segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A Lacuna entre o que os recrutadores procuram e o que os candidatos têm a oferecer

Há quem viva uma carreira inteira apenas mirando os postos mais altos da companhia, mas que nunca passou nem perto de alcançá-los. O motivo para isso pode estar em um erro de foco para o próprio desenvolvimento profissional. 

É o que revela levantamento feito pela Career Advisory Board. Segundoa pesquisa, tanto os profissionais novatos no mercado de trabalho quanto aqueles que miram o alto escalão admitem não ter algumas das características mais importantes, segundo os recrutadores. 

Para chegar à lista, a companhia consultou 540 recrutadores de grandes companhias americanas e 734 pessoas de diferentes níveis que estão procurando emprego. Os profissionais que miram os postos mais elevados tiveram o pior desempenho da pesquisa. 

Eles admitem não ter características como visão estratégica, perspectiva global e, até, habilidade para fazer networking – itens considerados de suma importância pelos recrutadores. 

Confira quais foram os itens que apresentaram a maior lacuna na relação entre a demanda das companhias e a auto avaliação dos candidatos:

Visão estratégica

A característica mais importante para executivos, segundo os próprios recrutadores, também é a que apresenta a pior lacuna com relação à avaliação dos próprios candidatos.

Enquanto os headhunters dão nota 78 para o grau de importância da característica para o cargo, os aspirantes ao alto escalão avaliam a si mesmos com nota 21 nesse quesito. Com isso, a lacuna é de 57 pontos para esse fator.


Visão global

Compreender outros mercados e estar pronto para lidar com a complexidade do mundo atual é a quarta característica mais importante para os profissionais que queiram atuar em cargos executivos. Mas, apesar dessa demanda dos novos tempos mundiais, os candidatos a esse tipo de oportunidade admitir não ter qualificação ou experiência suficiente para lidar com o assunto.

Segundo os cálculos da pesquisa, entre os profissionais que miram o alto escalão, a lacuna entre o grau de importância da característica e a avaliação dos próprios candidatos é de 47 pontos.

Perspicácia

Um quê de malícia e esperteza para negócios é o terceiro ponto mais bem cotado para cargos do alto escalão. Nesse aspecto, os profissionais também tropeçam. A lacuna para o quesito é de 45 pontos.

Habilidade para fazer networking

Ter uma rede de contatos extensa (e feita com qualidade) não abre apenas as portas para oportunidades de carreira. Na visão dos recrutadores, esse atributo é essencial para o bom andamento dos negócios – quando você está no topo de uma grande organização.
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Mesmo com prováveis muitos anos de experiência no currículo, os quase executivos admitem que ainda sofrem para fazer um bom networking. Não deu outra. A lacuna para o fator é de 15 pontos entre quem mira o alto escalão.

Automotivação e Proatividade

Profissionais de média e alta gerência já aprenderam a criar estratégias para tomar a frente de projetos e se motivar sem que o chefe fique no pé como uma espécie de líder de torcida.

O problema, segundo o estudo, está na multidão de profissionais recém chegados ao mercado de trabalho. Entre eles, a lacuna entre o grau de importância elencado pelos recrutadores e a autoavaliação rendeu 11 pontos negativos.

Habilidades interpessoais

Lidar com gente, pelo que se vê, é uma pedra no sapato tanto para profissionais recém chegados ao mercado de trabalho quanto para quem já mira cargos na média gerência. Em ambos os casos, a lacuna entre a demanda dos recrutadores e o que os candidatos estão prontos para entregar foi de 5 e 8 pontos negativos, respectivamente.


Fonte: exame.com

sábado, 12 de novembro de 2011

10 dicas para fazer um bom comércio eletrônico

Planejamento, tecnologia e logística são alguns dos elementos que precisam ser pensados para desenvolver uma boa loja on-line.



Como elaborar uma estratégia de comércio eletrônico de sucesso? Alexandre Miranda e Mauricio Salvador, donos da consultoria GS Ecommerce e da Ecommerce School, escola com foco em comércio eletrônico e marketing on-line, afirmam que as empresas precisam pensar no e-commerce como um canal de venda integrado a todos os outros.

“Muitos negócios veem seus canais de venda – loja física, site, revendedores – como concorrentes entre si”, afirma Salvador. “É preciso integrar todos eles para gerar mais vendas.” A dupla conversou com o site da Pequenas Empresas & Grandes Negócios e deu 10 dicas para construir um boa estratégia de e-commerce para a sua empresa.

1) Planeje. Antes de montar seu site de comércio eletrônico, saiba exatamente como ele será, o que irá disponibilizar e quanto você poderá gastar para tornar isso realidade.

2) Entenda a parte burocrática. Para sites de e-commerce, principalmente no varejo, fique de olho nos impostos e nas taxas que precisarão ser pagas. Muitas leis são diferentes para o comércio eletrônico, portanto comece sua estratégia bem informado.

3) Analise a melhor plataforma para seu negócio. Hoje há no mercado diferentes plataformas para sites de comércio eletrônico, com preços e funcionalidades diferentes. Analise todas para saber qual é a melhor para o objetivo que sua loja on-line quer atingir.

4) Produza conteúdo. Além dos produtos, o seu site precisa ter conteúdo que atraia visitas e ajude na sua conversão em vendas.

5) Fique de olho na logística. Grandes empresas contam com distribuidores que, mesmo sendo experientes, ainda sofrem com problemas na entrega e atrasos. O empresário precisa lidar com os Correios e levar em conta eventualidades como greves. Saiba como atender a demanda dos seus clientes de antemão.

6) Alternativas para divulgação. Pense em outras formas de divulgar seu site, conteúdo e produtos. Não dependa apenas de sites de buscas ou links patrocinados. Nessa parte, é importante considerar as mídias sociais para gerar mais tráfego para a sua página e aumentar a taxa de conversão em vendas.

7) SAC 2.0. Use as mídias sociais, como o Twitter, também para cuidar do atendimento ao consumidor. Lidar com problemas e reclamações nesses ambientes ajuda a fidelizar clientes.

8) Formas de pagamento. Ofereça o maior número de opções de pagamento. Atualmente, consumidores são atraídos também pelas facilidades de parcelamento. Use ferramentas eletrônicas para evitar possíveis fraudes.

9) Adquira certificações. É possível ter certificações virtuais que atestam a segurança e a qualidade dos serviços prestados pelos sites. Elas ajudam nas decisões do consumidor.

10) Rastreie seus passos. Fique de olho em cada etapa da sua estratégia de comércio eletrônico para saber a taxa de sucesso de cada uma delas. Você poderá replicar as bem-sucedidas, melhorar as mais fracas e esquecer as malsucedidas.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes  Negócios

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Informações essenciais para quem quer abrir um negócio

Uma ideia e pronto. Muita gente ainda acredita que isto é o essencial para começar um negócio. Quando chega a hora de formalizar a empresa, as dúvidas começam a aparecer.

Você conhece tudo sobre os impostos que vai pagar? Sabe se tem autorização para funcionar no ponto escolhido? Já pensou se esta é a melhor época do ano para começar o seu negócio? No começo, o próprio empreendedor precisa estar envolvido em decisões como estas.

Para não ter mais dúvidas, confira as respostas do especialista em gestão e sócio-diretor da Práxis Education, Maurício Galhardo, para as principais questões dos novos empreendedores.

Quais documentos usados para abrir uma empresa?

O primeiro passo para o processo de oficialização do seu negócio é definir o número de sócios. Um ou mais, o contador deverá reunir os documentos dos futuros proprietários da empresa, como RG, CPF e comprovante de residência do local onde irá funcionar.

Na junta comercial será feito o registro do contrato social. Nele constará o ramo de atividade, quanto cada sócio terá de participação e o aporte na empresa.

Galhardo recomenda que também seja feito um acordo de cotistas, igualmente registrado em cartório, que define os procedimentos em caso de morte ou saída de um dos sócios do negócio.

O contrato social é o ponto de partida para a empresa ser legalizada, obter licenças e emitir nota fiscal. Ter mais de um sócio é importante. Algumas empresas não contratam prestadoras de serviço com um único sócio para evitar processos trabalhistas.

Conforme a atividade da empresa, será necessário obter algumas licenças, como sanitária e de segurança. Se for loja em shopping, o próprio estabelecimento indica a relação de licenças que devem ser apresentadas.

Quais impostos serão pagos?

A área, o tipo de atividade e o nível de faturamento do seu empreendimento determinarão as alíquotas e a relação de impostos a serem pagos.

A empresa será inserida em um dos regimes tributários: Simples, lucro presumido ou lucro real. O Simples tem como limite atualmente a soma do faturamento de 12 meses de até 2,4 milhões de reais. A partir de 2012, o teto será de 3,6 milhões de reais.

O que vai dizer se é vantajoso ou não ficar no Simples ou no lucro presumido é a contratação de funcionários. Na segunda opção, o pagamento de INSS é maior do que no Simples. O lucro real costuma ser utilizado por grandes empresas, que devem prestar contas de todas as despesas e receitas para o imposto ser calculado.

Qual será o investimento inicial?

Se você não tem nem ideia do quanto vai precisar desembolsar para abrir seu empreendimento, a saída é pesquisar e se informar. Procure conhecer sobre o ramo em que pretende atuar e sobre qual seria o ponto comercial ideal.

Para começar, considere a média de aluguel que deverá pagar, quantidade de funcionários, os salários, impostos e a variedade de produtos. Estas informações, em valores, farão parte da planilha de viabilidade, que dá uma noção de quanto vai vender e faturar.

Onde e como fazer financiamento?

Qualquer banco ou financeira oferece crédito. O mais difícil é encontrar as taxas de juros mais adequadas para o seu bolso. Galhardo afirma que a linha do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para pessoa jurídica é melhor, mas não é tão acessível.

Geralmente, pode ser obtida nos bancos públicos. Para conseguir uma linha do BNDES, os empresários devem apresentar um plano de negócios bem elaborado, que convença da viabilidade, preparo para abrir e tocar a empresa e, claro, pagar as prestações. Se não conseguir, faça uma pesquisa em vários bancos e converse com o gerente antes de contratar o financiamento.

É preciso registrar os funcionários?
“Não adianta fazer errado aqui para ganhar mais na frente que não dá certo. Se acha que a empresa não vai sobreviver dentro das leis, repense o seu negócio”, alerta Galhardo.

Seguir as leis trabalhistas é essencial. Como a carga tributária pode ser alta, o negócio precisa ser viável dentro da lei.

Na contratação, pode começar pelo contrato de experiência, com prazo de três meses, mas depois deve efetivar. O caso de empresa familiar não é diferente. O pai deve registrar o filho como funcionário, por exemplo.

Qual a melhor época para abrir o negócio?
A dica do especialista é abrir perto da época de maior movimento, conforme for a área de atividade. Em uma loja de moda verão, por exemplo, não compensaria abrir em junho, quando ainda há liquidações da temporada anterior, mas, sim, no mês de outubro.


Fonte: Exame.com

Com metais reciclados, artista japonês cria cidade do futuro

Maquete de Chu Enoki é protagonizada por casas e edifícios prateados.


O artista japonês Chu Enoki conseguiu encontrar um novo uso para sucatas de metal. Com um estilo futurístico, o artista criou a RPM-1200, uma cidade do futuro feita a partir de peças de metal recicladas por ele mesmo.

A matéria-prima foi adquirida de uma fábrica vizinha do artista. Em vez de elaborar um projeto grande e depois colocá-lo em prática, Enoki decidiu pensar e confeccionar cada pedacinho da cidade separadamente.

Criada em 2005, a obra está em exposição no Hyogo Prefectural Museum of Art, na cidade de Kobe, no Japão, até o dia 27 de novembro deste ano.


Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pulseirinha e iPhone agem juntos para melhorar a saúde

 
63% das mortes em todo o planeta tem relação direta com doenças crônicas - como a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o grupo da saúde formado por problemas no coração, diabetes e problemas respiratórios. A porcentagem é clara e mostra que milhares de pessoas estão morrendo por problemas associados à qualidade de vida.

E o que fazer para contribuir para a redução deste número? Bom, segundo recomendações da OMS e da maioria dos profissionais da classe médica, a melhor estratégia para o combate das doenças crônicas é incentivar a população a associar bons hábitos alimentares, noites bem dormidas e prática regular de exercícios físicos.

Em tese parece fácil, mas mudar os hábitos não é uma tarefa rápida de ser concluída e ainda conta com obstáculos concretos, como o excesso de trabalho e a temida preguiça. Pois uma empresa americana chamada Jawbone lançou um produto que promete ajudar a contornar tais obstáculos que possam impedir uma pessoa de atingir o objetivo de viver mais e melhor.

O produto nada mais é que uma pulseirinha. Mas não tem nada a ver com teses mirabolantes do uso de tecnologia holográfica para equilibrar seu campo energético corporal como tantas outras opções já no mercado. Na realidade, o acessório, chamado UP, faz parte de um sistema que monitora as três frentes que impactam diretamente na qualidade de vida de uma pessoa - alimentação, sono e atividade física, e que funciona em conjunto com um app para iPhone, iPad e iPod Touch e outro para web.

UP é feita para ser usada 24 horas, sete dias por semana. Quando o usuário está dormindo, ela monitora e registra como é o ciclo de sono com base na movimentação do pulso que, assim como a rápida movimentação dos olhos, é uma das evidências de que o estágio REM do sono, considerado o melhor para acordar, foi atingido.

O registro é enviado para o app e transformado em uma tabela que ilustra como foi a noite e quantas horas foram dormidas. A pulseira também pode se programar para emitir uma vibração, tal qual um alarme, para acordar seu dono no melhor horário de acordo com seu padrão de sono.

Durante o dia, a pulseira também pode emitir vibrações quando seu dono estiver parado na mesa do escritório por muito tempo, por exemplo, lembrando- o de levantar e se movimentar. Ela também registra todo o processo de movimentação diária e a quantidade de calorias queimadas.

Como tudo o que é feito ao longo do dia de uma pessoa é quase sempre compartilhado, o app para web da UP assume o papel de rede social onde é possível monitorar todas as informações registradas pela pulseira ou publicar fotos e comentários acerca das refeições do dia. O objetivo desta parte específica do sisteminha é fazer com que, através da socialização entre usuários, a motivação para superar desafios esteja sempre em pauta.

Ninguém promete perda de peso nem redução nos níveis de colesterol de quem usa a pulseirinha, que já está à venda nos EUA ao preço de 99,00 dólares. A sacada é que, ao dar informações detalhadas sobre o dia a dia de uma pessoa, esta possa se concentrar em mudar, aos poucos, pequenas escolhas e atitudes que impactem na melhoria da qualidade de vida.


Fonte: Exame.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Chrome se torna principal navegador da América do Sul

Browser tem 39% do mercado local contra 37% do IE e 22% do Firefox

Internet Explorer ainda lidera no Brasil, com 40% de participação. Chrome possui 35,5% e o Firefox, 23%

Navegador ainda principiante se comparado aos principais concorrentes, o Google Chrome parou de só assustar o Internet Explorer, da Microsoft, e o Mozilla Firefox; agora ele efetivamente toma os mercados.

A América do Sul se tornou, em outubro, o primeiro continente onde o browser da gigante de buscas lidera, segundo dados da StatCounter divulgados pelo Google Discovery. O Chrome já tem 39% do mercado local contra 37% do IE e 22% do Firefox.

No Brasil essa troca de papeis deve acontecer no começo do ano que vem. Atualmente o Chrome possui 35,5% de participação por aqui, o IE, 40%, e o Firefox, 23%; mas já perto de abril essas porcentagens serão de 42% (Google), 37% (Microsoft) e 20% (Mozilla).

Em escala global é o IE que domina, com 40,5% de share (participação), enquanto o Firefox aparece em segundo com 26,5% e só então vem o Chrome, com 25%.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil

 
Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.

Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.

A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles* – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.


Fonte: Blog Planeta Sustentável