho do CCO.”

O cargo ainda não existe em larga escala – pelo menos não tantos quantos CFOs, CTOs e CEOs mundo a fora. No entanto, há sim pessoas que cumpriram esse papel sem esse título na porta de seus escritórios.

No livro, o autor menciona alguns deles, entre os quais estão Dan Wieden, que criou o lendário Just do it! da Nike, e Alex Bogusky que tirou o ranço de arrogância da imagem da Microsoft.

No capítulo “Cultura rápida e cultura lenta” McCracken ilumina o caminho de boa parte dos gestores que ficam indecisos entre adotar uma nova tendência ou partir para um produto inovador. 

O autor separa os modismos das tendências que efetivamente se configuram como uma nova linha de comportamento e organização social. “Ambas são importantes para o CCO, mas a cultura rápida é sempre o centro das atenções. Ela é muito mais visível, vívida, óbvia e, sim, moderna”, afirma. “A cultura lenta é a metade menos conhecida da competência do CCO, mas é tão importante quanto sua cara metade.”

O equilíbrio entre os modismos e as tendências é sempre reiterado pelo autor. Bem como o balanço entre o que é símbolo de status e o que é autêntico, ou cool, nas palavras do autor. “Ponto e o contraponto estão mortos. A luta entre o status e o cool acabou. Agora, somos uma cultura que transborda variedade e ruído.”

Depois de números, ideias e observações, chega a parte mais difícil da tarefa do CCO: convencer a corporação a agir. Para isso, McCracken sugere uma atitude similar. Cabe ao executivo estudar o ecossistema interno da empresa, a cultura da corporação a partir de um olhar completo e impessoal.

O autor informa que há duas formas do CCO buscar lucros. Uma delas funciona da porta da empresa para a fora, no dia-a-dia comercial, colaborando na tomada de decisão dos executivos. O segundo caminho seria como agente interno de inovação. 

Para melhorar essa aceitação, McCracken sugere até o figurino do executivo de cultura.

“CCOs também nunca podem dar uma de descolados. No início da carreira e, talvez, por tempo indeterminado. Isso quer dizer: nada de óculos ou camisas bacanas. Nada de perguntar para as pessoas se elas viram aquele filme que acabou de ser lançado. (...) nunca devemos ser mais descolados que nossos pares”, afirma.

Se você já está pensando em colocar um CCO ao seu lado – ou mesmo se tornar um -, saiba que esse caminho ainda está sendo trilhado e o “primeiro mandamento da profissão é a humildade. Muitas pessoas na C-suite não entenderão” o que esse profissional faz. 

McCracken resume em um parágrafo. “Queremos mostrar como conhecer a cultura torna a visão da empresa mais estratégica e mais tática. Queremos nos tornar indispensáveis, a pessoa que realmente entende os problemas com os quais a área de recursos humanos (capital humano) está se debatendo; queremos estar sentados à direita do CEO quando ele (ou ela) fizer uma projeção de médio prazo e perguntar: ‘Ok, qual a nossa melhor jogada?’.”

Fonte: Exame.

domingo, 21 de abril de 2013

Campanha da Dove mostra a diferença entre como mulheres se vêem e são vistas

Com a ajuda de Gia Zamora, artista do FBI responsável por criar mais de 3.000 retratos falados, a empresa resolveu desenhar sete mulheres com base na sua autodescrição e na descrição feita por desconhecidos



Como parte da campanha pela valorização da beleza natural, a Dove produziu um documentário chamado ‘Retratos da Real Beleza’. O objetivo do filme é mostrar como as mulheres se tornaram suas piores críticas e enxergam sempre o pior em si.

Com a ajuda de Gia Zamora, artista do FBI responsável por criar mais de 3.000 retratos falados ao longo de sua carreira, a empresa resolveu elaborar o retrato de sete mulheres. Enquanto as voluntárias se escondiam atrás de uma cortina, Zamora desenhava com base na autodescrição delas.

Em seguida, a artista criou outro retrato falado das mulheres com base na descrição de pessoas desconhecidas. O resultado, é que os desenhos feitos com a partir do ponto de vista dos outros apresentaram imagens mais bonitas.

Veja ao vídeo abaixo:



Fonte: Administradores.com


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Silenciosa, a depressão pode estar destruindo a sua vida profissional

No mundo inteiro, estima-se que 340 milhões de pessoas sofram com a doença, sendo 13 milhões só no Brasil; além de enfrentar a doença, pacientes ainda lidam com preconceito


Perda de interesse pelo trabalho, falta de concentração, dificuldade em cumprir prazos e demandas, insônia, alteração de peso: esses podem ser os sintomas de uma doença séria: a depressão. Em alguns casos, a produtividade dos profissionais que sofrem com a doença pode ser seriamente prejudicada, culminando com a demissão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 340 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo mundo. No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas são atingidas pela doença (OMS).

“As doenças neuropsiquiátricas são hoje a primeira causa de incapacidade no mundo ao longo da vida e a depressão representa quase 50% dessas enfermidades”, explica Kalil Duailibi, professor do departamento de Psiquiatria da Universidade de Santo Amaro (Unisa) e ex-coordenador de saúde mental da Secretaria de Saúde do Município de São Paulo (SP).
Produtividade

Enquanto um paciente com diabetes falta 6 dias ao ano no trabalho devido à doença, uma pessoa com problemas cardiovasculares se ausenta 8 dias e quem sofre com asma falta 10 dias, quem sofre de depressão apresenta um prejuízo muito maior, perdendo cerca de 35 dias de trabalho por ano.

Segundo Duailibi, o paciente que apresenta um quadro depressivo considerado grave tem sua capacidade social e produtiva comprometida em 90%; em casos moderados, 40%, já em casos da doença em que há apenas sintomas leves, 20% de sua capacidade está afetada.

“O profissional com depressão poderá ter atrasos recorrentes, dificuldades em reter informações e de memória, dificuldade na execução de tarefas simples e, até mesmo, sentir-se incapacitado para executar sua função. Isso o tornará ainda mais deprimido e dará início a um círculo vicioso, que pode levar à demissão”, explica.

Com a queda no rendimento, a exigência dos chefes e superiores em relação a esse profissional pode aumentar, uma vez que a capacidade do indivíduo em desenvolver sua função é comprometida. “Cerca de 44% da capacidade produtiva do indivíduo fica comprometida quando ele apresenta um quadro depressivo”, ressalta Duailibi.

Outro estudo, estima que a depressão acarrete um custo anual de cerca de US$ 83 bilhões para a economia do país, incluindo perda de produtividade e uso da seguridade social (62%), custos diretos, como atendimento hospitalar, ambulatorial e dos medicamentos (31%), e custos relacionados ao suicídio (7%).
Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico precoce da doença é fundamental, pois muitos indivíduos só se dão conta que perderam seus empregos em decorrência da depressão durante o tratamento terapêutico – 11% dos pacientes atribuem o desemprego à depressão.

Há um termo, ainda pouco usado no País, que designa profissionais que mesmo doentes permanecem desenvolvendo suas funções corporativas, o presenteísmo. O distúrbio, agravado pela depressão, caracteriza-se quando o indivíduo não desempenha suas funções nas condições de saúde ideais e tem a produtividade diretamente afetada.

“Atualmente, o diagnóstico é mais efetivo e sabe-se que a enfermidade está associada a inúmeros fatores, incluindo os genéticos”, afirma Duailibi. Para que esse quadro seja revertido, é preciso que o paciente seja diagnosticado corretamente e associe a psicoterapia de qualidade ao antidepressivo adequado, além de mudanças do hábito de vida. “Essa fórmula costuma apresentar um saldo positivo, evitando as recaídas do paciente”, reforça Duailibi.

Entretanto apenas dois terços dos pacientes com depressão procuram tratamento e, destes, somente 10% recebem doses adequadas de medicamentos, segundo dados do National Institute of Mental Health (NIMH) dos Estados Unidos. O médico ressalta ainda que, mesmo com sinais de melhora, é preciso manter o tratamento e, se necessário, o acompanhamento terapêutico. “O acompanhamento médico é fundamental, para evitar que a depressão torne-se um quadro crônico”, orienta o especialista.

Para combater a doença, além de ser essencial seguir corretamente o tratamento, a prática de atividades físicas também é importante. Esportes liberam endorfina, substância que causa sensações de alegria, bem-estar e melhoram a qualidade de vida do paciente.
Preconceito

O paciente com depressão precisa estar preparado, inclusive, para lidar com o preconceito das pessoas que desconhecem a doença. Por muitas vezes, será tratado com uma pessoa fraca e incapaz de encarar os desafios cotidianos como os demais profissionais.

Dualibi orienta que se busque apoio na empresa de um profissional especializado, como um médico ou funcionário do departamento de Recursos Humanos. “Durante o tratamento, é importante que o profissional se resguarde de comentários que o afetem emocionalmente ou mesmo julgamento de colegas. É o momento de se fortalecer, recuperar a autoestima e recarregar as energias para se restabelecer profissionalmente”, afirma Duailibi.

Em alguns casos, a licença médica indicada pelo profissional que acompanha o paciente pode ser uma alternativa para que o tratamento seja efetivo e o retorno ao trabalho satisfatório.

Fonte: Administradores.com

domingo, 6 de janeiro de 2013

Professor universitário é a profissão menos estressante, afirma pesquisa

O estudo foi realizado nos Estados Unidos, e levou em conta as condições de trabalho e remuneração do país.

O site americano CareerCast.com publicou seu ranking anual das profissões mais e menos estressantes. Segundo a pesquisa, os professores universitários lideram a lista dos menos estressados, enquanto os militares são os mais nervosos. O estudo foi realizado nos Estados Unidos, e levou em conta as condições de trabalho e remuneração do país.

Veja a lista completa:

As profissões menos estressantes de 2013


1) Professor universitário

2) Costureira/alfaiate

3) Técnico de registros médicos

4) Joalheiro

5) Técnico de laboratório

6) Audiologista ( fonoaudiólogo que fez especialização em ouvido e audição e realiza exames específicos — que antes só podiam ser feitos pelo otorrinolaringologista).

7) Nutricionista

8) Cabeleireiro

9) Bibliotecário

10) Operador de prensa






As profissões mais estressantes de 2013

1) Militar

2) General

3) Bombeiro

4) Piloto de avião comercial

5) Gerente de relações públicas

6) Executivo sênior

7) Fotojornalista

8) Repórter de jornal impresso

9) Motorista de táxi

10) Policial

Com informações do Globo


Fonte: Administradores.com

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

O que é ser inteligente? Quais os tipos de inteligências? Você sabia que existe a inteligência acadêmica (QI) e inteligência emocional (QE)? Se sim, vamos compreender mais um pouco, se não, conheça agora e faça uma auto-avaliação de si mesmo ao final?


Hoje, se compreende que a QI (inteligência acadêmica) pouco tem relação com a vida emocional, uma vez que, pessoas com altos níveis de QI se deixam levar por sentimentos desgovernados tornando-se maus administradores de suas vidas amorosas. Por outro lado,  já se sabe também que o QI já não é ou nunca foi um fator predominante que indicasse sucesso na vida, sendo necessário também de outras forças e é nessas forças onde a QE (inteligência emocional) ganha espaço, tendo em vista que o mercado hoje procura pessoas com capacidade de motivar-se, persistir diante à frustrações, controlar impulsos, adiar a satisfação, regular o próprio estado de espírito e impedir que a aflição invada a capacidade de pensar, criar empatia e saber esperar.

 Quando se olha para a inteligência acadêmica nos dias atuais nota-se que ela não oferece nenhuma garantia às vicissitudes da vida, uma vez que ignora a QE, esta que possui imensa importância para o destino pessoal do homem enquanto pessoa, sendo ela uma metacapacidade que auxilia até onde podemos usar o intelecto bruto. E, é neste ponto onde surge a contestação à QI e trás a tona as inteligências pessoais: a interpessoal e intrapessoal, a primeira faz-se referência a capacidade de compreender outras pessoas e a segunda refere-se à questão do autoconhecimento, o acesso aos próprios sentimentos e a capacidade de discriminá-los e usá-los para orientar o comportamento. Logo, no cotidiano nenhuma inteligência é mais importante que a intrapessoal. Grupos cada vez maiores de psicólogos já concordam quando relatam que um bom desempenho em testes de QI é um fator de previsão mais direta de sucesso em sala de aula ou como professor, mas cada vez menos quando os caminhos da vida se desviam da academia. Ter autoconsciência já é questão-chave “consciente ao mesmo tempo de nosso estado de espírito e de nossos pensamentos sobre esse estado de espírito”.

 Torna-se explicito e com conotação aceitável que para acompanhar essas emoções existem três estilos típicos de pessoas: as autoconscientes (conscientes de seus estados de espíritos), as mergulhadas (pessoas inundadas por suas emoções) e as resignadas (pessoas que apesar de verem com clareza o que estão fazendo, também tendem a aceitar seus estados de espírito e para tanto, não tentam mudá-los). Que tipo de pessoa é você?

É questionado que as mulheres em geral, sentem com mais força emoções positivas e negativas que os homens, mas diferença de sexo à parte é evidente que a vida emocional é mais rica para os que observam mais. O ser humano não toma decisões por pura racionalidade, mas também são influenciados por intuição e sabedoria emocional das experiências passadas que é a chave fundamental para uma mais sábia tomada de decisão e consequentemente estes tornam-se mais afinados com seus próprios sentimentos.

Desse modo, percebemos que tentar ter o controle sobre nossos sentimentos, buscar o autoconhecimento, isto é, a inteligência emocional, vem se tornando um fator primordial para o sucesso na vida profissional e pessoal, descobrindo-se também que um alto nível de conhecimento acadêmico “nem sempre” é sinônimo de bons resultados vida a fora e para tanto, vale a pena ressaltar que a inteligência emocional acompanhada de um bom desenvolvimento acadêmico pode ser sim sinal de sucesso.



O que é ser inteligente mesmo?













 






quarta-feira, 1 de agosto de 2012

8 coisas que as faculdades não contam para os jovem empreendedores

Está saindo da faculdade e já quer começar sua empresa? Tome nota, já que existem coisas que a faculdade não irá te preparar. Confira 8 coisas que a universidade não vai te ensinar:

1. “Espero que tenha gostado de viver como um estudante”

Agora que você saiu da faculdade, você pode ter sua casa, talvez comprar um carro e parar de comer Miojo. Porém, quando você empreender, alto custo de vida pode matar sua empresa antes dela começar.

Quanto mais dinheiro você gasta no seu estilo de vida, menos você terá para investir no seu negócio.

2. “Não existem respostas certas”

Os problemas que você vê na faculdade são feitos para ter respostas certas e erradas. Quando você começa sua empresa, você recebe bons conselhos, mas cada negócio é diferente e você nunca saberá se está certo até que a empresa deslanche ou quebre.

Você precisa dar um jeito de seguir em frente mesmo sem um caminho claro pela frente.

3. “Receitas prontas não te ajudarão a ter sucesso”

Habilidades como decorar informação e seguir as direções do professor não te levarão muito longe. É hora de quebrar o modo-estudante e arriscar.

Pare de alcançar expectativas e comece a superá-las.

4. “Estar na média nunca é bom o suficiente”

Você pode ter passado nas matérias com 5, mas se sua empresa não está tirando 10, seus concorrentes te destruirão.

5. “É temporada de provas o tempo inteiro”

 Se planeje para trabalhar muito. Começar um negócios significa que nem sempre você poderá estar com seus amigos e sempre haverá algo para fazer.

6. “Seu diploma não importa”

É verdade que algumas escolas preparam melhor os empreendedores e a rede de contatos pode fazer muita diferença. Porém, geralmente seu diploma não importa muito para investidores e outros empreendedores.

Ter um projeto genial e a habilidade de transformá-lo em realidade é o que conta.

7. “Você não pode matar o trabalho”

 Para ser um empreendedor bem sucedido, você precisa estar presente. Você precisa estar lá, comprometido a trabalhar bastante, todo dia.

8. “Não há problema em falhar”

Um 0 não irá arruinar sua faculdade e uma falha – ou mais – não significa que sua próxima ideia não dará certo.

Continue trabalhando muito, modifique seu negócio ou comece outro.

Fonte: www.saiadolugar.com.br

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tire férias sem culpa

É preciso dar um tempo para recuperar o equilíbrio, a disposição e voltar a produzir. Vai ser bom para todo mundo

Retornei há pouco das minhas férias! Aproveitei para viajar com a família e realmente descansar. Apesar de viajar muito ao longo do ano para eventos ou para fora do País, isso não significa descansar nessas ocasiões.


Em uma viagem profissional você tem toda a preocupação ligada à viagem, a reunião, ao evento e por ai vai. Raríssimas vezes consegui descansar em alguma viagem a trabalho, por mais paradisíaco que fosse o local.

Dessa vez eu relaxei e deu até para tomar uma corzinha (evoluindo da minha cor padrão branco-verde-musgo escritório). Mas durante muitos anos da minha vida era simplesmente impossível pensar em sair de férias como todo mundo faz. Ouço muito isso de empreendedores, gestores ou de profissionais "críticos" em empresas: "eu não posso sair de férias que a empresa pára". Então vamos tratar desse assunto por aqui.


Em primeiro lugar entenda que sua capacidade de ser produtivo está diretamente relacionada à sua capacidade de se equilibrar. Ou seja, se você está em um estresse constante vai perder performance e muitas vezes nem se dá conta disso. Se esse ciclo não for interrompido (com férias, por exemplo) você vai acabar sentindo os sintomas no corpo (gripes, gastrites, dores de cabeça, etc.) ou no resultado do trabalho (esquecimentos, erros, etc.). Você precisa de férias em algum momento.

Quando eu falo de férias, não significa necessariamente os 30 dias padrão, pode ser alguns dias apenas, o importante vai ser a qualidade desse período. Eu mesmo não agüento ficar mais de 15 dias longe da empresa. E assim ainda posso ter um segundo período em outra época do ano.

Se você não pode tirar férias alguma coisa está errada na empresa. Até médico, vendedor autônomo, etc. tiram férias. Veja alguns pontos que sugiro que você revise para tornar esse período possível:

1 – Crie processos – Muitos gestores não conseguem sair de férias porque tudo está centralizado com eles, o "como fazer" quando algo acontece é sempre "personalizado" e está apenas na mente do gestor. Se este é seu caso, seu trabalho é transformar as pequenas dúvidas ou procedimentos do dia a dia, em processos documentados e devidamente publicados. Na Triad, nossa Intranet possui 90% dos principais procedimentos da empresa. Caso algo novo aconteça que precise do time me perguntar, eu já adiciono uma tarefa para criar ou revisar o processo. Meu papel é focar no estratégico, em inovação, em sugestões, em problemas diferentes e não no operacional no dia a dia.


2 – Tenha pessoas chave – O papel do líder é criar sucessores, ou fica impossível de você subir na empresa ou de pelo menos poder tirar férias. A época do monarca soberano na empresa acabou. É necessário investir em pessoas, em treinamento, em conhecimento para priorizar as coisas.
A área mais delicada que gerencio é sem dúvida Software (Neotriad, etc.), nessa área tenho duas pessoas muito competentes que me substituem completamente, a primeira é o Igor, meu gerente de desenvolvimento que está há mais de uma década comigo e gerencia toda a área. A outra é o Bonna, que é o responsável técnico pelo Neotriad. Ambos tomam as decisões e se viram para fazer a coisa acontecer. Claro que vez ou outra eles me mandam e-mails com coisas que preciso aprovar, mas o dia a dia, eles tocam como uma orquestra! O que fazemos é sentar e definir as prioridades e durante esse período a coisa anda. Hoje quando cheguei simplesmente fui ver a equipe no Neotriad e analisar as tarefas que foram realizadas e o que não foi feito.

3 – Utilize períodos de feriado – Eu não gosto de tirar férias quando todo mundo tira férias, além de perder dinheiro pela alta estação, ainda consome mais dias úteis. Eu aproveitei o feriado de 7 de setembro e do dia 8 de setembro (em Santos) para iniciar as férias, assim perco menos dias úteis. O Igor, por exemplo, aproveita sempre o final do ano para tirar férias em Janeiro, emendando as férias coletivas. Outra dica é analisar os períodos sazonais do seu negócio e aproveitar este momento para sua saída.

4 – E-mail nas férias? – Quem me conhece sabe que sou viciado em tecnologia, mas quando estou de férias, procuro ver e-mails apenas a cada dois dias, em geral à noite, vendo minha novelinha ou depois das crianças dormirem. Costumo desligar meu smartphone também. Assim eu consigo desligar completamente da empresa. Se algo urgente pegar, eu tenho a certeza que vão me ligar, então nem esquento. Todos os e-mails que respondi e que ficaram dependentes aguardando alguma posição minha já me ajudam a pensar em como posso delegar ou automatizar o processo. Tudo é aprendizado.

Férias ou períodos mais curtos de descanso são essenciais para ajudar você e a empresa a crescer. Além disso, você traz idéias novas, arejadas e disposição para colocá-las em prática. Não seja negligente com você, da próxima vez que pensar em férias, leve esse assunto muito a sério. Vai ser bom para todo mundo!

Fonte: Administradores.com.br

sábado, 29 de outubro de 2011

Livro diz que Google controla silenciosamente a internet

O que palavras aparentemente desconexas como Disney, cachorro e amendoim têm em comum?

Para a maioria das pessoas, elas não revelam muito, mas, se digitadas no Google, apontam que a interessada nos temas é possivelmente uma mulher, mãe de filhos pequenos e que sofre de alergias específicas.

Pode ser ainda que, a partir da identificação de seu perfil, a internauta veja mais propagandas de produtos infantis, indicações imobiliárias e, dali a alguns anos, até sugestões de escolas para adolescentes.

Não se trata de pura adivinhação, mas da era em que informações aparentemente simples viram material precioso para previsões de comportamentos.

É o que relata Siva Vaidhyanathan, professor da Universidade da Virgínia em "A Googlelização de Tudo".

Mestre em criar conexões invisíveis baseadas nos interesses dos usuários pesquisados na ferramenta de busca, o Google é, na visão do professor, a principal ameaça à privacidade de dados pessoais nos dias de hoje.

Isso porque não esclarece que tudo o que se coloca na rede pode ser monitorado por seus sistemas de identificação de navegação (os chamados cookies) nem informa com precisão como os usuários podem configurar seus critérios de busca para proteger suas informações.

A lógica perversa do Google, na avaliação de Vaidhyanathan, está ainda em transmitir ao mundo que o acesso a seus serviços é gratuito, enquanto o verdadeiro custo está na troca por detalhes da personalidade de cada um.

São essas informações que renderão lucro à empresa, com a venda de anúncios direcionados a perfis específicos de usuários.

Dividida em seis capítulos, a primeira parte da narrativa se concentra em mostrar o triunfo da aceitação da "googlelização" -presença cada vez mais frequente do buscador em diversas áreas do conhecimento.

Indica ainda a criação de uma geração superficial, que aceita ver o mundo por meio dos resultados de buscas no Google em detrimento de conhecimentos profundos.

Desliza, no entanto, ao considerar o buscador como o principal vilão da internet, reduzindo a importância de outras ferramentas concorrentes e das redes sociais, que hoje podem ser a maneira mais avançada para acumular informações sobre os internautas.

Na segunda parte do livro, o autor apresenta elementos políticos, filosóficos e até psicológicos pelos quais tenta provar necessária a reação dos internautas às forças dominantes na rede.

O livro é para quem quer conhecer os bastidores dessa potência da internet mundial, mas não traz provas concretas -além do relato do autor- sobre se o Google é bom, mau ou se é apenas esperto ao aproveitar o espírito de "compartilhamento" dos internautas na rede.

É o início da análise sobre a dinâmica do controle da informação virtual, mas está longe de ser uma resposta definitiva para a questão.

A GOOGLELIZAÇÃO DE TUDO

Autor: Siva Vaidhyanathan
Editora: Cultrix
Quanto: R$ 35,91 (272 págs.)
Tradução: Jeferson Luiz Camargo
Avaliação: Regular


Fonte: Adaptação feita a partir da Folha.com

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A cabeça de Steve Jobs

O livro trata-se de como o eleito CEO da década construiu a Apple, teve sua queda na empresa que por consequência caiu também e teve sua volta para nunca mais sair empurrando a empresa para o que é hoje.

Para quem não conhece a história de Jobs, o livro é fundamental. Escrito por Leander Kahney editor da revista wired.com e principal colaborador do blog Cult of Mac (cultofmac.com), ele escreve dizendo que é difícil acreditar que um único homem tenha revolucionado a informática nos anos 1970 e 1980 (com o Apple II e o Mac), e tenha revolucionado o cinema de animação nos anos 1990 (com a Pixar e o famoso filme Toy Story). Isto mesmo se você não sabe Steve Jobs foi um dos fundadores da Pixar. Sua mais recente revolução foi na música trazendo um aparelho pequeno de fácil uso que virou febre no mundo inteiro, o iPod.
 



O livro reúne as lições empresariais de um elitista que considera a maioria das pessoas imbecil, mas faz gagdets fáceis de serem utilizados por qualquer “idiota”. Também mostra segredos de seu sucesso, considerando um líder notável nas indústrias da tecnologia da informação e do entretenimento.

Uma experiência minha de cliente da Apple: “ninguém joga fora a caixa – embalagem – de um produto da Apple”. Ela é simplesmente fantástica, não querendo reverenciar, mas Jobs passa tanto tempo pensando na embalagem quanto pensando no funcionamento das aplicações. Esta qualidade dita impecável por muitos, que faz a Apple hoje ser referência em produtos. Para Jobs, o ato de tirar um produto da caixa é parte importante da experiência do usuário e, como tudo que ele faz, é pensado com muito cuidado, talvez seja por isto que minha caixa ainda esta guardada.

Jobs é considerado um capataz pelos seus funcionários, rigoroso com prazos e principalmente com o extremo sigilo de seus produtos em fabricação. Os funcionários na sua grande maioria tentam desviar de locais onde possam barrar por ele, com medo de repreensão por quere saber como andam “as coisas”. Disto tudo se pode pensar que ele não é a pessoa certa para comandar uma empresa, estou certo? Errado. Alguma coisa ele deve estar fazendo direto, afinal tirou em 10 anos a Apple de uma falência eminente e a tornou uma companhia maior e mais saudável que jamais fora.

Sua história

Nascido em San Fransisco em fevereiro de 1955, filho de pais universitários e não casados, Jobs foi oferecido a adoção. Um casal de operários que pouco tempo depois se mudou para Mountain View, na Califórnia, uma cidade que era rural e foi invadida pelo Vale do Silício pouco tempo depois. Jobs confessa que o professor do quarto ano salvou sua jornada como estudante subornando-o como doces e dinheiro para estudar. “Certamente eu teria acabado na cadeia”, disse. Seu fascínio por tecnologia surgiu quando um vizinho lhe apresentou um kit eletrônico vendido como hobby, que o fez compreender como as TVs funcionavam.

Os pais biológicos colocaram uma condição na sua adoção, frequentar a faculdade. Jobs foi então para o Reed College, no Oregon, depois do primeiro semestre.

Quando voltou a conversar com seu amigo Steve Wozniak, um gênio da eletrônica que havia construído seu próprio PC para se divertir. Juntos fundaram a Apple Computer Inc. na garagem de Jobs onde foram saindo montando seus computadores manualmente. Na revolução dos PCs a Apple deslanchou, lançando no mercado ações em 1980 com a maior oferta pública jamais vista. Com 23 anos Jobs tinha mais de 100 milhões de dólares.


O principal produto

A Apple decolou não foi com computadores, foi com o iPod, em outubro de 2001, o aparelho de tocar músicas transformou a empresa. O que levou isto foi que o iPod deixou de ser um aparelho de luxo para geeks e tornou-se popular. Aparelhos mais novos, revolucionários e de fácil uso com tela sensível ao toque, com uma loja virtual para comprar músicas a preço de 1 dólar americano popularizaram ainda mais o player. Até março de 2009 a Apple já havia vendido 163 milhões de iPods.


A Pixar

Em 1995, o pequeno estúdio de cinema particular de Jobs fez o primeiro filme totalmente animado, Toy Story. O sucesso do filme foi tanto, que a cada ano a empresa lançava um novo longa-metragem. A Pixar foi vendida a Disney em 2006 pela quantia de 7,4 bilhões de dólares, o que tornou Jobs o maior acionista da Disney e o nerd mais importante de Hollywood.


A queda

Em 1985 Jobs foi forçado a deixar a Apple após uma malsucedida luta pelo controle da companhia. Com vontade de vingança fundou uma concorrente chamada NeXT, com propósito de vender computadores para universidades assim tirando a Apple do mercado. Comprou uma empresa de computação gráfica por 10 milhões de dólares que estava em sérias dificuldades financeiras. A empresa por fim nunca decolou, vendeu apenas 50 mil computadores e teve que sair do ramo, concentrando-se na venda de softwares. Porém a criação destes softwares deram impulso para que Jobs voltasse a Apple mais tarde, e estes tornassem alicerce para várias tecnologias que até hoje ainda pairam sobre os Macs.


A volta

Em 1996 – foi o ano que Jobs voltou e pos seus pés novamente dentro da empresa fundada por ele e Steve Wozniak. A beira da falência, Jobs decidiu suspender diversos produtos que estavam no mercado e em criação. Deixou apenas entre 4 a 5 produtos, concentrando todo o esforço da Apple para estes. O foco nos produtos fez com que a Apple saísse do buraco.

O livro ainda conta sobre a personalidade dele, que vou deixar para que você o leia.




Fonte: Oficinadanet

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Administrar, ser Administrador!

Administrar tarefa que não é fácil, que requer esforço, dedicação e aprimoramento contínuo.
Vemos dentro da sala de aula a gama de opções que a profissão pode nos possibilitar. Logística, finanças, produção, marketing, gestão de pessoas e entre outros.

Complexo não?
Sim! Mas é essencial ao Administrador que entenda cada uma dessas áreas, mesmo que não se atue diretamente, pois possa-se que um dia necessite colocar seus conhecimentos a prova e o Administrador tem obrigação de entender e buscar resolver.

Quem lembra do PODC de TGA?

Se não lembram, vamos relembrar!

Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar.

Mas ser administrador é muito mais que isso, é servir, é liderar, é incentivar, é saber ouvir (saiba ouvir!), é saber se expressar claramente e objetivamente, tomar decisões rápidas e eficazes, e principalmente, saber valorizar a equipe, o ser humano, as pessoas nas suas características individuais.

Ser profissional de administração não significa apenas dirigir empresas ou organizações, o administrador dirige pessoas, pois são elas as molas-mestras de tudo, da indústria, do comércio, do serviço, de todos os setores. Se apenas houvessem máquinas, e não pessoas, não seriamos Administradores, e sim engenheiros e não haveria necessidade de um gestor, de um líder, não haveriam cargos gerenciais.

Ser Administrador é fato que é uma profissão cheia de conflitos, de problemas, mas levamos em consideração que a cada obstáculo superado, fica o aprendizado, o amadurecimento e é isso nos faz crescer enquanto profissionais.

Lembro-me de um professor durante a faculdade que dizia que administração não é só ciência, também é arte. Pois bem, nunca disse a ele que sempre concordei e hoje ainda acrescento: exercer tal atividade com sucesso é uma verdadeira obra-prima.

No contexto atual não é um mais um mero diploma, um simples pedaço de papel que determina as condições de aptidão da profissão. O Administrador tem o dom de liderar, de se sobressair de um grupo, de falar com segurança, de agir com determinação e sabedoria. A sala de aula na faculdade nos fornece as teorias, mas o mercado é crucial e só aprova àqueles que conseguem por em prática o absorvido e que se entregam a incrível jornada empresarial.

Hoje, presenciamos um mundo de concorrências, onde temos muitos graduados em Administração, para poucos cargos de fato. Assim como também vemos, uma divisão do conceito de administrar: há pouco tempo éramos simplesmente administradores prontos para atuar em qualquer segmento, hoje já nos deparamos com administração pública, de serviços, hospitalar, hoteleira e etc, que requer estudos particulares e entendimento peculiar.
Desse modo, é preciso ver claramente o rumo que se quer seguir, aliada a sua vontade de trabalhar nessa profissão, na tentativa de garantir o êxito do seu investimento, pois é necessário muito mais do que dinheiro para a sua formação.
Um tema se tornou comum no meio empresarial e acadêmico que é a inteligência emocional, o que é isso? Em palavras sucintas digamos que "equilíbrio psicológico", característica que diferencia os melhores profissionais. (pratique a sua!)

A disputa pode ser acirrada e até mesmo desleal, porém todos possuem as mesmas chances, mas nem sempre as mesmas oportunidades. Logo, agarre sem medo as chances que surgirem na sua vida, e então crie novas oportunidades. No mercado existem muitos "profissionais" oportunistas, mas o segredo do sucesso é investir no seu diferencial, ser melhor e expor isso aos demais. Não se cria oportunidades "puxando saco" do chefe, nem passando por cima dos colegas. Na vida tudo é questão de esforço, mérito e Inteligência. O mercado procura pessoas com a mente aberta, ousadas, inovadoras, dinâmicas, profissionais e competentes.

Invista na sua comunicação e empatia, elas são as portas principais de acesso ao mercado. Os calados e introspectivos, não tem vez no mundo dos negócios, pois não conseguem estabelecer relacionamentos interpessoais com colegas.

Tudo o aqui exporto, fazem parte da nova receita da Administração de sucesso que estamos vendo empresas a fora, onde todos podem sair vitoriosos.

Outro dia lendo sobre o significado de sorte encontrei um texto de um colega Administrador que a explicava assim:

Superação a cada dia!

Organização equilíbrio pessoal e profissional!

Responsabilidade com as pessoas e a sociedade em geral!

Tesão pela profissão, pela vida, pelos valores familiares!

Esperança nas pessoas, esperando sempre o melhor delas!

Assim, boa sorte!


A todos os ADMINISTRADORES, parabéns pelo seu dia!

Acostumados com blogs limitados e tendenciosos?

Pois bem, planejando há mais de uma ano e somando esforços para a “E-deia” ficar do jeito que queriamos, entra no ar o E-deias, um blog que o objetivo é compartilhar informações com você.

De um jeito alternativo, imparcial e com notícias de áreas distintas. Será deste modo, que o E-deias vai tentar deixar você leitor, bem informado.

Você vai ver por aqui assuntos relacionados a negócios diversos, mercados, empreendedorismo, marketing, tecnologia, logística, política, dicas de livros, eventos mundiais e sociais, economia, finanças, carreira e gestão.

Disseminar conhecimento, inovação e ideias no mundo virtual, venha participar conosco!.

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Até já!

Dudu
JP