quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Informações essenciais para quem quer abrir um negócio

Uma ideia e pronto. Muita gente ainda acredita que isto é o essencial para começar um negócio. Quando chega a hora de formalizar a empresa, as dúvidas começam a aparecer.

Você conhece tudo sobre os impostos que vai pagar? Sabe se tem autorização para funcionar no ponto escolhido? Já pensou se esta é a melhor época do ano para começar o seu negócio? No começo, o próprio empreendedor precisa estar envolvido em decisões como estas.

Para não ter mais dúvidas, confira as respostas do especialista em gestão e sócio-diretor da Práxis Education, Maurício Galhardo, para as principais questões dos novos empreendedores.

Quais documentos usados para abrir uma empresa?

O primeiro passo para o processo de oficialização do seu negócio é definir o número de sócios. Um ou mais, o contador deverá reunir os documentos dos futuros proprietários da empresa, como RG, CPF e comprovante de residência do local onde irá funcionar.

Na junta comercial será feito o registro do contrato social. Nele constará o ramo de atividade, quanto cada sócio terá de participação e o aporte na empresa.

Galhardo recomenda que também seja feito um acordo de cotistas, igualmente registrado em cartório, que define os procedimentos em caso de morte ou saída de um dos sócios do negócio.

O contrato social é o ponto de partida para a empresa ser legalizada, obter licenças e emitir nota fiscal. Ter mais de um sócio é importante. Algumas empresas não contratam prestadoras de serviço com um único sócio para evitar processos trabalhistas.

Conforme a atividade da empresa, será necessário obter algumas licenças, como sanitária e de segurança. Se for loja em shopping, o próprio estabelecimento indica a relação de licenças que devem ser apresentadas.

Quais impostos serão pagos?

A área, o tipo de atividade e o nível de faturamento do seu empreendimento determinarão as alíquotas e a relação de impostos a serem pagos.

A empresa será inserida em um dos regimes tributários: Simples, lucro presumido ou lucro real. O Simples tem como limite atualmente a soma do faturamento de 12 meses de até 2,4 milhões de reais. A partir de 2012, o teto será de 3,6 milhões de reais.

O que vai dizer se é vantajoso ou não ficar no Simples ou no lucro presumido é a contratação de funcionários. Na segunda opção, o pagamento de INSS é maior do que no Simples. O lucro real costuma ser utilizado por grandes empresas, que devem prestar contas de todas as despesas e receitas para o imposto ser calculado.

Qual será o investimento inicial?

Se você não tem nem ideia do quanto vai precisar desembolsar para abrir seu empreendimento, a saída é pesquisar e se informar. Procure conhecer sobre o ramo em que pretende atuar e sobre qual seria o ponto comercial ideal.

Para começar, considere a média de aluguel que deverá pagar, quantidade de funcionários, os salários, impostos e a variedade de produtos. Estas informações, em valores, farão parte da planilha de viabilidade, que dá uma noção de quanto vai vender e faturar.

Onde e como fazer financiamento?

Qualquer banco ou financeira oferece crédito. O mais difícil é encontrar as taxas de juros mais adequadas para o seu bolso. Galhardo afirma que a linha do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para pessoa jurídica é melhor, mas não é tão acessível.

Geralmente, pode ser obtida nos bancos públicos. Para conseguir uma linha do BNDES, os empresários devem apresentar um plano de negócios bem elaborado, que convença da viabilidade, preparo para abrir e tocar a empresa e, claro, pagar as prestações. Se não conseguir, faça uma pesquisa em vários bancos e converse com o gerente antes de contratar o financiamento.

É preciso registrar os funcionários?
“Não adianta fazer errado aqui para ganhar mais na frente que não dá certo. Se acha que a empresa não vai sobreviver dentro das leis, repense o seu negócio”, alerta Galhardo.

Seguir as leis trabalhistas é essencial. Como a carga tributária pode ser alta, o negócio precisa ser viável dentro da lei.

Na contratação, pode começar pelo contrato de experiência, com prazo de três meses, mas depois deve efetivar. O caso de empresa familiar não é diferente. O pai deve registrar o filho como funcionário, por exemplo.

Qual a melhor época para abrir o negócio?
A dica do especialista é abrir perto da época de maior movimento, conforme for a área de atividade. Em uma loja de moda verão, por exemplo, não compensaria abrir em junho, quando ainda há liquidações da temporada anterior, mas, sim, no mês de outubro.


Fonte: Exame.com

Com metais reciclados, artista japonês cria cidade do futuro

Maquete de Chu Enoki é protagonizada por casas e edifícios prateados.


O artista japonês Chu Enoki conseguiu encontrar um novo uso para sucatas de metal. Com um estilo futurístico, o artista criou a RPM-1200, uma cidade do futuro feita a partir de peças de metal recicladas por ele mesmo.

A matéria-prima foi adquirida de uma fábrica vizinha do artista. Em vez de elaborar um projeto grande e depois colocá-lo em prática, Enoki decidiu pensar e confeccionar cada pedacinho da cidade separadamente.

Criada em 2005, a obra está em exposição no Hyogo Prefectural Museum of Art, na cidade de Kobe, no Japão, até o dia 27 de novembro deste ano.


Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pulseirinha e iPhone agem juntos para melhorar a saúde

 
63% das mortes em todo o planeta tem relação direta com doenças crônicas - como a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica o grupo da saúde formado por problemas no coração, diabetes e problemas respiratórios. A porcentagem é clara e mostra que milhares de pessoas estão morrendo por problemas associados à qualidade de vida.

E o que fazer para contribuir para a redução deste número? Bom, segundo recomendações da OMS e da maioria dos profissionais da classe médica, a melhor estratégia para o combate das doenças crônicas é incentivar a população a associar bons hábitos alimentares, noites bem dormidas e prática regular de exercícios físicos.

Em tese parece fácil, mas mudar os hábitos não é uma tarefa rápida de ser concluída e ainda conta com obstáculos concretos, como o excesso de trabalho e a temida preguiça. Pois uma empresa americana chamada Jawbone lançou um produto que promete ajudar a contornar tais obstáculos que possam impedir uma pessoa de atingir o objetivo de viver mais e melhor.

O produto nada mais é que uma pulseirinha. Mas não tem nada a ver com teses mirabolantes do uso de tecnologia holográfica para equilibrar seu campo energético corporal como tantas outras opções já no mercado. Na realidade, o acessório, chamado UP, faz parte de um sistema que monitora as três frentes que impactam diretamente na qualidade de vida de uma pessoa - alimentação, sono e atividade física, e que funciona em conjunto com um app para iPhone, iPad e iPod Touch e outro para web.

UP é feita para ser usada 24 horas, sete dias por semana. Quando o usuário está dormindo, ela monitora e registra como é o ciclo de sono com base na movimentação do pulso que, assim como a rápida movimentação dos olhos, é uma das evidências de que o estágio REM do sono, considerado o melhor para acordar, foi atingido.

O registro é enviado para o app e transformado em uma tabela que ilustra como foi a noite e quantas horas foram dormidas. A pulseira também pode se programar para emitir uma vibração, tal qual um alarme, para acordar seu dono no melhor horário de acordo com seu padrão de sono.

Durante o dia, a pulseira também pode emitir vibrações quando seu dono estiver parado na mesa do escritório por muito tempo, por exemplo, lembrando- o de levantar e se movimentar. Ela também registra todo o processo de movimentação diária e a quantidade de calorias queimadas.

Como tudo o que é feito ao longo do dia de uma pessoa é quase sempre compartilhado, o app para web da UP assume o papel de rede social onde é possível monitorar todas as informações registradas pela pulseira ou publicar fotos e comentários acerca das refeições do dia. O objetivo desta parte específica do sisteminha é fazer com que, através da socialização entre usuários, a motivação para superar desafios esteja sempre em pauta.

Ninguém promete perda de peso nem redução nos níveis de colesterol de quem usa a pulseirinha, que já está à venda nos EUA ao preço de 99,00 dólares. A sacada é que, ao dar informações detalhadas sobre o dia a dia de uma pessoa, esta possa se concentrar em mudar, aos poucos, pequenas escolhas e atitudes que impactem na melhoria da qualidade de vida.


Fonte: Exame.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Chrome se torna principal navegador da América do Sul

Browser tem 39% do mercado local contra 37% do IE e 22% do Firefox

Internet Explorer ainda lidera no Brasil, com 40% de participação. Chrome possui 35,5% e o Firefox, 23%

Navegador ainda principiante se comparado aos principais concorrentes, o Google Chrome parou de só assustar o Internet Explorer, da Microsoft, e o Mozilla Firefox; agora ele efetivamente toma os mercados.

A América do Sul se tornou, em outubro, o primeiro continente onde o browser da gigante de buscas lidera, segundo dados da StatCounter divulgados pelo Google Discovery. O Chrome já tem 39% do mercado local contra 37% do IE e 22% do Firefox.

No Brasil essa troca de papeis deve acontecer no começo do ano que vem. Atualmente o Chrome possui 35,5% de participação por aqui, o IE, 40%, e o Firefox, 23%; mas já perto de abril essas porcentagens serão de 42% (Google), 37% (Microsoft) e 20% (Mozilla).

Em escala global é o IE que domina, com 40,5% de share (participação), enquanto o Firefox aparece em segundo com 26,5% e só então vem o Chrome, com 25%.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil

 
Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.

Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.

A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles* – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.


Fonte: Blog Planeta Sustentável

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dicas para promover um evento sustentável

Qualquer evento, seja um congresso, feira, show ou festival, começa bem antes do dia marcado no folder de divulgação. A organização demanda tempo e muito trabalho – e planejar formas de economizar com transporte, água e energia ou destinar resíduos é cada vez mais importante.

“A busca da sustentabilidade já na etapa de concepção e planejamento do evento permite encontrar soluções que minimizem os custos”, diz Daniel de Freitas, presidente da Comissão de Certificação e Normatização do Ibev (Instituto Brasileiro de Eventos). “As ações de sustentabilidade de um evento precisam ser divulgadas não somente pelo ponto de vista do marketing, mas principalmente como disseminador e multiplicador de atitudes sustentáveis. E inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde, o público entende e reconhece quais ações são realmente efetivas e sustentáveis.”

Alimentação
O óleo gerado no preparo de alimentos na praça de alimentação de um evento pode ser reaproveitado. “Uma alternativa é fazer a coleta e reserva desse óleo e destiná-lo para empresas ou entidades que transformam esses resíduos em sabão.” Eventos com buffets devem priorizar os produtos locais – sem excessos de produtos importados, produzidos em locais distantes de onde acontece o evento. Assim, a emissão de gases e os custos com transporte diminuem, e a economia local é valorizada.

Transporte
O deslocamento de pessoas e cargas podem chegar a representar 90% da emissão de CO2 de eventos de grande porte, em especial no caso do Brasil, que utiliza transporte rodoviário e aéreo. Um cálculo do Ibev exemplifica: 120 pessoas que viajam entre Rio e São Paulo para um evento, de avião (ida e volta), eliminam 19 toneladas de gases poluentes.

A dica é trabalhar com fornecedores da região, oferecer alternativas de transporte para o público, estimular o uso de transporte coletivo, escolher um local de acesso fácil e incentivar as caronas.

Resíduos e Água
O primeiro passo é projetar que tipos de resíduos serão gerados no evento e buscar soluções para diminuir a quantidade produzida. Depois, é essencial pensar o que vai ser feito com o que foi gerado. “Deve ser coletado de forma seletiva, possibilitando a posterior reutilização, reciclagem ou descarte inteligente”, comenta Daniel. Já a água é usada em todos os processos, seja para consumo individual, higiene, limpeza ou preparo de alimentos. Algumas dicas são: planejar a utilização para otimizar o recurso, utilizar água de reuso e evitar produtos químicos que possam poluir rios, mares e lençóis freáticos – a boa pedida é optar por produtos de limpeza biodegradáveis.

Iluminação
O ideal é optar por modelos mais econômicos. “Atualmente existem alternativas de iluminação cênicas ou decorativas consideradas mais sustentáveis que outras. Em geral as lâmpadas frias são mais sustentáveis do que as quentes”, explica Daniel.

Segundo o Ibev, a economia pode chegar a 80%. As lâmpadas LED são mais caras, mais a vida útil chega a ser 30 vezes maior que as incandescentes. É possível, ainda, adotar sensores de presença (que evitam o consumo desnecessário em ambientes que frequentemente ficam vazios, como banheiros).

Materiais de Divulgação
Eventos como feiras e congressos sempre têm uma porção de papeis, folhetos, banners, placas, folders… planejar a compra e o uso do material que será usado é importante para avaliar quantidade e formas de descarte. O que puder ser feito para que o consumo desses materiais seja reduzido, melhor. Reaproveitar e reciclar o que não for usado e escolher matéria-prima com procedência conhecida e certificada também é um bom caminho.

Acessibilidade
“Pensando no âmbito social da sustentabilidade, a acessibilidade e a inclusão são questões a serem consideradas. Diversos eventos já disponibilizam recursos para pessoas com deficiência motora, visual ou aditiva”, explica Daniel. Dentre as soluções, estão tradutores de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), totens multimídia com sensores de presença que disparam mensagens audiovisuais e espaços com rampas de acesso e piso tátil. “Essa é uma forma de agir inclusivamente.”

Fonte: Blog Ideias Verdes

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Regras para montar um cartão de visitas

O cartão de visitas é a sua imagem profissional. Portanto, é esperado que você dedique o mínimo de atenção no ato de entregar o cartão ou de planejar a confecção de um novo.

Para a consultora de etiqueta empresarial Agni Melo, não é recomendável tentar atualizar seu cartão na hora de entregá-lo. Rabiscar informações e escrever novos dados podem demonstrar um pouco de desleixo, já que não foi reservado um tempo anterior para organizar a ferramenta que o representa.

“Acabou de mudar de telefone? Corra até a gráfica e faça outro cartão. Escrever no cartão é justificável quando o profissional se encontra em uma viagem e é necessário escrever o hotel que está hospedado”, explica. Mas o deslize não param por aí. Veja outros erros clássicos na hora de fazer um cartão de visitas.

Confira abaixo seis dicas sobre cartões de visitas:

Profissionalize

Vá a uma gráfica e procure um designer, se necessário. Evite ao máximo usar cartões impressos em casa. Caso você não tenha experiência em fazer cartões, o amadorismo pode ficar evidente.

Seja básico

Nome completo, cargo ou profissão, telefone, fax, e-mail e site. Caso sua empresa tenha um logotipo que representa a marca, não se esqueça de inclui-lo.

Não há necessidade de preencher todo o espaço do papel com outras informações. O objetivo do cartão de visitas é facilitar a vida de quem quer encontra-lo.

Frente e verso

O cartão duplo pode ser prático para profissionais que precisam incluir outros dados ou a logomarca de revendedores.

Apresentação

Para Agni, o cartão de visita clássico pede cores claras. Já a cor da tipografia deve ser escura, preta ou grafite, que facilita a leitura. Outra recomendação é o uso de no máximo três cores na composição do cartão.

Caso a criação e cores faça parte da rotina da sua profissão, caso seja um designer, por exemplo, a criatividade não deve ser medida. Lembre-se que a elaboração do design de um cartão deve combinar com seu tipo de negócio.

O tipo de papel também deve ser levado em conta, utilize um de gramatura mais resistente.

Revisão

Erros de português são inadmissíveis, então dedique um tempo para que nenhuma vírgula saia errada. Ou peça auxílio a outras pessoas.

Armazenamento

Um porta cartão é bem vindo tanto para guardar cartões de visitas novos quanto para arquivar os que você recebe ao longo de reuniões ou eventos de trabalho.


Fonte: Exame.com