terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dicas para realizar uma viagem tranquila

Problema e lazer definitivamente não combinam. Por isso, quando vamos realizar uma viagem é preciso dispensar um certo tempo na preparação, para que os momentos de passeio sejam destinados apenas à diversão, sem dores de cabeça.

Pensando nisso, o InfoMoney separou dez dicas para os consumidores tomarem cuidado desde a escolha do pacote de viagem, até a documentação, vacinação, as formas de levar o dinheiro até opções de passeios mais em conta. Confira abaixo!
Documentação
Um dos primeiros passos para quem deseja fazer uma viagem internacional é tirar o passaporte ou renovar o que já possui – se o vencimento for inferior a seis meses, a Polícia Federal indica que ele seja renovado.

Para fazer o documento, basta entrar no site www.dpf.gov.br/servicos/passaporte, preencher o requerimento, pagar a taxa para emissão e agendar data e horário em um posto da Polícia Federal, onde a documentação será conferida, serão colhidas as digitais e tirada uma foto. Após uma semana, o passaporte será entregue pessoalmente ao titular.

Vale salientar que, em viagens para países integrantes do Mercosul e Estados Associados (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela), basta a apresentar o RG.
Visto ou não visto?
A entrada de brasileiros em outros países às vezes depende da emissão de um visto (autorização dada pelo consulado da nação), como para os Estados Unidos.

A necessidade desse documento vai depender do motivo da viagem. Para a maioria dos países da Europa, por exemplo, o brasileiro a turismo pode entrar sem visto desde que permaneça no país por até 90 dias. Se o motivo da viagem for estudo, entretanto, o visto se torna necessário.

Para saber exatamente quais países exigem o documento, basta entrar em contato com o Consulado ou a Embaixada do país de destino. No portal do Itamaraty, você consulta os endereços: http://www.itamaraty.gov.br/servicos-do-itamaraty/enderecos-de-consulados-estrangeiros-no-brasil
Seguro de viagem às vezes é obrigatório
Para escolher o seu, saiba que existem dois tipos de seguro: por tempo de duração da viagem ou planos anuais. Como eles são padronizáveis, vale pesquisar quais as coberturas e limites para suas necessidades. De um modo geral, é indicado prever morte acidental e invalidez por acidente.

Vale lembrar ainda que para viajar aos países participantes do Tratado de Schengen (convenção entre nações europeias que estabelece política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas), os brasileiros são obrigados a contratar um seguro-viagem.

São signatários desse Tratado: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.

Vacine-se!
Dependendo do destino da viagem, seja internacional ou no Brasil, é preciso tomar cuidado com certas vacinas, como da febre amarela, que é obrigatória para entrar em alguns países e deve ser tomada com pelo menos 10 dias de antecedência.

Ainda de acordo com a Anvisa, as vacinas tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), dT (difteria e tétano) e hepatite B são indicadas como prevenção para qualquer destino. Já para destinos endêmicos, também vale tomar a da poliomielite, influenza e meningite meningocócica.

De qualquer forma, acesse o site http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/cidadao para se preparar da melhor forma possível, confirindo as exigências para o seu local de destino.
Cuidados no contrato do pacote turístico
Se o consumidor gosta de negociar pessoalmente e organizar cada detalhe, a melhor opção é viajar por conta. Mas, para quem não abre mão da comodidade, a contratação de um pacote de viagem lhe oferece o respaldo da empresa para qualquer eventualidade.

Para fazer a melhor escolha, o primeiro passo é pesquisar. Em seguida, a orientação do Procon é que o consumidor solicite todas as informações por escrito e detalhadas no contrato, principalmente em relação à quantidade de dias e noites, tipo e localização do meio de hospedagem, meio de transporte, ingressos de passeios opcionais, parques e shows incluídos, tipo de quarto, refeições incluídas etc.

Esse documento serve como garantia de que tudo será cumprido durante a viagem. Outros itens que servem como prova do que foi oferecido são os materiais publicitários.

Como levar dinheiro?
Para as pequenas despesas, a melhor opção é utilizar o dinheiro vivo e já embarcar com o dólar ou a moeda do país convertidos. Para o restante dos gastos é aconselhável usar uma das opções abaixo:

  •     Cartão de crédito: as compras funcionam da mesma forma que no Brasil. Mas, será necessário um cartão de crédito internacional e uma boa dose de controle! Afinal, na hora da fatura valerá o câmbio da data de fechamento e existe a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
  •     Saque em cartão de crédito: não é vantajoso, pois o consumidor paga o câmbio de uma compra, uma taxa pelo saque e outra sobre o valor retirado. Mas sua praticidade ajuda em situações de aperto.
  •     Cartão pré-pago: nele o consumidor se planeja, escolhe o valor que deseja gastar durante a viagem e realiza o carregamento do cartão. Apesar de não permiter parcelamento, o IOF é menor do que o cobrado no cartão de crédito.
  •     Traveller Check: é uma forma segura de levar o dinheiro, pois seu real valor só é reconhecido depois que o consumidor o assina – primeiro no banco, mediante apresentação de RG, CPF, passagem aérea e passaporte, e novamente quando trocá-los no país de destino
Bagagem e seus excessos
Segundo as regras da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), cada passageiro pode despachar 23 kg, em aeronaves com mais de 31 assentos, para voos domésticos. Caso o peso seja superior, o transporte da bagagem dependerá de cada companhia aérea e da cobrança pelo excesso de peso. Em viagens internacionais que partem do Brasil, o máximo permitido são duas malas por pessoa com peso máximo de 32 kg cada.

Com relação à bagagem de mão, consulte a empresa aérea sobre o sistema adotado no país de destino, que pode ser do tipo peça (a soma de suas dimensões não pode exceder 115 cm) ou peso (os valores são definidos pela companhia). E não esqueça que todos os líquidos devem estar em frascos com tamanho máximo de 100 ml e em embalagem de plástico transparente e vedada.

Já nos voos nacionais, o limite de peso da bagagem de mão é de 5 kg, sendo que a soma do comprimento, da altura e da largura não pode ultrapassar 115 centímetros.

Conheça seus direitos e se proteja
Para evitar aborrecimentos, a dica da Proteste é confirmar a reserva e marcar o número do assento com antecedência. Mas se na hora a atendente informar que o voo está lotado, saiba que a companhia deve respeitar os direitos do consumidor, de forma gradual, de acordo com o tempo de espera:

  •     A partir de 1 hora: comunicação via internet, telefonemas etc.
  •     A partir de 2 horas: alimentação (voucher, lanche, bebida, etc).
  •     A partir de 4 horas: acomodação ou hospedagem (se for o caso) e transporte do aeroporto ao local de acomodação.

Para atraso superior a esse tempo, a empresa deve oferecer ao passageiro opções de reacomodação ou reembolso, além da assistência material já mencionada.

Já no caso de cancelamento do voo, a companhia deve arcar com a multa rescisória. Afinal, segundo a Proteste, na compra do bilhete aéreo o consumidor e a companhia firmam um contrato que só pode ser alterado em comum acordo.

Alimente-se bem!
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) chama a atenção para alguns cuidados:

  •     Tome cuidado com a água consumida, optando pela mineral. Em casos adversos, ferva a água antes de beber ou opte por produtos industrializados, como refrigerantes ou sucos engarrafados. Evite adicionar gelo nas bebidas!
  •     Certifique-se de que os alimentos estejam cozidos, fritos ou assados.
  •     A embalagem de alimentos deve estar intacta e o rótulo deve identificar o produtor e a data de validade.
  •     Evite consumir alimentos de ambulantes e comer fruto do mar cru (moluscos e crustáceos podem conter toxinas que permanecem ativas mesmo após o cozimento).
  •     Não beba leite, nem coma seus derivados e ovos crus.
  •     Já as frutas, podem ser consumidas cruas desde que as cascas estejam inteiras.

Fuja da rotina sem gastar muito
Em tempos de sites de compras coletivas, uma ótima dica é pesquisar promoções de passeios nos destinos para onde o consumidor vai viajar, conferindo se a validade do cupom é compatível com a data da viagem. Ainda na internet, vale pesquisar opções baratas e gratuitas nos sites da prefeitura e nos guias de jornais.

Se você é do tipo esportista, que curte uma aventura, a dica é procurar pelos parques e trilhas das cidades. Outra opção é o zoológico, cujo ingresso é relativamente barato.

Para os fãs de artes, há muitas opções de lazer: cinema, teatro, exposições, mostras, concertos etc. Além desses, ainda existem os museus, que costumam ter um preço baixo, os circos, planetários e city tours.


Fonte: Infomoney

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Brasileiras não confiam em redes sociais para conhecer produtos

Estudo indica que consumidoras preferem obter informações das marcas em sites e portais de conteúdo.

As mulheres querem se relacionar nas redes sociais, mas não utilizam estes canais para obter informações sobre marcas e produtos. É o que indica o estudo “Connectonomics Women”, realizado pelo Yahoo! Insights, em parceria com a Added Value, com 500 brasileiras que utilizam a web há pelo menos cinco anos.
  
De acordo com a pesquisa, o e-mail é o canal mais acessado pelas consumidoras, com 99%. Em seguida, aparecem os sites sobre assuntos específicos, com 91%, e as redes sociais, 88%. Já os portais de conteúdo são visitados por 78%. Cada um, no entanto, tem uma função específica. “As mulheres utilizam os canais para atender suas necessidades. Coletam informações de portais de conteúdo e sites especializados e se conectam por meio do e-mail e das redes sociais”, explica Nick Drew, analista sênior de pesquisas do Yahoo! Insights.

A surpresa do estudo ficou por conta da afirmativa de que, para as mulheres, o conteúdo das redes sociais não é uma fonte confiável para conhecer marcas e produtos. “Elas não baseiam suas decisões pelas redes sociais, mas utilizam estes canais para compartilhar”, ressalta Drew.

Canais atendem diferentes necessidades

Na hora de procurar informações sobre o que consumir, as brasileiras preferem recorrer aos portais e sites específicos, em que conhecem diferentes pontos de vista sobre os produtos e encontram novas marcas, a partir do conteúdo postado por pessoas que consideram como especialistas.

“Muitas mulheres no Brasil dizem que portais, e até e-mails, estimulam a testar produtos que não teriam comprado sem esse serviço”, explica o executivo do Yahoo! Insights.

Já as redes sociais são uma oportunidade para as empresas que desejam fidelizar e manter um relacionamento com os consumidores. “Todo mundo quer estar nas redes sociais. A chave é administrar a expectativa dos que já são usuários da marca, que gostam do produto e ficam satisfeitos em interagir. Novos usuários não acham a informação que precisam. As redes sociais devem manter os clientes atuais, ao invés de atrair novos”, conta Drew.

O levantamento procurou mapear o comportamento destas mulheres para descobrir o que buscam no ambiente digital e quais são suas necessidades e valores.

De forma geral, as expectativas deste público estão ligadas a aspectos pessoais e sociais. Enquanto as mais jovens querem diversão e desejam se sentir livres e bem informadas, as mais velhas precisam ser parte de uma comunidade.

Do total, 79% citaram o crescimento pessoal como o principal desejo, enquanto para 76% o objetivo é sentir-se viva. Aparecem ainda opções como “sentir-se apta” (55%), “estar informada” (53%) e “libertar-se” (52%).

 Fonte: www.exame.com

O que você não precisa incluir no currículo

Na ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos, há quem tente apostar todas as suas fichas no currículo. Nada errado com isso, claro. O problema é exagerar e listar informações desnecessárias.

Saiba quais informações são dispensáveis na hora de preparar seu currículo

Fotos

Se você não é candidato a uma vaga de modelo (ou outra posição que dependa da sua aparência física), fotos e poses suas tornam-se completamente desnecessárias.

E pior: se a foto estiver em alta resolução (e tornar a mensagem de e-mail pesada) você até pode ganhar um ponto negativo aos olhos do recrutador.

Quando fotos constam na lista de exigências do processo de seleção, seja cuidadoso. Nada de enviar imagens que ofusquem suas qualidades profissionais. Prefira fotos que denotem seriedade.

Documentos

Há alguns anos, currículo bom era aquele que listava, em minúcias, todos os dados pessoais possíveis. Estado civil, quantidade de filhos, RG, CPF e, às vezes, até hobbies. Tudo. Tudo ia parar no documento.

Para os desavisados: essa regra, definitivamente, acabou. No máximo, cite qual seu estado civil. O foco no currículo são suas qualificações, não quem você é depois do expediente. Deixe isso para a entrevista.

Lista de referências

As referências profissionais anteriores também caíram no ostracismo do processo de recrutamento atual. O currículo tem o papel de introduzir o candidato ao recrutador. Nas fases seguintes do processo de seleção, ele, por si só, irá checar se você é tão bom quanto afirma no currículo e entrevista.

Pretensão salarial

Pode ser um tiro no pé colocar em letras garrafais o quanto você quer receber em termos monetários. Essa prática pode diminuir as chances de negociação futura e, pior, pode colocar você fora do processo.

Novamente, o objetivo do currículo é mostrar quais são suas qualificações, não o seu valor de mercado.

Se a pretensão salarial constar nos requisitos do processo, a dica de Eliane Dutra, da Projeto RH, é listar seu salário atual. E nada mais.

Cursos do século passado

Há quem adicione cursos extracurriculares feitos há mais de uma década no currículo. Não caia nesse erro. De preferências apenas para as atividades mais recentes - exceto cursos de graduação e pós-graduação.


Fonte: exame.com

domingo, 18 de setembro de 2011

Após alta do IPI, cliente já encontra carro importado mais caro

Na tentativa de inibir a demanda neste final de semana por conta da perspectiva de aumento do IPI para carros importados, anunciado na quinta-feira (15) pelo governo, descontos que eram praticados até três dias atrás desapareceram.

O novo Veloster, da Hyundai, que acaba de chegar ao mercado nacional, já está cerca de R$ 2.000 mais caro do que o preço praticado na pré-venda. O modelo top agora sai por R$ 77,9 mil.

As vendas nas concessionárias Hyundai nesta sexta e ontem foram 70% maiores que o normal, segundo um vendedor que não quis se identificar.

O médico Carlos Gun, que já tinha dado sinal para garantir o seu Veloster na pré-venda, correu para uma loja para concluir a compra antes do aumento do IPI.

"Se tiver que pagar mais 28% de imposto eu desisto da compra", disse.

Da popular chinesa Chery à alemã de luxo BMW, o clima no sábado era de pouca euforia com a repentina alta nas vendas e muita apreensão com relação ao futuro.

"O que eu costumo vender normalmente em uma semana devo vender neste final de semana", disse Robson Costa, gerente da Chery Pequim na Freguesia do Ó. Costa esperava vender de 20 a 30 carros neste final de semana, contra uma média de 6 a 8.

"Nós [importados] temos uma participação muito pequena. Se o pátio das nacionais está cheio, é por conta dos preços que eles praticam", afirmou Costa, que teme uma retração nas vendas a partir de segunda-feira.

Na BMW Osten, a expectativa era de aumento de vendas de 10% a 15% entre sexta e sábado, com tabela cheia. Até a última quinta-feira, a concessionária estava praticando descontos de 1% a 2% para estimular a demanda.

O aumento do IPI, de até 30 pontos porcentuais, atinge carros importados por empresas sem fábricas no país. Para não pagar imposto, é preciso que pelo menos 65% da produção da montadora tenha origem no Brasil, Mercosul ou México.


Fonte: www.folhaonline.com.br

sábado, 17 de setembro de 2011

Tendência: empresa transforma casas em outdoor.

Se os consumidores já estão dispostos a aceitar publicidades em carros, nos perfis das redes sociais, por que não transformar suas casas em outdoor também? Foi pensando assim que uma agência de publicidade da Califórnia, a Adzookie, surpreendeu ao criar um sistema de anúncios inusitado: em troca do pagamento da hipoteca das casas, a empresa transforma suas fachadas em outdoors publicitários gigantes.

Os proprietários do imóvel devem concordar em deixar a casa com a pintura publicitária por pelo menos três meses – tempo que pode ser prorrogado a um ano. Em contrapartida, a empresa  pagará a hipoteca do imóvel durante todo o período.  Ao final do contrato, a Adzookie pintará a casa novamente com as cores originais. Casas arrendadas ou alugadas não serão aceitas.

Pelo acordo, toda a parte externa das casas será pintada com informações de anunciantes, com exceção do telhado, janelas e toldos. O processo de pintura dura de três a cinco dias. A iniciativa da Adzookie foi lançada há menos de um mês. Segundo a empresa, na tarde de lançamento, mais de 1.000 interessados entraram em contato com eles.

Os moradores de São Paulo já sabem que uma iniciativa como essa seria inapropriada para a cidade, já que São Paulo conta com a Lei Cidade Limpa. Por lá, o programa também leva em conta questões como essa: as residências em cidades onde a pintura publicitária em casas pode ser considerada ilegal não são aceitas.
 
 
Fonte: Revista Super

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Novas regras de consórcio reforçam direitos do consumidor

As novas regras  divulgadas pelo Banco Central nesta sexta-feira (16) sobre administradoras de consórcio  e consorciados, com o objetivo de “facilitar a comparação de custos e outras condições das operações de consórcio”, são importantes e reforçam aquilo que já consta no CDC (Código de Defesa do Consumidor), de acordo com a Proteste - Associação de Consumidores.

“Todas estas regras já estão asseguradas no Código de Defesa do Consumidor, mas esta circular editada pelo BC é interessante para o consumidor, pois reforça os seus direitos”, afirma a advogada da Proteste, Tatiana Viola de Queiroz.

De acordo com a advogada, por mais que as regras já constem no CDC, em muitos casos, o consumidor ainda enfrenta problemas em relação aos consórcios. “Sabemos que por mais que já estejam estabelecidas essas regras, existem empresas que não cumprem”, diz. “Por isso, é importante que isso esteja de uma forma bem clara, para que as empresas cumpram com a lei”, continua.

Regras
De acordo com a circular do Banco Central, as administradoras de consórcio passam a ser obrigadas a divulgar os custos da participação em grupos de consórcio em taxa percentual, calculada sobre o valor do crédito, que contemple pelo menos os seguintes itens: taxa de administração, taxa de fundo de reserva e, se houver, o percentual referente ao seguro contra inadimplência.

Com as mudanças, a intenção do BC é padronizar as informações sobre custos para participar de um grupo de consórcio. Segundo o BC, a administradora, ao informar os clientes sobre os custos do consórcio, não pode fazer comparações entre taxas e valores cobradas nas operações de consórcio, com taxas e valores das operações de crédito, já que se tratam de operações de naturezas distintas.

No sentido de compatibilizar as regras do setor de consórcio com as aplicáveis às instituições financeiras, o BC proíbe a cobrança de tarifas pela emissão de boletos de cobrança, carnês e assemelhados para pagamento de obrigações financeiras provenientes das operações de consócio.

Contratos mais claros
Será exigida uma redação mais clara nos contratos de participação nos grupos de consórcio. Os informativos e os demais documentos relacionados com o assunto também deverão ser mais objetivos e fáceis de ler.

O objetivo dessa medida é facilitar o entendimento do conteúdo e a identificação de prazos, valores, encargos, multas, datas, locais e demais condições dos grupos de consórcio.

Por fim, as administradoras de consórcio devem gerar contratos, recibos e comprovantes relativos a tais operações. Deverão ser fornecidas também aos consorciados informações sobre deveres e responsabilidades deles, relativos à participação nos grupos de consórcio.

“Apesar de já estarem no CDC, é interessante que essas regras detalhem o procedimento a ser adotado no setor de consórcio, para que não haja dúvidas tanto para as empresas quanto para o consumidor”, conclui a advogada da Proteste.


Fonte: Infomoney

Diretoria do Twitter perde dois antigos investidores

Dois dos primeiros investidores do Twitter deixaram o conselho de diretores da companhia, na mais recente mudança na liderança da rede social.

Fred Wildon, da Union Square Ventures, e Bijan Baet, da Spark Capital, não estão mais no conselho do Twitter, informou a companhia nesta sexta-feira.

As razões da mudança não foram imediatamente esclarecidas.

O Twitter não planeja apontar novos diretores para substituir Wilson e Sabet, disse uma fonte familiar ao assunto.

Wilson e Sabet não retornaram os emails para comentar o assunto.

Em outubro de 2010, Dick Costolo substituiu o co-fundador Evan Williams como presidente-executivo.

No início deste ano, Costolo trouxe Jack Dorsey, outro co-fundador, de volta à companhia como presidente do Conselho de Administração.

William e outro co-fundador do Twitter, Biz Stone, recentemente começaram um novo projeto chamado Obvious Corp.

 Fonte: www.folhaonline.com.br